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Descoberta da galáxia CR7 revela as primeiras estrelas do Universo

quarta-feira, 17 de junho de 2015.
Astrônomos descobriram o que parece ser algumas das primeiras estrelas já formadas no universo, forjadas a partir do hidrogénio criado no Big Bang.

Tais estrelas, nunca foram observadas antes, de acordo com cientistas do Observatório Europeu do Sul, que anunciou a descoberta hoje (17 de junho).

As estrelas agem como uma ponte, desde o início, entre a existência do universo , cheia de hidrogênio, até os muitos elementos pesados que nos cercam hoje.

A imagem é uma impressão artística da CR7, uma galáxia muito distante que foi descoberta com o auxílio do Very Large Telescope do ESO. 

É de longe a galáxia mais brilhante encontrada até à data no Universo primordial e existem evidências fortes de que este objeto contenha estrelas da primeira geração (no centro da imagem, as mais brilhantes e azuis e que iluminam o gás primordial do Big Bang à sua volta). 

Estas estrelas massivas e brilhantes, puramente teóricas até agora, deram origem aos primeiros elementos pesados da história - os elementos necessários à formação das estrelas que nos rodeiam atualmente, os planetas que as orbitam e a vida tal como a conhecemos. 

A galáxia recentemente descoberta é três vezes mais brilhante do que a galáxia distante mais brilhante que era conhecida até agora. 

Créditos: ESO/M. Kornmesser

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A maior estrutura do Universo é... um Espaço Vazio de quase dois bilhões de anos-luz de largura!

quinta-feira, 23 de abril de 2015.
No mapa da radiação cósmica que restou após a formação do Universo é possível ver a Mancha Fria, com temperaturas invulgarmente baixas, assinalada pelo círculo.
Agora os astrônomos podem explicar aquela que poderá ser a maior estrutura conhecida no universo! E é um buraco gigante! Um espaço no universo que está invulgarmente vazio! Uma estrutura que está rodeada por uma enorme Mancha Fria que desafia as teorias existentes de como o universo se formou.

Este grande ponto frio que tem sido um mistério por mais de uma década, agora pode ser explicado. 

Em 2004, os astrônomos examinaram um mapa que continha os restos de radiação do Big Bang (a radiação cósmica de fundo, ou CMB - The Cosmic Microwave Background - em inglês), e descobriram o Ponto Frio, uma área  do céu excepcionalmente fria e muito maior do que se esperava. 

Como se sabe, a física em torno da teoria do Big Bang prevê pontos mais quentes e mais frios de vários tamanhos no universo, em sua infância, mas encontrar um local tão grande e tão frio foi inesperado.

Uma equipe de astrônomos liderados pelo Dr. István Szapudi do Instituto de Astronomia da Universidade do Havaí, em Manoa, pode ter encontrado uma explicação para a existência deste Ponto Frio, descrita por Szapud, em entrevista dada ao jornal "The Guardian", como "a maior estrutura individual já identificada pela humanidade".

Se o Ponto Frio se originou a partir do próprio Big Bang, isto poderia ser um raro e exótico sinal da física que a cosmologia tradicional (basicamente, a teoria do Big Bang e a física relacionada a ela) não explicam. 

Se, entretanto, é causada por uma estrutura de primeiro plano localizada entre nós e o CMB, seria um sinal de que há uma estrutura extremamente rara de grande escala na distribuição de massa do universo.

Usando dados do telescópio Pan-STARRS1 do Havaí (PS1), localizado no Haleakala, Maui, e do satélite WISE da NASA, a equipe de Szapudi descobriu m grande "supervoid", uma vasta região com 1,8 bilhões de anos-luz de diâmetro, em que a densidade das galáxias é muito menor do que o habitual no universo conhecido. 

Esta estrutura esférica e vazia, que se trata de um supervoid, (super vazio, numa tradução literal), que é composta por um espaço onde se estima que poderiam estar dez mil galáxias, se este fosse ocupado com a densidade média do universo. 

