APRESENTAÇÃO DO CANAL

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Lindo Simulador 3D do Céu! Totalmente Interativo!

quarta-feira, 18 de maio de 2016.

Não poderíamos de deixar de apresentar este belíssimo Simulador 3D do Sistema Solar e do Céu Noturno chamado Solar System Scope! É um planetário Virtual e Observatório!

Características: 
  • Idiomas disponíveis: Inglês, espanhol, alemão, russo, italiano, coreano, eslovaco;
  • Visão heliocêntrica com posições em tempo real dos planetas e das órbitas planetárias; 
  • Tamanhos esquemáticos e realistas dos planetas e a distâncias entre eles; 
  • Movimento dos planetas em tempo "real", para ver como eles se move, uns em relação aos outros - Orrery Virtual; 
  • Exploração planetária contendo textos com informações pertinentes, imagens e visões adicionais, tais como a estrutura de cada planeta.
  • Luas (luas galileanas, Deimos e Fobos (Luas de Marte), Titan (de Saturno) e 15 outras) 
  • Planetas anões (Plutão, Ceres, Haumea, Makemake, Eris) e suas órbitas; 
  • Cometas (Siding Spring, Lovejoy 2013, Lovejoy 2011, Panstarrs, ISON, Halley, 67P, 209P) - contendo suas posições e trajetórias; 
  • A nave espacial Rosetta e sua jornada para o cometa 67P / Churyumov-Gerasimenko;
  • Estrelas e as Constelações do céu noturno como vista de um determinado local - Observatório Virtual; 
  • Céu noturno totalmente interativo: apontar o dispositivo para o céu para ver todos os objetos em seu devido lugar (no caso de dispositivos móveis); 
  • Busca avançada de objetos;
  • A Elíptica, linhas de grade e muito mais!

Existem duas versões do Simulador uma para desktop e outra para Dispositivos Móveis disponível no Google Play. Acesse através dos links e divirta-se!



Se preferir, assista ao vídeo de apresentação:





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Viajar para Marte pode levar 3 dias, diz Nasa!

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016.
Imagine ir a Marte em apenas 3 dias ... ou fazer um roteiro com destinos localizados além do nosso sistema solar, e dentro de nosso alcance .

Novas tecnologias de propulsão poderão um dia nos proporcionar viagens espaciais verdadeiramente interestelares.

A chave para fazer isso acontecer é a propulsão de fótons, que usaria um poderoso laser para acelerar a nave espacial a velocidades relativistas , disse Philip Lubin, professor de física da Universidade da Califórnia.



" Há avanços recentes, que tornaram a ficção científica em realidade científica", afirmou Lubin no Simpósio "2015 NASA Innovative Advanced Concepts (NIAC)", que aconteceu em outubro de 2015."Não há razão conhecida para não podermos fazer isso".


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Monte Olimpo, o maior Vulcão do Sistema Solar!

sexta-feira, 21 de agosto de 2015.
O maior dos vulcões de Marte na região de "Tharsis Montes"*, bem como todos os vulcões até então conhecidos do Sistema Solar, é o Monte Olimpo (Olympus Mons). 

O Monte Olimpo é um vulcão de 624 km de diâmetro (aproximadamente do mesmo tamanho que o estado do Arizona), e de 25 km de altura, e é margeado por uma escarpa** de 6 km de altura. 


A caldeira de 80 km de largura está localizada no cume do Monte Olimpo. Para se ter uma ideia, o maior vulcão da Terra é o Mauna Loa. Mauna Loa é um vulcão de 10 km de altura e de 120 km de diâmetro. 

O volume do Monte Olimpo é cerca de 100 vezes maior do que o de Mauna Loa. Na verdade, toda a cadeia de ilhas havaianas (a partir de Kauai para o Havaí) caberia dentro do Monte Olimpo!

Porque o Monte Olimpo é tão grande?

