APRESENTAÇÃO DO CANAL

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Lindo Simulador 3D do Céu! Totalmente Interativo!

quarta-feira, 18 de maio de 2016.

Não poderíamos de deixar de apresentar este belíssimo Simulador 3D do Sistema Solar e do Céu Noturno chamado Solar System Scope! É um planetário Virtual e Observatório!

Características: 
  • Idiomas disponíveis: Inglês, espanhol, alemão, russo, italiano, coreano, eslovaco;
  • Visão heliocêntrica com posições em tempo real dos planetas e das órbitas planetárias; 
  • Tamanhos esquemáticos e realistas dos planetas e a distâncias entre eles; 
  • Movimento dos planetas em tempo "real", para ver como eles se move, uns em relação aos outros - Orrery Virtual; 
  • Exploração planetária contendo textos com informações pertinentes, imagens e visões adicionais, tais como a estrutura de cada planeta.
  • Luas (luas galileanas, Deimos e Fobos (Luas de Marte), Titan (de Saturno) e 15 outras) 
  • Planetas anões (Plutão, Ceres, Haumea, Makemake, Eris) e suas órbitas; 
  • Cometas (Siding Spring, Lovejoy 2013, Lovejoy 2011, Panstarrs, ISON, Halley, 67P, 209P) - contendo suas posições e trajetórias; 
  • A nave espacial Rosetta e sua jornada para o cometa 67P / Churyumov-Gerasimenko;
  • Estrelas e as Constelações do céu noturno como vista de um determinado local - Observatório Virtual; 
  • Céu noturno totalmente interativo: apontar o dispositivo para o céu para ver todos os objetos em seu devido lugar (no caso de dispositivos móveis); 
  • Busca avançada de objetos;
  • A Elíptica, linhas de grade e muito mais!

Existem duas versões do Simulador uma para desktop e outra para Dispositivos Móveis disponível no Google Play. Acesse através dos links e divirta-se!



Se preferir, assista ao vídeo de apresentação:





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As estações da Terra vão mudar amanhã!

terça-feira, 22 de setembro de 2015.
As estações vão mudar amanhã, 23 de setembro, com o Hemisfério Sul se movendo de inverno para primavera e o Hemisfério Norte entrando no outono.

O evento celeste que marca essa transição é chamado de "equinócio" (do latim aequinoctìum, 'igualdade dos dias e das noites'), e acontece duas vezes por ano, a primeira em torno de 21 de Março e a seguinte em torno de 21 de setembro.

A Terra é tão grande que sua massa tem um efeito giroscópico extremamente poderoso. Por este motivo, os seus polos sempre apontam na mesma direção, embora um grande terremoto possa causar pequenas oscilações neste eixo.

Mais importante ainda, o movimento da Terra em torno do Sol não tem absolutamente nenhum efeito sobre a direção em que os eixos dos polos estão apontando, mas tem consequências muito importantes para estações terrestres.

Os astrônomos marcam as posições dos objetos no céu em relação aos polos de rotação da Terra. A linha mais importante é o equador celeste, que divide o céu em dois hemisférios norte e sul (a linha azul que você vê na imagem)

O eixo de rotação da Terra está inclinado 23,4 graus em relação ao plano de sua órbita. Esta inclinação é sempre para o mesmo ponto no céu, o chamado polo celestial, não importa por onde a Terra passe.

Esta inclinação faz com que pareça, para qualquer observador da superfície da Terra, que o Sol está se movendo pelo céu em um ângulo pendente para o equador celeste. Este é marcado pela linha vermelha na imagem, a "eclíptica", porque eclipses acontecem ao longo desta linha.

Duas vezes por ano, o Sol cruza o equador celeste, movendo-se a partir do Hemisfério Norte para o Hemisfério Sul, ou vice-versa. Estes dois cruzamentos são muito importantes para os habitantes da Terra, porque eles marcam a mudança na direção dos raios do Sol , quando “tocam” a Terra.

Especificamente, amanhã, o Sol vai passar do hemisfério norte para o hemisfério sul. Ele vai passar por cima (em todos os lugares) ao longo do equador da Terra nesta data, e o Sol vai nascer exatamente à leste e se pôr exatamente à oeste. Os dias e as noites também terão comprimento aproximadamente igual. ("Equinox" é derivado do latim e significa "noite igual").

Depois de amanhã, o Sol vai brilhar mais na metade sul do nosso planeta e menos na metade norte. 

O Sol vai continuar em seu caminho em direção ao sul aproximadamente nos próximos três meses, atingindo o seu ponto mais ao sul em 21 de dezembro, a data do "solstício". 

No Hemisfério Norte, os dias serão mais curtos, as noites mais longas, e as temperaturas mais frias durante estes próximos três meses de caminhada.

É sempre importante lembrar que este evento faz parte de um ciclo, e que depois de 21 de dezembro, o Sol começar a se mover em direção ao norte novamente.
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Nasa afirma que não há ameaca de um suposto asteróide que irá impactar com a Terra!

quinta-feira, 20 de agosto de 2015.
Inúmeras publicações recentes de blogs e sites da web estão erroneamente afirmando que um asteróide vai impactar com a Terra, em algum momento entre 15 e 28 de setembro de 2015. 

