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Veja o que acontece com uma estrela, como o nosso Sol, depois de ter esgotado a maior parte do seu combustível!

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016.
A Nebulosa planetária NGC 6153, localizada a cerca de 4.000 anos-luz de distância na constelação de Scorpius (O Escorpião), está rodeada por uma névoa azul fraca, mostrando o que resta de uma estrela, como o nosso Sol, após ter esgotado a maior parte do seu combustível. 

NGC 6153 é uma nebulosa planetária que tem forma elíptica, com uma rede extremamente rica de laços e filamentos, mostrado claramente nesta imagem do Hubble. No entanto, isso não é o que torna esta nebulosa planetária tão interessante para os astrônomos.

As medições mostram que NGC 6153 contém grandes quantidades de néon, árgon, oxigênio, carbono e cloro, até três vezes mais do que pode ser encontrado no sistema solar. 

A nebulosa contém cinco vezes mais nitrogênio do que o Sol! 

Embora possa ser que a estrela desenvolveu níveis mais elevados destes elementos, uma vez que cresceu e evoluiu, é mais provável que a estrela originalmente foi formada a partir de uma nuvem de material que já continha muitos mais destes elementos.
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A nebulosa da Formiga!

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014.

Planetary nebulas - so called because some of them resemble a planet when viewed through a small telescope - are produced in the late stages of a sun-like star's life. This image shows Chandra's view of Menzel 3 (Mz3, also known as the Ant Nebula), a planetary nebula about 3,000 light years from Earth. Dynamic elongated clouds envelop bubbles of multimillion degree gas produced by high-velocity winds from dying stars.A nebulosa da Formiga é uma nebulosa planetária recém-formada na nossa galáxia Via Láctea.

Uma nebulosa planetária recém-formada, assim denominada, devido à sua semelhança com um planeta quando observado através de um telescópio pequeno, é produzida nos últimos estágios de vida de uma estrela como o  Sol.

Mz3 é uma nebulosa planetária que está a  cerca de 3.000 anos-luz da Terra, na região da Constelação Austral do Esquadro (Norma).

Nuvens dinâmicas alongadas que envolvem bolhas de gás a milhões de graus que são  produzidas por ventos em alta velocidade de estrelas moribundas podem ser vistas.

Esta imagem acima, mostra a visualização de raios X do Chandra (em azul) da Menzel 3 (Mz3, também conhecida como nebulosa da Formiga), além dos dados ópticos e infra-vermelhos do Hubble (em verde e vermelho).

SAIBA MAIS SOBRE NEBULOSAS PLANETÁRIAS:

Uma nebulosa planetária é um objeto astronómico que é constituído por um invólucro brilhante em expansão de plasma e gás ionizado, que é expulso durante a fase de ramo gigante assimptótico1,  que atravessam as estrelas gigantes vermelhas nos últimos momentos de suas vidas.

O nome é devido a que os seus descobridores, no século XVIII, observaram que a sua aparência era similar aos planetas gigantes vistos através dos telescópios ópticos da época, embora realmente não tenham relação alguma com os planetas.

Trata-se de um fenômeno relativamente breve em termos astronômicos, que dura por volta de dezenas de milhares de anos (O tempo de vida de uma estrela, depende de sua massa, sua vida varia entre alguns milhões de anos (para as mais maciças) até trilhões de anos (para as menos maciças).

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No final da vida de estrelas que atingem a fase de gigante vermelha, as camadas exteriores da estrela são expelidas devido a pulsações e a intensos ventos estelares.

Após a expulsão destas camadas, subsiste um pequeno núcleo da estrela, o qual se encontra a uma grande temperatura e com brilho intenso. A radiação ultravioleta emitida por este núcleo ioniza as camadas externas que a estrela tinha expulsado.

As nebulosas planetárias são objetos importantes em astronomia, por desempenharem um papel crucial na evolução química das galáxias, libertando ao meio interestelar metais pesados e outros produtos da nucleossíntese das estrelas (como carbono, nitrogênio, oxigênio e cálcio).

Nas galáxias afastadas, as nebulosas planetárias poderão ser os únicos objetos dos quais podem ser retirados informações acerca da sua composição química.

1 O ramo gigante assimptótico (AGB) é uma região do diagrama de Hertzsprung-Russell, que é populada por estrelas de massa moderada e baixa. Na verdade,  é um período de evolução estelar que ocorre em todas as estrelas entre 0,6 a 10 massas solares, no fim de sua vida.