A principal diferença entre os vulcões de Marte e da Terra é o seu tamanho; vulcões na região de Tharsis de Marte são 10 a 100 vezes maiores do que aqueles em qualquer lugar na Terra. 

Os fluxos de lava na superfície marciana são observados serem muito maiores, provavelmente devido a um resultado de taxas de erupção mais elevados e de menor gravidade de superfície.

Outra razão pela qual os vulcões em Marte são tão grandes é porque a crosta de Marte não se move da mesma forma como ela faz na Terra. 

Na Terra, os pontos quentes permanecem estacionários, mas placas da crosta estão se movendo acima deles. 

As ilhas havaianas resultam do movimento para noroeste da placa do Pacífico ao longo de um "hotspot" que produz lava estacionária. 

Como a placa se move sobre o "hotspot", novos vulcões são formados e os já existentes extintos. 

Este, distribui o volume total de lava entre muitos vulcões em vez de um único e grande vulcão. Em Marte, a crosta permanece estacionária e a lava se acumula em um única e muito grande vulcão.


*Tharsis Montes é a maior região vulcânica de Marte, tem cerca de 4.000 km de diâmetro, 10 km de altura, e contém 12 grandes vulcões. Os maiores vulcões da região de Tharsis são 4 vulcões chamados "Ascraeus Mons", "Pavonis Mons", "Arsia Mons" e "Olympus Mons". 


** Escarpa é uma elevação súbita do solo, superior à 45º,caracterizada pela formação de um penhasco ou uma encosta íngreme. A superfície desta encosta íngreme chamada de ¨rosto da escarpa¨. As escarpas são geralmente formadas pela erosão de rochas sedimentares ou pelo movimento vertical da crosta terrestre, ao longo de uma falha geológica.O termo escarpa vem do italiano ¨scarpa¨ e também é chamado de falésia.

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O pôr do Sol em Marte!

quarta-feira, 24 de junho de 2015.

(Atendendo a pedidos)

Após três anos de missão, a equipe da missão Curiosity, enfim focalizou o Sol de Marte com a poderosa "MastCam". 

E este foi o primeiro pôr do sol observado em cor pela Curiosity!

O veiculo Curiosity da NASA gravou esta seqüência de pontos de vista do pôr do sol de Marte, a partir da Cratera Gale, no final do 956° dia marciano da missão, em 15 de abril de 2015.

A imagem foi feita entre tempestades de poeira, mas um pouco de pó permaneceu suspenso no alto da atmosfera. 

Segundo Mark Lemmon da Universidade Texas A & M - College Station, membro da equipe científica da Curiosity,  que planejou as observações:

"As cores vêm do fato de que o pó muito fino é do tamanho certo para que a luz azul penetre a atmosfera de forma um pouco mais eficiente." 

"Quando a luz azul dispersa no pó, ela fica mais estreita na direção do sol do que a luz de outras cores faz."

"O resto do céu é uma graduação de amarelo para o laranja, amarelo e vermelho, em vez de ser absorvida ou ficar perto do sol, há a dispersão de luz, por todo o céu." 

Assim como as cores são mais dramáticas nos pores do sol da Terra, o pôr do sol marciano faz a parte azul, perto do sol ficar muito mais proeminente, enquanto a luz do dia normal, faz com que a cor da ferrugem do pó fique mais proeminente.

A Mastcam vê a cor de forma muito semelhante ao que os olhos humanos vêem, embora ela seja realmente um pouco menos sensível ao azul do que as pessoas são.

A poeira na atmosfera marciana tem partículas finas que permitem que a luz azul penetre na atmosfera de forma mais eficiente, do que as cores que tem comprimento de onda mais longo.

Isso faz com que as cores azuis expostas à luz mista que vem do sol ficam mais perto de parte do sol do céu, em comparação com a dispersão maior de outras cores, amarelo e vermelho.

O efeito é mais pronunciado próximo ao sol, quando a luz do sol passa através de um caminho mais longo na atmosfera, do que ao meio-dia.