Em uma dessas datas, como os rumores afirmam, haverá um impacto - "evidentemente" perto de Porto Rico - causando destruição nas costas do Atlântico e do Golfo dos Estados Unidos e México, bem como a América do Sul e a Central. 

"Não há nenhuma base científica, e não há um traço de evidência se quer, de que um asteróide ou qualquer outro objeto celeste impactará com a Terra nestas datas", disse Paul Chodas, gerente da "NASA's Near-Earth Object office" no "Jet Propulsion Laboratory" em Pasadena, Califórnia. 

Na verdade, o programa de observações "Near-Earth Object", da NASA, diz não haver asteróides ou cometas observados que afetam a Terra em qualquer momento em um futuro previsível.

Segundo eles, todos os asteróides conhecidos, potencialmente perigosos, tem uma chance menor de 0,01% de impactar com a Terra nos próximos 100 anos.

Saiba mais sobre Astronomia em nossos Canais:
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Estudante universitário consegue mapear tubos de plasma acima da Terra!

domingo, 7 de junho de 2015.
Usando o radiotelescópio Murchison Widefield Array (MWA), do deserto Western da Austrália, um estudante da Universidade de Sydney, Cleo Loi, descobriu tubos de plasma enormes na atmosfera superior da Terra.

Embora a presença destes objetos já tivessem sido previstos há mais de 60 anos, eles nunca haviam sido vistos.

Além disto, imaginava-se que eles eram os responsáveis pela possível interferência de rádio que há com os sistemas de navegação por satélite.

Usando o radiotelescópio para observar em 3D, Loi foi capaz de capturar imagens de grandes áreas do céu usando os recursos rápidos de fotografia do MWA para produzir um filme que mostra os movimentos do plasma em tempo real.

Estes tubos enormes de plasma, acima da Terra, são criados quando a radiação ionizante do Sol atinge átomos na ionosfera.

A Terra está cercada no espaço pela magnetosfera. Acredita-se que esta camada seja gerada pelo movimento do ferro líquido, níquel e outros metais que estão profundamente dentro do centro do núcleo da Terra, o que cria um campo magnético que se estende para além dos confins da terra e "embrulha" o nosso planeta em uma camada protetora que desvia muitos tipos de radiação ionizante.

O nível mais interno da magnetosfera é a ionosfera, e a camada que está além é a plasmasfera.
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A Terra está com febre!

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014.
A temperatura média da Terra aumentou ao longo de 1º F, no século passado. 

Projeta-se que nos próximos 100 anos, a temperatura suba entre 3º F e 10º F. 

Estes dados da rede global de satélites, missões aéreas e sistemas de monitoramento de superfície da NASA, são usados para construir modelos climáticos que nos ajudem a compreender as causas e efeitos do aquecimento global.

Assista ao vídeo:




Coisas úteis para se lembrar:

  • 1º F (Fahrenheit) = -17,22 º C (Celsius);
  • A temperatura normal de uma pessoa é de 37º C = 98º F;
  • A água congela quando sua temperatura alcança 0º C = 32º F;
  • A água ferve quando chega a uma temperatura de 100ºC = 212º F.



Créditos:
Vídeo e Imagem: NASA
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Descobriram uma nova barreira de energia que protege a Terra de radiação!

sexta-feira, 28 de novembro de 2014.
Pesquisadores da Universidade do Colorado e do MIT, com a ajuda da NASA, descobriram novos detalhes sobre os famosos cinturões de Van Allen , dois anéis de radiação que, por sua vez protegem a Terra da radiação externa. 

Agora, após análise dos dados que foram coletados por duas sondas da NASA, chegou-se a conclusão da existência de uma barreira de energia capaz de interromper a passagem de elétrons que circulam em torno da Terra a uma velocidade próxima à da luz.

Estes elétrons de energia , chamados elétrons "ultra relativistas" circulam no topo da atmosfera da Terra, na área externa do cinturão de Van Allen (entre 11.000 e 20.000 km acima da Terra). Para se aventurar para além deste limite, bombardeado tudo em seu caminho, desativando satélites, sistemas de comunicação, eletrônicos e colocando em risco a saúde dos astronautas que estão na Estação Espacial Internacional (ISS, em órbita a 420 quilômetros da Terra ). 

Mas afinal, por que não são realmente um perigo?

Graças aos dados recolhidos por estas duas sondas de Van Allen por 20 meses, os cientistas descobriram que não é o campo magnético da Terra , que mantém na baía esta radiação, mas uma barreira impenetrável chamado de " assobio (silvo) plasmaférico ". São ondas eletromagnéticas de baixa freqüência que impedem que estes elétrons excedam a distância de 11.000 km da Terra. Esta barreira neutralizante, faz com que eles colidam com átomos de gás neutro e, eventualmente, desapareçam.