Créditos: raios X: NASA/CXC/RIT/J.Kastner et al.; luz óptica/infra-vermelho: NASA/STScI/Univ. Washington/B.Balick

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Um Haltere na Raposa!

sexta-feira, 8 de novembro de 2013.
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M27, ou NGC 6853, é uma nebulosa planetária, também chamada de “Dumbbell Nebula”, que significa “Nebulosa do Haltere”.

É um deleite para os olhos! 

M27 é uma das mais brilhantes nebulosas planetárias do céu, e é talvez uma das mais lindas! 

Tem oitava magnitude, e pode ser vista com binóculos, na direção da constelação da Raposa ( Vulpecula ).

A luz a partir de M27 leva cerca de 1000 anos para chegar até nós, mostrada na imagem acima, em cores emitidas pelo hidrogênio e oxigênio . 


Possui uma estrela central fraca, difícil de se observar, com aproximadamente 13,5 magnitudes.


Compreender a física e a importância da M27 foi bem além da ciência do século 18. E ainda hoje, muitas coisas permanecem misteriosas, sobre a bipolar nebulosa planetária M27.

Foi descoberta e catalogada como Messier 27 (M27), por Charles Messier em 1764, e sua idade é de 48.000 anos.

Crédito da Imagem: Bill Snyder ( Bill Fotografia Snyder )
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O Olho do Gato Interestelar!

quinta-feira, 19 de setembro de 2013.
A Nebulosa Olho de Gato (NGC 6543) é uma das primeiras nebulosas planetárias descobertas, e também tem a forma mais complexa conhecida para este tipo de nebulosa. 

Podendo ser chamada também de “O Senhor dos Anéis”, já que onze anéis de gás formam o Olho do Gato.
Esta composição de dados do Observatório de Raio-X Chandra e do Telescópio Espacial Hubble, da foto ao lado, dão um novo “look” para a Nebulosa Olho de 
Gato (Cat’s Eye Nebula).

Este famoso objeto é também chamado de nebulosa planetária e representa uma fase de evolução estelar que o nosso Sol poderia experimentar daqui a diversos bilhões de anos. Quando uma estrela como o nosso Sol começa a esgotar o seu combustível, e torna-se uma gigante vermelha.

Nesta fase, as estrelas lançam para fora suas camadas, eventualmente deixando para trás um núcleo quente que colapsa e forma uma estrela anã branca. Um vento rápido que emana do núcleo quente transforma a atmosfera ejetada, a empurra para fora, e cria umas estruturas graciosas de filamentos que podem ser vistas com telescópios ópticos.

Os dados de Raio-X do Chandra na imagem, em azul, mostram que a estrela central está cercada por uma nuvem de gás com vário milhões de graus. Em comparação com a luz ótica, vista pelo Hubble, estas estruturas estão em vermelho e roxo.

No caso da Nebulosa Olho de Gato, o material é expelido pela estrela há uma velocidade de 4 milhões de milhas por hora.

Espera-se que a estrela se colapse e torne-se uma estrela anã branca em poucos milhões de anos.

A Nebulosa Olho de Gato está localizada na constelação do Dragão (Draco) a 3000 anos luz de nós.


Crédito da Imagem (Hubble): NASA, ESA, HEIC, and The Hubble Heritage Team (STScI/AURA);
Crédito da Imagem (Chandra): NASA/CXC/SAO; Optical: NASA/STScI.
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Nebulosas Planetárias! Em marcha!

quarta-feira, 4 de setembro de 2013.

Astrônomos descobriram que nebulosas planetárias da família cósmica bipolar do centro de nossa galáxia, em forma de ampulheta ou borboleta, tendem a estar misteriosamente alinhadas no céu. O que é um resultado surpreendente, dadas as suas diferentes histórias e propriedades variadas de cada nebulosa.

Para a pesquisa, os astrônomos usaram o telescópio Espacial Hubble da NASA/ESA e o telescópio New Technology do ESO para explorar mais de 100 nebulosas planetárias localizadas no bojo central da nossa galáxia.

Todas estas nebulosas são formadas em lugares diferentes e têm características diferentes. Nem as nebulosas individuais, nem as estrelas que elas formaram, interagem com outras nebulosas planetárias.

No entanto, um novo estudo realizado por astrônomos da Universidade de Manchester, Reino Unido, agora mostra semelhanças surpreendentes entre algumas dessas nebulosas: muitas delas estão "estranhamente" alinhadas no céu, ou seja, alinhadas da mesma forma.