Com certeza, as observações do sol vão ajudar os pesquisadores a avaliarem a distribuição vertical de poeira na atmosfera do planeta vermelho.

E é tão azul assim? Sim.

Em Marte, o espalhamento prevalece devido a uma atmosfera sobrecarregada e presença de partículas de poeira fina.

Assim, durante o pôr do sol (ou nascer do sol), as cores "quentes" são absorvidas, enquanto cores mais frias continuam o seu caminho, dando o tom mais azulado. 

No meio do dia (dia marciano), são as cores quentes que tingem o céu por causa de sua dispersão no ar.

Para entender melhor:

A Luz

Com a evolução da Física ao longo dos anos, os cientistas perceberam que a luz possui um comportamento similar ao das ondas eletromagnéticas, a luz é uma oscilação e se propaga no vácuo com uma certa variação no tempo (frequência). 

Podemos associá-la como um exemplo para o som, sem caracterizar muitos detalhes o som é uma vibração mecânica do ar, onde frequências diferentes caracterizariam sons graves e agudos. 

Assim como o som, as frequências determinam as cores para a luz, para uma determinada faixa de frequências podemos observar as cores, e essa faixa de cores é chamada de espectro de luz.

Você acha que o Sol é amarelo?

Como qualquer estrela, o Sol emite radiação em diferentes comprimentos de onda. 

No nosso dia a dia, isso pode ser traduzido como “várias cores”. Cada comprimento de onda equivale a uma cor diferente; inclusive as cores que não vemos. 

Raios gama, os comprimentos mais curtos (e mais energéticos), por exemplo, são emanações do Sol que não vemos. Ondas de rádio (comprimentos longos, pouco energéticos) também.

O pico das emissões solares se situa na zona espectral que chamamos de “visível”. Na verdade, nossos olhos evoluíram desta maneira, privilegiando esta determinada faixa eletromagnética justamente porque é ela a principal emitida pelo Sol!

E, dentro da faixa espectral visível, onde está o pico de emissão? Na cor amarela, certamente… Errado! O pico de emissão solar varia muito pouco, e se situa entre 475 e 500 nanômetros (o que é um nanômetro? Pegue um metro e divida em um bilhão de pedacinhos; cada pedacinho desses tem um nanômetro de comprimento!). Essas medidas de comprimento de onda equivalem, respectivamente, ao azul e ao verde.

Nosso cérebro “mistura” essas informações e acabamos interpretando a cor do Sol como sendo amarela. Mas, na verdade, o Sol é verde-azulado, se fôssemos realmente definir uma cor para a sua superfície. 

Creditos: NASA/JPL-Caltech/MSSS/Texas A&M Univ./ Planetário do Rio (Você acha que o Sol é amarelo?)

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Após uma viagem interplanetária de 10 meses, MAVEN entra em órbita de Marte!

terça-feira, 23 de setembro de 2014.
Após uma inserção de órbita bem sucedido, a sonda espacial "Mars Atmosphere and Volatile Evolution", ou MAVEN, entrou em órbita em torno de Marte, com êxito, na noite de ontem, 21 de setembro de 2014, completando uma viagem interplanetária de 10 meses e 711 milhões de quilômetros.

Maven é a primeira nave espacial dedicada a estudar a atmosfera superior do planeta vermelho, em um esforço para entender como o clima marciano mudou ao longo do tempo.

Assista ao vídeo que explica a missão:


(Crédito da imagem: NASA - National Aeronautics and Space Administration)
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A NASA pretende levar seres humanos à um asteroide em 2025 e à Marte em 2030!

terça-feira, 22 de abril de 2014.
A Agência Espacial Americana, NASA, está desenvolvendo capacidades para enviar seres humanos à Marte em 2030 e à um asteroide em 2025.

Segundo a agência, Marte é um destino muito importante para a descoberta científica e exploração robótica e humana, à medida que a humanidade expande sua presença no Sistema Solar. 