Os resultados da pesquisa foram publicados na revista Nature e, de acordo com John Foster , do MIT, é uma descoberta de um " fenômeno muito raro, extraordinário e pronunciado. O que isso nos diz é que se você colocar um satélite ou uma estação espacial internacional com astronautas dentro, pouco antes desta barreira impenetrável, sua expectativa de vida é muito maior. E isso é importante saber ".

Na imagem você pode ver os cintos e as suas respectivas distâncias a partir da superfície da Terra.

As sondas de Van Allen permitiram à NASA descobrir no ano passado um terceiro cinto de radiação previamente desconhecido, o que levou à descoberta desta barreira, que também pode ser visto nesta exibição (a esfera interior azul-verde). Um avanço que irá servir, entre outras coisas, para entender como será a proteção da radiação cósmica de uma futura missão tripulada a Marte. [Via MIT e NASA].

Para entender melhor:

O Cinturão de Van Allen é uma região onde ocorrem vários fenômenos atmosféricos devido à concentrações de partículas no campo magnético terrestre, que foram descobertas em 1958 por James Van Allen, que elaborou um experimento de raios cósmicos que foi embarcado na sonda americana Explorer 1, lançada em janeiro de 1958.

As radiações de Van Allen não ocorrem, salvo em raras exceções, nos polos, e sim na região equatorial. Estas formam dois cinturões em forma de anéis, com centro no equador. 

O anel mais interno se estende entre as altitudes de mil e cinco mil quilômetros, e sua intensidade máxima ocorre em média aos três mil quilômetros. Ele consiste de prótons altamente energéticos, que se originam pelo decaimento de nêutrons produzidos quando alguns raios cósmicos vindos do espaço exterior colidem com átomos e moléculas da atmosfera terrestre. Parte dos nêutrons é ejetada para fora da atmosfera e se desintegra em prótons e elétrons ao atravessar esta região do cinturão. Essas partículas se movem em trajetórias espirais ao longo de linhas de força do campo magnético terrestre.

O segundo cinturão, que fica situado entre 15.000 e 25.000 km, contém partículas eletricamente carregadas de origem tanto atmosférica quanto solar. São principalmente íons de hélio trazidos pelo vento solar. As partículas mais energéticas deste são elétrons, cuja energia atinge várias centenas de milhares de elétrons-volt. Os prótons são muito menos energéticos do que os do primeiro cinturão, porém seu fluxo é mais intenso.

Via de regra, não existe entre os dois cinturões uma delimitação; eles fundem-se em altitudes variáveis. Durante os períodos de intensa atividade solar, grande parte das partículas eletricamente carregadas vindas do Sol consegue romper a barreira formada pelos cinturões de radiação de Van Allen. Ao atingir a alta atmosfera produzem os fenômenos das auroras polares e as tempestades magnéticas.
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As Estações da Terra mudam hoje!

segunda-feira, 22 de setembro de 2014.
As estações vão mudar hoje (22 de setembro), com o Hemisfério Sul se movendo de inverno para primavera e o Hemisfério Norte entrando no outono.

O evento celeste que marca essa transição é chamado de "equinócio" (do latim aequinoctìum, 'igualdade dos dias e das noites'), e acontece duas vezes por ano, a primeira em torno de 21 de Março e a seguinte em torno de 21 de setembro.

A Terra é tão grande que sua massa tem um efeito giroscópico extremamente poderoso. Por este motivo, os seus polos sempre apontam na mesma direção, embora um grande terremoto possa causar pequenas oscilações neste eixo.

Mais importante ainda, o movimento da Terra em torno do Sol não tem absolutamente nenhum efeito sobre a direção em que os eixos dos polos estão apontando, mas tem consequências muito importantes para estações terrestres.

Os astrônomos marcam as posições dos objetos no céu em relação aos polos de rotação da Terra. A linha mais importante é o equador celeste, que divide o céu em dois hemisférios norte e sul (a linha azul que você vê na imagem)

O eixo de rotação da Terra está inclinado 23,4 graus em relação ao plano de sua órbita. Esta inclinação é sempre para o mesmo ponto no céu, o chamado polo celestial, não importa por onde a Terra passe.

Esta inclinação faz com que pareça, para qualquer observador da superfície da Terra, que o Sol está se movendo pelo céu em um ângulo pendente para o equador celeste. Este é marcado pela linha vermelha na imagem, a "eclíptica", porque eclipses acontecem ao longo desta linha.

Duas vezes por ano, o Sol cruza o equador celeste, movendo-se a partir do Hemisfério Norte para o Hemisfério Sul, ou vice-versa. Estes dois cruzamentos são muito importantes para os habitantes da Terra, porque eles marcam a mudança na direção dos raios do Sol , quando “tocam” a Terra.

Especificamente, hoje, o Sol vai passar do hemisfério norte para o hemisfério sul. Ele vai passar por cima (em todos os lugares) ao longo do equador da Terra nesta data, e o Sol vai nascer exatamente à leste e se pôr exatamente à oeste. Os dias e as noites também terão comprimento aproximadamente igual. ("Equinox" é derivado do latim e significa "noite igual").