O estágio final da vida de uma estrela como o nosso Sol têm como resultado uma expansão e expulsão das camadas externas da estrela para fora no espaço circundante, formando objetos conhecidos como nebulosas planetárias, em uma ampla gama de belas e marcantes formas. Um tipo destas nebulosas são conhecidas como nebulosas planetárias bipolares, pois criam uma névoa em forma de ampulheta ou em forma de borboleta em torno de sua estrela-mãe.


A pesquisa é apresentada em um artigo intitulado "Alignment of the Angular Momentum Vectors of Planetary Nebulae in the Galactic Bulge" nas notícias mensais do "Royal Astronomical Society" .


Nebulosas contidas na Imagem acima: 
Linha 1: NGC 6302, NGC 6881, NGC 5189, 
Linha 2: M2-9, Hen 3-1475, Hubble 5


Créditos:
ESA/Hubble & NASA 
NGC 6302: NASA, ESA and the Hubble SM4 ERO Team 
NGC 6881: ESA/Hubble & NASA 
NGC 5189: NASA, ESA and the Hubble Heritage Team (STScI/AURA) 
M2-9: Bruce Balick (University of Washington), Vincent Icke (Leiden University, The Netherlands), Garrelt Mellema (Stockholm University), and NASA/ESA 
Hen 3-1475: ESA/Hubble & NASA 
Hubble 5: Bruce Balick (University of Washington), Vincent Icke (Leiden University, The Netherlands), Garrelt Mellema (Stockholm University), and NASA/ESA
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Uma das mais brilhantes Nebulosas Planetárias do Céu!

quarta-feira, 28 de agosto de 2013.
O objeto NGC 7027 é uma estrela entrando na fase final de sua vida. Ela está passando por um processo de "espetacular agonia" que evolui, para o que os astrônomos chamam de uma "nebulosa planetária", uma região visivelmente difusa composta por gás e poeira. 

O termo "nebulosa planetária" surgiu não por causa de qualquer associação real com planetas, mas porque nas primeiras observações realizadas, os observadores as interpretavam muitas vezes como sendo planetas, mesmo percebendo uma cor verde brilhante no objeto. Hoje, sabemos que esta cor verde refere-se a presença de átomos muito quentes de oxigênio no gás que circunda a estrela central.

A NGC 7027 é uma das mais brilhantes nebulosas planetárias do céu, e foi descoberta com um telescópio padrão pela primeira vez em 1878, na direção da constelação do Cisne (Cygnus). 

Quando fotografada pelo telescópio espacial Hubble, no entanto, grandes detalhes são revelados. Estudando estas imagens, os astrônomos concluíram que a NGC 7027 é uma nebulosa planetária que começou a se expandir cerca de 600 anos atrás, e que a nuvem de gás e poeira é extraordinariamente grande, uma vez que parece conter cerca de três vezes a massa do nosso Sol. 

Crédito: Hubble Legacy Archive, ESA, NASA; Processing: Delio Tolivia Cadrecha
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Os Pilares da Criação

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013.

Corais submarinos? Castelos Encantados? Serpentes do Espaço?
Não, na verdade são os “Pilares da Criação”!

Estas escuras estruturas parecidas com “pilares” estruturais são na verdade misteriosas colunas de gás e poeira interestelares, além de serem verdadeiras incubadoras de novas estrelas.

Os “Pilares da Criação” se projetam de uma parte interior da nuvem molecular escura como se fossem estalagmites aflorando do chão de uma caverna, e estão contidos na “Eagle Nebula”, Nebulosa da Águia (também chamada de M16- o 16º objeto celeste de Charles Messier), localizada há 6500 anos-luz na Constelação da Serpente.

Nome do Objeto: Eagle Nebula, M16
Crédito da Imagem: NASA, J. Hester and P. Scowen (ASU), 9 de November de 1995.
Esta imagem é  a mais famosa imagem capturada pelo Hubble!
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A revoada de uma Borboleta!

quarta-feira, 24 de outubro de 2012.


Uma borboleta celestial que continua "voando" no espaço profundo da região da constelação do Escorpião (Scorpius)!

Trata-se da belíssima nebulosa planetária NGC 6302, popularmente conhecida como Butterfly Nebula (Nebulosa da Borboleta), que está a 3800 anos-luz de nós e tem a forma de uma borboleta!


Crédito Imagem: NASA, ESA e o time Hubble SM4 ERO
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As Maravilhas do Céu Estrelado © 2005 - todos os direitos reservados para o autor: Engº João Batista Salgado Loureiro | Template By Mundo B |