A formação e evolução de Marte são comparáveis a da Terra, e isto ajuda os cientistas a aprenderem mais sobre a história e o futuro de nosso planeta.

Hoje, os cientistas sabem que Marte tinha condições adequadas para sustentar a vida em seu passado, e sua exploração pode vir a revelar indícios da existência de vida, respondendo com isto uma pergunta que não quer calar o mundo: Existe Vida além da Terra?

Enquanto isto, exploradores robóticos estudam Marte há mais de 40 anos, e a futura e promissora exploração humana de Marte já começou no laboratório orbital que está a bordo da Estação Espacial Internacional. Todos os astronautas, que de tempos em tempos revesam seus trabalhos no laboratório orbital, estão ajudando a provar muitas das tecnologias e sistemas de comunicação que serão necessários para as missões humanas ao espaço profundo, incluindo Marte. A experiência humana a bordo da estação espacial também avança nossa compreensão de como são as mudanças do corpo no espaço e de como proteger melhor a saúde dos astronautas.

O próximo passo é o espaço profundo, onde a NASA vai enviar uma missão robótica para capturar e redirecionar um asteroide a orbitar a lua. Os astronautas a bordo da nave espacial Orion irão explorar o asteroide na década de 2020, retornando à Terra com amostras. Esta experiência em voos espaciais tripulados para além da órbita baixa da Terra vai ajudar a NASA a testar novos sistemas e capacidades, tais como a propulsão elétrica Solar ,já que será necessária para enviar carga como parte de missões humanas a Marte. 

Uma frota de naves robóticas e veículos exploradores de superfície já estão em Marte e em torno dele, aumentando dramaticamente o nosso conhecimento sobre o planeta vermelho e abrindo o caminho para futuros exploradores humanos. 

O veículo de exploração Curiosity está medindo radiação em Marte e envia de volta dados de radiação da superfície. Estes dados irão ajudar a planejar como proteger os astronautas que irão explorar o planeta vermelho.

Missões futuras, como a "Mars 2020 Rover", que buscará sinais de vidas passadas, também irá demonstrar novas tecnologias que poderão ajudar os astronautas a sobreviverem em Marte.

Engenheiros e cientistas estão trabalhando arduamente para desenvolver as tecnologias necessárias para que os astronautas possam um dia viver e trabalhar em Marte, e voltar para casa com segurança.
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Marte está em oposição à Terra desde o dia 08 de abril! Mas não se preocupe! O espetáculo ainda continua!

sexta-feira, 11 de abril de 2014.
Marte está em oposição à Terra desde o dia 08 de abril! 

Mas não se preocupem! Além desta data, onde Marte estava em oposição com o Sol, às 21:03 U.T.,e chegou a ter 0,6209 U.A. (unidades astronômicas, o que equivale à distância média entre a Terra e o Sol: 1 UA = 149500000 quilômetros) com a constelação de Virgem, como pano de fundo, em um declínio de -5°, um pouco favorável para o hemisfério sul. Mas que pôde ser visto a olho nu de todo o mundo!

Existirá um outro dia extremamente importante para este evento astronômico, que ocorre a cada 26 meses, que é 14 de abril!

Em 14 de abril, a Terra e o planeta Marte estarão localizados a uma distância mínima de 92.000 mil km, distância equivalente a de um voo de mais de 6 meses realizado pela sonda mais rápida da NASA. 

E o melhor é que você não terá problemas para encontrar Marte esta noite!

A Lua Cheia vai deslizar através do planeta vermelho (Marte) na constelação de Virgem, proporcionando um ponto de referência no céu.

Notavelmente, durante a mesma noite em que Marte estará mais perto da Terra, haverá um Eclipse Lunar Total. A lua cheia de 14-15 abril, popularmente chamada de "Lua Sangrenta", vai ficar tão vermelha quanto o próprio Planeta Vermelho! 