Depois de hoje, o Sol vai brilhar mais na metade sul do nosso planeta e menos na metade norte. 

O Sol vai continuar em seu caminho em direção ao sul aproximadamente nos próximos três meses, atingindo o seu ponto mais ao sul em 21 de dezembro, a data do "solstício". 

No Hemisfério Norte, os dias serão mais curtos, as noites mais longas, e as temperaturas mais frias durante estes próximos três meses de caminhada.

É sempre importante lembrar que este evento faz parte de um ciclo, e que depois de 21 de dezembro, o Sol começar a se mover em direção ao norte novamente.
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Você Sabia? Que amanhã a Terra estará mais afastada do Sol?

quinta-feira, 3 de julho de 2014.
Afélio e Periélio da Terra em seu movimento de Translação
Exatamente isto! Amanhã a Terra estará em seu AFÉLIO (do latim "aphelium", "apos", que quer dizer longínquo), que é o ponto da órbita em que um planeta ou um corpo menor do sistema solar está mais afastado do Sol.

As órbitas de todos os planetas são sempre elípticas, tendo sempre um ponto mais afastado (afélio) e um ponto mais próximo (periélio), localizado na extremidade oposta. 

A distância entre a Terra e o Sol, no afélio, é de aproximadamente 1,0167 unidades astronômicas ou 152.093.369,99 quilômetros. 

Quando um astro se encontra no afélio, ele tem a menor velocidade de translação de toda a sua órbita. 

A linha da elipse, para o eixo maior (2a),  também contém o periélio, a distância mais próxima do Sol, que ocorrerá em 04/01/2015 ás 06:23:28 horas. (Tempo Universal de Greenwich).

Esta linha se "move" sobre a eclíptica (de oeste para leste, na figura, em sentido anti-horário), cerca de 11.5" de arco de grau por ano, e faz uma volta completa sobre a órbita terrestre a cada 112.695,65 anos da Terra. 

Para se ter uma ideia, dentro de 56.347,82 anos, o periélio ocorrerá em uma data próxima a 4 de Julho. 

Esse movimento ocorre em toda órbita (elipse) de um planeta, cometa ou asteroide. 

Fonte: el observador astronómico

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SWARM, da ESA, confirma o enfraquecimento do Campo Magnético da Terra! Assista ao Vídeo!

segunda-feira, 30 de junho de 2014.
Em 19 de junho, os cientistas da ESA encontraram-se em Copenhague para demonstrar o primeiro conjunto de resultados da missão SWARM, que revelou as mais recentes mudanças no campo magnético que protege o nosso planeta.

Campo Magnético da Terra - Junho de 2014
Lançada em novembro de 2013, Swarm está fornecendo "insights", sem precedentes, sobre o complexo funcionamento do campo magnético da Terra, aquele que nos protege da radiação cósmica e do bombardeamento de partículas carregadas vindas do espaço.

E até agora, estes dados indicam que o campo magnético da Terra parece ter enfraquecido substancialmente nos últimos anos, cerca de 10%. 

Algumas medições feitas durante os últimos seis meses confirmam a tendência geral de enfraquecimento do campo, com as quedas mais dramáticas concentradas no Hemisfério Ocidental. 

Por outro lado, observou-se o efeito contrário no sul do Oceano Índico, onde o campo tem sido consideravelmente reforçado. 

Outro fato NOTÁVEL, é que os focos representam que a polaridade norte do campo magnético da Terra também parece ter-se deslocado para a Sibéria. 



Estas modificações são baseadas nos sinais magnéticos provenientes do núcleo da Terra. E nos próximos meses, os cientistas vão analisar os dados para desvendar as "contribuições magnéticas" provenientes de outras fontes, ou seja, do manto, crosta, oceanos, ionosfera e da magnetosfera.

Isto irá proporcionar uma nova visão sobre muitos processos naturais, desde aqueles que ocorrem profundamente dentro do nosso planeta, e a meteorologia espacial desencadeada pela atividade solar. Por sua vez, esta informação irá produzir uma melhor compreensão do por quê o campo magnético da Terra está enfraquecendo.

"Esses resultados iniciais demonstram o excelente desempenho do Swarm", disse Rune Floberghagen, Gerente da Missão Swarm da ESA.

PARA ENTENDER MELHOR:

A missão da Agência Espacial Europeia, SWARM, foi lançada em novembro de 2013, e é composta por três satélites em órbita que tem o objetivo de estudar o campo magnético da Terra.

Os satélites SWARM têm a missão de descobrir quais os componentes que influenciam o comportamento do campo magnético da Terra e observar sua relação com a atividade solar. 

Eles são capazes de fazer medições de alta resolução da força e da precisão, direção e variações do campo magnético da Terra, que são complementadas por medições de navegação precisas, acelerômetros e campo elétrico, e fornecem dados essenciais para a modelagem do campo geomagnético e sua interação com os outros aspectos físicos do sistema Terra. 

Os resultados fornecem uma visão única do interior da Terra a partir do espaço, e fornecem dados sobre a composição e os processos internos que estão sendo estudados em detalhes, aumentando assim o conhecimento dos processos atmosféricos e os padrões de circulação dos oceanos que afetam o clima global. 

