APRESENTAÇÃO DO CANAL
Veja o que acontece com uma estrela, como o nosso Sol, depois de ter esgotado a maior parte do seu combustível!
A nebulosa da Formiga!
A nebulosa da Formiga é uma nebulosa planetária recém-formada na nossa galáxia Via Láctea.
Uma nebulosa planetária recém-formada, assim denominada, devido à sua semelhança com um planeta quando observado através de um telescópio pequeno, é produzida nos últimos estágios de vida de uma estrela como o Sol.
Mz3 é uma nebulosa planetária que está a cerca de 3.000 anos-luz da Terra, na região da Constelação Austral do Esquadro (Norma).
Nuvens dinâmicas alongadas que envolvem bolhas de gás a milhões de graus que são produzidas por ventos em alta velocidade de estrelas moribundas podem ser vistas.
Esta imagem acima, mostra a visualização de raios X do Chandra (em azul) da Menzel 3 (Mz3, também conhecida como nebulosa da Formiga), além dos dados ópticos e infra-vermelhos do Hubble (em verde e vermelho).
SAIBA MAIS SOBRE NEBULOSAS PLANETÁRIAS:
Uma nebulosa planetária é um objeto astronómico que é constituído por um invólucro brilhante em expansão de plasma e gás ionizado, que é expulso durante a fase de ramo gigante assimptótico1, que atravessam as estrelas gigantes vermelhas nos últimos momentos de suas vidas.
O nome é devido a que os seus descobridores, no século XVIII, observaram que a sua aparência era similar aos planetas gigantes vistos através dos telescópios ópticos da época, embora realmente não tenham relação alguma com os planetas.
Trata-se de um fenômeno relativamente breve em termos astronômicos, que dura por volta de dezenas de milhares de anos (O tempo de vida de uma estrela, depende de sua massa, sua vida varia entre alguns milhões de anos (para as mais maciças) até trilhões de anos (para as menos maciças).
No final da vida de estrelas que atingem a fase de gigante vermelha, as camadas exteriores da estrela são expelidas devido a pulsações e a intensos ventos estelares.
Após a expulsão destas camadas, subsiste um pequeno núcleo da estrela, o qual se encontra a uma grande temperatura e com brilho intenso. A radiação ultravioleta emitida por este núcleo ioniza as camadas externas que a estrela tinha expulsado.
As nebulosas planetárias são objetos importantes em astronomia, por desempenharem um papel crucial na evolução química das galáxias, libertando ao meio interestelar metais pesados e outros produtos da nucleossíntese das estrelas (como carbono, nitrogênio, oxigênio e cálcio).
Nas galáxias afastadas, as nebulosas planetárias poderão ser os únicos objetos dos quais podem ser retirados informações acerca da sua composição química.
1 O ramo gigante assimptótico (AGB) é uma região do diagrama de Hertzsprung-Russell, que é populada por estrelas de massa moderada e baixa. Na verdade, é um período de evolução estelar que ocorre em todas as estrelas entre 0,6 a 10 massas solares, no fim de sua vida.
Créditos: raios X: NASA/CXC/RIT/J.Kastner et al.; luz óptica/infra-vermelho: NASA/STScI/Univ. Washington/B.Balick
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Os Pilares da Criação
Corais submarinos? Castelos Encantados? Serpentes do Espaço?
Estas escuras estruturas parecidas com “pilares” estruturais são na verdade misteriosas colunas de gás e poeira interestelares, além de serem verdadeiras incubadoras de novas estrelas.
Os “Pilares da Criação” se projetam de uma parte interior da nuvem molecular escura como se fossem estalagmites aflorando do chão de uma caverna, e estão contidos na “Eagle Nebula”, Nebulosa da Águia (também chamada de M16- o 16º objeto celeste de Charles Messier), localizada há 6500 anos-luz na Constelação da Serpente.
Nome do Objeto: Eagle Nebula, M16
Crédito da Imagem: NASA, J. Hester and P. Scowen (ASU), 9 de November de 1995.