O astrônomo Percival Lowell escreveu sobre um encontro similar no século XIX: "Marte brilha em contraste com o fundo negro do espaço e faz isso com um esplendor que supera Sirius e rivaliza com o próprio gigante Júpiter." 

Embora o dia 08 de abril seja muito especial, qualquer noite diáfana de Abril é um bom momento para observar Marte! Vai ser muito fácil de vê-lo, sem o auxílio de um telescópio, mesmo de cidades iluminadas! Com um telescópio modesto amador, você pode ver o disco "enferrujado" de Marte, bem como a calota polar norte do planeta, que ficou inclinada para o Sol, no verão marciano que começou em fevereiro. 

Mas astrofotógrafos experientes, com suas câmeras digitais de última geração, podem detectar ainda mais; por exemplo, tempestades de poeira, nuvens orográficas em vulcões marcianos e névoas geladas; além da bacia de impacto enorme Hellas.

Alguns observadores têm descrito a vista como "Hubblesca" (como se vê-lo a partir do telescópio Hubble). 


Para se entender melhor:

Um planeta está em oposição quando atinge o ponto de sua órbita, aproximadamente alinhado com o Sol e a Terra, onde o Sol e o planeta estão em lados opostos do céu quando vistos da Terra. Este evento faz com que o planeta seja visível durante toda a noite, já que está "em melhores condições" para ser notado. 


Você sabia? Que enquanto você leu esta nota, você andou mais de 1000 km em direção a Marte?

Surpreso? 

Créditos: NASA/ Observatório de Córdoba
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A Sonda MRO, em órbita de Marte , encontra pistas da possível existência de água líquida no Planeta Vermelho!

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014.

PIA17934-MAIN_Ojha-1b-br2A sonda espacial  “Mars Reconnaissance Orbiter” (MRO), da NASA, que está em órbita de Marte, encontrou pistas da mais forte indicação da  existência de água líquida no planeta vermelho.

As evidências encontradas são marcas escuras que avançam  para baixo de algumas encostas marcianas quando as temperaturas sobem. Na imagem abaixo, três setas apontam para estes fluxos.

PIA17933_Ojha-1a-br2

A  principal hipótese deste tipo é um fluxo de água, perto da superfície, no qual permanecem sais líquidos que tem a propriedade de reduzir o ponto de congelamento da água pura.

Estes fluxos, agora documentados em vários lugares em Marte, formam e crescem durante as estações mais quentes, exatamente  quando a temperatura da superfície é quente o suficiente para que o gelo salgado derreta, e em seguida,  possa esvair-se ou desaparecer completamente na estação mais fria.

800px-A_sonda_MOR_e_a_acao_de_seus_instrumentos

Mars Reconnaissance Orbiter é uma sonda norte-americana que tem a finalidade de procurar evidências da existência de água, no passado remoto de Marte.

Trata-se de uma sonda enviada pela NASA, sob os cuidados do Laboratório de Propulsão a Jato (JPL), que está encarregado de gerenciar esta sonda.

A sonda foi lançada em 10 de agosto de 2005, as 11:43 hs da manhã, da Estação da Força Aérea do Cabo Canaveral, situada no estado da Flórida, por um foguete da “Lockheed Martin”, modelo Atlas V 401.

O tema da missão da “Mars Reconnaissance Orbiter” é  "Siga a água".

Os instrumentos científicos presentes na sonda monitoram, de forma associada,  o presente ciclo de água na atmosfera de Marte, e a deposição e sublimação de gelo de água na superfície.

Além disto, a “Mars Reconnaissance Orbiter” procura por características diversas da superfície,  e por minerais (tais como carbonatos e sulfatos) que registram a presença prolongada de água líquida na superfície,  num passado remoto da história do planeta.

Crédito da Ilustração: NASA / JPL

Créditos das imagens : NASA / JPL / MRO

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As Maravilhas do Céu Estrelado © 2005 - todos os direitos reservados para o autor: Engº João Batista Salgado Loureiro | Template By Mundo B |