CURIOSIDADE:

Há vários cientistas que afirmam que num curto prazo de tempo, em torno de 5.000 a 10.000 anos, a Terra irá sofrer os efeitos de uma mudança de polaridade de seu Campo Magnético, ou seja, a polaridade norte será "trocada" com a do Sul. Será?

Info Fonte:ESA

Vídeo: European Space Agency, ESA
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Você Sabia? Que a Lua não é a unica companheira da Terra?

segunda-feira, 28 de abril de 2014.

Há muitos corpos que possuem órbitas muito próximas da Terra, mas há dois corpos, em particular, que algumas vezes são referidos como suas luas, embora eles não sejam exatamente merecedores deste título. Apesar de sabermos que daqui a 600 anos, um deles irá "agir" como uma segunda lua, por um período de 50 anos, dando uma volta pelo planeta Terra uma vez por ano

Descoberto em 1986, Cruithne 3753 é um asteroide com 5 quilômetros de diâmetro, que atualmente orbita em torno do Sol, e que possui uma ressonância orbital de 1:1 com a órbita da Terra. 

A órbita do asteroide é uma órbita ferradura e foi descrito como a "segunda lua da Terra", embora seja apenas um quase-satélite. 

Curiosamente, em um determinado momento de sua órbita, Cruithne 3753 parece estar seguindo o nosso planeta.

A gravidade da Terra afeta Cruithne de tal forma que a terra e esse asteroide retornam todos os anos para quase o mesmo lugar da órbita, um em relação ao outro. 

O asteroide Cruithne 3753 faz uma viagem que descreve uma ferradura.

No entanto, Cruithne não vai colidir com a Terra, porque a sua órbita é muito inclinada em relação a nossa. Ele se move dentro e fora do plano da eclíptica , ou plano da órbita da Terra em torno do sol.

Outro asteroide que segue o padrão da Terra em volta do Sol, em uma órbita semelhante ao desenho de uma ferradura é o 2002 AA29, com cem metros de diâmetro.

De acordo com a análise dos astrônomos, o asteroide primeiro se aproxima da Terra de um lado, e noventa e cinco anos depois, reaparece do lado contrário. 

O asteroide 2002 AA29 fez sua maior aproximação da Terra, a uma distância 12 vezes maior do a que separa a Terra da Lua, em 2003. Em seguida, ele continuou seu movimento em volta do Sol e reaparecerá no lado oposto em 2098.

Órbita em ferradura de 2002 AA29. O gráfico mostra uma revolução completa de 95 anos.
A posição de 2002 AA 29 ao longo da órbita é do ano de 2003
(última abordagem mais próxima da Terra). Image: JPL

Segundo os cientistas, este é o primeiro objeto celeste conhecido que apresenta uma órbita semelhante à forma de uma ferradura. Essa trajetória incomum seria resultado da complexa interação entre a atração gravitacional do Sol e da Terra.

Cálculos dos especialistas também indicam que o asteroide vai circular temporariamente pela Terra daqui a 600 anos. Por 50 anos, vai agir como uma segunda lua, dando uma volta pelo planeta uma vez por ano

Mas apesar do fenômeno, o 2002 AA29 não pode ser considerado um satélite genuíno porque sua órbita continuará a ser controlada pelo Sol.

O asteroide 2002 AA29 foi identificado pela primeira vez no dia 9 de janeiro de 2002, pelo grupo LINEAR.

Fonte: JPL/ NASA
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Marte está em oposição à Terra desde o dia 08 de abril! Mas não se preocupe! O espetáculo ainda continua!

sexta-feira, 11 de abril de 2014.
Marte está em oposição à Terra desde o dia 08 de abril! 

Mas não se preocupem! Além desta data, onde Marte estava em oposição com o Sol, às 21:03 U.T.,e chegou a ter 0,6209 U.A. (unidades astronômicas, o que equivale à distância média entre a Terra e o Sol: 1 UA = 149500000 quilômetros) com a constelação de Virgem, como pano de fundo, em um declínio de -5°, um pouco favorável para o hemisfério sul. Mas que pôde ser visto a olho nu de todo o mundo!

Existirá um outro dia extremamente importante para este evento astronômico, que ocorre a cada 26 meses, que é 14 de abril!

Em 14 de abril, a Terra e o planeta Marte estarão localizados a uma distância mínima de 92.000 mil km, distância equivalente a de um voo de mais de 6 meses realizado pela sonda mais rápida da NASA. 

E o melhor é que você não terá problemas para encontrar Marte esta noite!

A Lua Cheia vai deslizar através do planeta vermelho (Marte) na constelação de Virgem, proporcionando um ponto de referência no céu.

Notavelmente, durante a mesma noite em que Marte estará mais perto da Terra, haverá um Eclipse Lunar Total. A lua cheia de 14-15 abril, popularmente chamada de "Lua Sangrenta", vai ficar tão vermelha quanto o próprio Planeta Vermelho! 

O astrônomo Percival Lowell escreveu sobre um encontro similar no século XIX: "Marte brilha em contraste com o fundo negro do espaço e faz isso com um esplendor que supera Sirius e rivaliza com o próprio gigante Júpiter." 

Embora o dia 08 de abril seja muito especial, qualquer noite diáfana de Abril é um bom momento para observar Marte! Vai ser muito fácil de vê-lo, sem o auxílio de um telescópio, mesmo de cidades iluminadas! Com um telescópio modesto amador, você pode ver o disco "enferrujado" de Marte, bem como a calota polar norte do planeta, que ficou inclinada para o Sol, no verão marciano que começou em fevereiro. 

Mas astrofotógrafos experientes, com suas câmeras digitais de última geração, podem detectar ainda mais; por exemplo, tempestades de poeira, nuvens orográficas em vulcões marcianos e névoas geladas; além da bacia de impacto enorme Hellas.

Alguns observadores têm descrito a vista como "Hubblesca" (como se vê-lo a partir do telescópio Hubble). 


Para se entender melhor:

Um planeta está em oposição quando atinge o ponto de sua órbita, aproximadamente alinhado com o Sol e a Terra, onde o Sol e o planeta estão em lados opostos do céu quando vistos da Terra. Este evento faz com que o planeta seja visível durante toda a noite, já que está "em melhores condições" para ser notado. 


Você sabia? Que enquanto você leu esta nota, você andou mais de 1000 km em direção a Marte?

Surpreso? 

Créditos: NASA/ Observatório de Córdoba
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Nossa Frota Estelar de Satélites que estudam a Terra receberá o maior reforço, sem precedentes, em 2014! Earth Right Now!

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014.

EarthSat_HDA imagem acima  mostra a imensa frota de satélites que já orbitam  e estudam o nosso lindo planeta!

Mas, o ano 2014 será o ano sem precedentes quanto ao número de  lançamentos de novas missões de pesquisa e observação da Terra, já que terá mais lançamentos em um único ano, em mais de uma década.

A Nasa criou um lema “Terra Right Now” para batizar o lançamento de cinco missões de observação da Terra, que irão fornecer dados importantes para os cientistas que tentam entender a mudança climática do nosso planeta.

Desde a criação da agência em 1958, a Nasa estabeleceu-se como líder mundial em estudos de ciência e do clima da Terra.

Conheça as Missões de Observação da Terra que serão lançadas em em  2014:

GPM -  O “Global Precipitation Measurement” (GPM) é uma missão internacional que se utilizará de um  satélite para fornecer observações da próxima geração de chuva e de neve em todo o mundo, a cada três horas. Os dados obtidos serão utilizados para unificar as medições de precipitação, feitas por uma rede internacional de satélites parceiros, para quantificar quando, onde e quanto chove ou neva em todo o mundo. A missão GPM vai ajudar a promover a nossa compreensão dos ciclos hídricos e energéticos da Terra, melhorar a previsão de eventos extremos que causam desastres naturais, e estender as capacidades atuais de utilização de informações de precipitação por satélite para beneficiar diretamente a sociedade.

ISS-Rapidscat  - O instrumento “ISS-RapidScat” é uma substituição rápida, e de baixo custo, para o satélite “QuikScat Earth”, da NASA, que monitorou ventos oceânicos e forneceu medições essenciais que foram utilizadas ​​em previsões meteorológicas, incluindo o monitoramento de furacões. As medições do  “QuikScat” eram tão essenciais que quando ele parou de recolher dados, no final de 2009, a NASA foi desafiada a conceber um substituto de forma rápida e econômica. Então, a equipe do “ Jet Propulsion Laboratory”, da NASA, e do programa da estação da agência, surgiu com uma solução que utiliza a estrutura da Estação Espacial Internacional (ISS), e reutiliza o “hardware”, originalmente construído para peças de teste do “QuikScat”.  O instrumento “ISS-RapidScat”  vai voar a bordo da Estação Espacial Internacional, e vai medir a velocidade e a direção dos ventos oceânicos da superfície da Terra.

CATS – O “Cloud-Aerosol Transport System” (CATS) investigará a localização, a composição e a distribuição da poluição, poeira, fumaça, aerossóis (suspensão de partículas sólidas, ou mais freq. líquidas, num meio gasoso), e outras partículas na atmosfera.

OCO-2  - O Observatório Orbital de Carbono (OCO) –2, será o primeiro satélite da NASA dedicado a fazer o sensoriamento remoto, e o estudo do dióxido de carbono  que está presente na atmosfera terrestre.

SMAP – O SMAP irá fornecer medições globais da umidade do solo e seu estado limite de congelamento / descongelamento. Estas medidas serão utilizados para melhorar a compreensão dos processos que ligam os ciclos de água, de energia e de carbono, e para ampliar as capacidades dos modelos meteorológicos e de previsão climática. Dados do SMAP  também serão utilizados para quantificar o fluxo líquido de carbono em paisagens boreais, e desenvolver melhores capacidades de previsão de enchentes e de  monitoramento de secas.

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A Respiração da Terra!

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013.

BreathingEarth

Com a chegada do solstício, não poderíamos deixar de mostrar a mudança das estações de nosso lindo planeta,  neste lindo pulsar de plena vida!

As estações do ano, na Terra,  acompanham o aumento e diminuição das temperaturas, a vida e morte das plantas, a formação do gelo e o seu derretimento, dentre outras coisas.

BreathingEarth-3

E é graças a Viz John Nelson, que é designer, cartógrafo e especialista de dados, que podemos ver este espetáculo composto de diversas imagens de satélite da superfície terrestre, provenientes do “Visible Earth” da NASA, que foram organizadas por mês, e, em seguida, transformadas nesta série de “gifs” animados, que mostram as mudanças sazonais na vegetação e gelo terrestre em torno do mundo.

O projeto “NASA Visible Earth” tem um vasto catálogo de imagens do nosso planeta, visto do espaço,  e o oferece a qualquer um.  É um  serviço público dos melhores!

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As Estações da Terra vão mudar neste domingo!

sexta-feira, 20 de setembro de 2013.
Equinócio de setembro de 2013 - proj. stellarium

As estações vão mudar neste domingo (22 de setembro), com o Hemisfério Sul se movendo de inverno para primavera e o Hemisfério Norte entrando no outono.

O evento celeste que marca essa transição é chamado de "equinócio" (do latim aequinoctìum, 'igualdade dos dias e das noites'), e acontece duas vezes por ano, a primeira em torno de 21 de Março e a seguinte em torno de 21 de setembro.

A Terra é tão grande que sua massa tem um efeito giroscópico extremamente poderoso. Por este motivo, os seus polos sempre apontam na mesma direção, embora um grande terremoto possa causar pequenas oscilações neste eixo.

Mais importante ainda, o movimento da Terra em torno do Sol não tem absolutamente nenhum efeito sobre a direção em que os eixos dos polos estão apontando, mas tem consequências muito importantes para estações terrestres .




Os astrônomos marcam as posições dos objetos no céu em relação aos polos de rotação da Terra. A linha mais importante é o equador celeste, que divide o céu em dois hemisférios norte e sul (a linha azul que você vê na imagem)

O eixo de rotação da Terra está inclinado 23,4 graus em relação ao plano de sua órbita. Esta inclinação é sempre para o mesmo ponto no céu, o chamado polo celestial, não importa por onde a Terra passe.

Esta inclinação faz com que pareça, para qualquer observador da superfície da Terra, que o Sol está se movendo pelo céu em um ângulo pendente para o equador celeste. Este é marcado pela linha vermelha na imagem, a "eclíptica", porque eclipses acontecem ao longo desta linha.

Duas vezes por ano, o Sol cruza o equador celeste, movendo-se a partir do Hemisfério Norte para o Hemisfério Sul, ou vice-versa. Estes dois cruzamentos são muito importantes para os habitantes da Terra, porque eles marcam a mudança na direção dos raios do Sol , quando “tocam” a Terra.

Especificamente, no domingo, o Sol vai passar do hemisfério norte para o hemisfério sul. Ele vai passar por cima (em todos os lugares) ao longo do equador da Terra nesta data, e o Sol vai nascer exatamente à leste e se pôr exatamente à oeste. Os dias e as noites também terão comprimento aproximadamente igual. ("Equinox" é derivado do latim e significa "noite igual").

Depois de domingo, o Sol vai brilhar mais na metade sul do nosso planeta e menos na metade norte. 

O Sol vai continuar em seu caminho em direção ao sul aproximadamente nos próximos três meses, atingindo o seu ponto mais ao sul em 21 de dezembro, a data do "solstício". 

No Hemisfério Norte, os dias serão mais curtos, as noites mais longas, e as temperaturas mais frias durante estes próximos três meses de caminhada.

É sempre importante lembrar que este evento faz parte de um ciclo, e que depois de 21 de dezembro, o Sol começar a se mover em direção ao norte novamente.


Veja o equinócio do Espaço:



Créditos dos vídeos: SPACE.com e Geografismos
Crédito da Imagem: Stellarium - Projeção realizada para o dia 22 de setembro de 2013 (22:30) a partir da cidade de São Paulo-Brasil - O ponto de cruzamento dos dois movimentos está abaixo do horizonte do observador.
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Céu Calmo sobre os Oceanos!

terça-feira, 17 de setembro de 2013.

Vivemos em um planeta inquieto e dinâmico.

Em um único dia, há geralmente um ciclone, uma depressão tropical, ou tempestade extra-tropical em algum lugar da Terra.

Mas por um breve momento, na semana passada, os céus sobre todos os oceanos ficaram relativamente calmos!

Esta imagem é uma composição de quatorze voltas de um satélite realizadas a partir de 08 de setembro de 2013.


A imagem em cor natural foram adquiridas pelo instrumento VIIRS (Visible Infrared Radiometer Imagem Suite) que está a bordo do satélite NPP .

O satélite NPP está em órbita polar, circundando a Terra do Polo Norte ao Polo Sul, 14 vezes ao dia, em todas as latitudes.

NPP é um satélite composto de seis elementos: a nave, e mais cinco diferentes instrumentos que são utilizados para monitorar a vida na Terra do Espaço. Além é claro dos equipamentos de apoio, sensores e simuladores.

NPP é agora conhecido como “Suomi National Polar-orbiting Partnership” ou “Suomi NPP”, e foi construído pelo “Goddard Space Flight Center” da NASA.

A sonda transmite dados diretamente de seu sensor de armazenamento e também dados em tempo real para uma estação receptora em Svalbard, um território ártico da Noruega.

NPP iniciou uma nova era de observações da Terra após seu lançamento e está sendo usado para monitorar as mudanças climáticas, a vegetação, a camada de ozônio, a atmosfera, a temperatura na superfície terrestre, o oceano, as nuvens, as erupções vulcânicas, as calotas polares, dentre outras coisas.

Ele foi lançado em outubro de 2011 pela unidade de lançamento Delta II, e foi projetado para ter uma vida curta de 5 anos de observação.

Para visualização das imagens: clique sobre "exibir apresentação de slides" localizado no mosaico de imagens acima.

Créditos:

Imagem: Jesse Allen da “NASA Earth Observatory”, usando dados do instrumento VIIRS da “Suomi National Polar-orbiting Partnership”/ Caption Credit: Michael Carlowicz/ Instrumento: Suomi NPP – VIIRS.

Suomi NPP é o resultado de uma parceria entre a NASA, o “National Oceanic and Atmospheric Administration”, e o “Department of Defense”.
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Onde foi parar a Era de Aquário?

sexta-feira, 30 de agosto de 2013.
A tão esperada era de Aquário na verdade não ocorrerá antes do ano de 2.597, contrariando assim tudo o que se sonhava. 

Para explicar este fato descrevemos a seguir uma breve definição dos movimentos da Terra, inclusive  o da precessão dos equinócios, associada a posição que a Terra estava no ano de 2.150 a.C..

A precessão dos equinócios é um dos 04 movimentos básicos da Terra, os outros três são: rotação, translação e nutação. 

O movimento de rotação da Terra é definido como sendo um giro completo que a Terra dá em torno de seu próprio eixo, ou seja, é um movimento giratório em torno de seu eixo que fica fixo. E para completar uma volta a Terra leva aproximadamente 24 horas.

O movimento de translação é definido como sendo um giro completo que a Terra dá em torno do Sol. E para completar uma volta completa em torno do Sol a Terra leva aproximadamente 1 ano.

O movimento da precessão dos equinócios é equivalente ao movimento de bamboleio que o eixo de um pião qualquer faz, ao girar, quando o mesmo é jogado. E para completar um ciclo de bamboleio, a Terra leva aproximadamente 26 mil anos. 

O movimento de nutação é um movimento oscilatório do eixo terrestre, que se efetua em cerca de 18,6 anos, provocado pelo efeito combinado das atrações gravitacionais do Sol e da Lua sobre a Terra.

Simplificando estes movimentos: a Terra gira em torno do seu próprio eixo (rotação), orbita em torno do Sol (translação), seu eixo bamboleia (precessão dos equinócios) e também oscila (nutação). 

Com os movimentos da Terra combinados, a Terra continua se movendo ininterruptamente e a cada dia que passa ela está em uma posição do céu diferente.

Mas, na antiguidade, a partir do ano 2.150 a.C., o eixo da Terra havia completado mais um ciclo deste movimento de bamboleio e o ponto vernal (a intersecção do equador celeste com a eclíptica) estava localizado na constelação de Áries. 

Como o movimento de bamboleio da Terra é ininterrupto, o ponto vernal está sempre mudando de posição, e por este motivo, com o passar dos tempos o ponto vernal está localizado cada vez em uma constelação do zodíaco diferente. 

Atualmente o ponto vernal está localizado na constelação de Peixes, e ficará nesta constelação até quase o ano de 2.600, quando finalmente entrará na constelação de Aquarius, iniciando assim a tão sonhada Era de Aquário.

No vídeo abaixo podemos entender melhor a precessão dos equinócios:

Crédito: Planetário de Milão - Itália
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130 anos de Temperaturas da Superfície Terrestre: 1880-2011

quinta-feira, 29 de agosto de 2013.
Como a temperatura da superfície da Terra está mudando?

Para ajudar a descobrir isto, os cientistas da Terra coletaram registros de temperatura de mais de 1000 estações meteorológicas em todo o globo desde 1880, e combinaram com os dados de satélites modernos.

O vídeo abaixo dramatiza o resultado e mostra os 130 anos de mudanças de temperatura registradas em todo o planeta em relação às temperaturas médias de cada local por volta da década de 1900.

Nos mapas globais abaixo, vermelho significa mais quente e azul meio frio. Em média, o display mostra que a temperatura da Terra aumentou quase um grau Celsius nos últimos 130 anos, e muitos dos anos mais quentes já registrados ocorreram recentemente.


130 Anos de Superfície da Terra Temperaturas
Crédito da imagem: GISS , NASA
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