Foi exatamente por isso que a estrutura foi encontrada: trata-se de um espaço excecionalmente vazio no universo, o que faz com que esteja rodeada de uma espécie de mancha muito grande e fria que intrigou os cientistas quando foi vista em sondagens anteriores do céu.

Este vazio foi encontrado através da combinação de observações feitas por PS1 em comprimentos de onda ópticos com as observações do WISE, em comprimentos de onda infravermelho, para estimar a distância até e a posição de cada galáxia nesta parte do céu.

Estudos anteriores, também feitos no Hawaii, observaram uma área muito menor na direção do ponto frio, mas eles puderam estabelecer somente que não há nenhuma estrutura que é muito distante nesta parte do céu.

Paradoxalmente, identificar grandes estruturas próximas é mais difícil do que encontrar as distantes, já que deve-se mapear grandes porções do céu para ver as estruturas mais próximas. 

Os grandes mapas do céu tridimensionais criados a partir de PS1 e WISE pelo Dr. András Kovács (Universidade Eötvös Loránd, em Budapeste, Hungria) foram, portanto, essenciais para este estudo. 

O "supervoid" está a apenas cerca de 3 bilhões de anos-luz de distância de nós, na região da constelação do Erídano (Eridanus) no hemisfério sul galáctico. Uma distância relativamente curta, quando se trata de distâncias cósmicas. 

A Mancha Fria ("Cold Spot", em inglês), como se tornou conhecida, foi descoberta há dez anos, mas só agora se percebeu a que se poderão dever as temperaturas geladas que aí se registam: existe um grande espaço menos denso no seu interior, que suga a energia que o rodeia.

O fato deste espaço se encontrar mais vazio, com cerca de 20% menos matéria do que as zonas do universo habitualmente têm, levanta novas questões aos cientistas. 

O modelo cosmológico existente, aquele que, até hoje, melhor explica a formação do universo, prevê uma certa uniformidade, e uma área fria tão grande como a da Mancha é inesperada.

Enquanto a existência do "supervoid" e seu efeito esperado sobre a CMB não explicam completamente o "Cold Spot", é muito improvável que o "supervoid" e o "Cold Spot", estarem no mesmo local seja apenas uma coincidência. 

A equipe continuará seu trabalho usando a melhoria dos dados do PS1 e do Dark Energy Survey, sendo conduzidos com um telescópio no Chile para estudar o "Cold Spot" e o "supervoid", bem como um outro grande vazio localizado perto da constelação do Dragão (Draco).

O estudo foi publicado online em 20 de abril no Monthly Notices da Royal Astronomical Society pela Oxford University Press. 


Gráficos feitos por Gergő Kránicz/Crédito da Imagem: ESA Planck Collaboration.
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O Ano 2015 foi declarado o Ano Internacional da Luz!

terça-feira, 27 de janeiro de 2015.
O ano de 2015 foi declarado o Ano Internacional da Luz (IYL) pela Organização das Nações Unidas. Com isto, todas as organizações, instituições e indivíduos envolvidos na ciência e aplicações de luz estarão unidos para esta celebração para ajudar a espalhar a palavra sobre "As Maravilhas da Luz".

De muitas maneiras, a astronomia usa a ciência da luz, principalmente, através da construção de telescópios capazes de detectar a luz em suas diversas formas, desde as ondas de rádio em uma extremidade do "espectro eletromagnético" a raios gama, por outro, e os cientistas podem obter uma melhor compreensão dos processos de "funcionamento" do Universo.

O Observatório de Raios-X Chandra da NASA explora o universo em raios-X, uma forma de alta energia da luz. 

Ao estudar os dados de raios-X e compará-los com as observações de outros tipos de luz, os cientistas puderam desenvolver uma melhor compreensão dos objetos celestes, tais como, estrelas e galáxias que geram temperaturas de milhões de graus e produzem raios-X.

Para reconhecer o início desta linda comemoração, o centro de raios-X Chandra está lançando um conjunto de imagens que combinam dados de telescópios sintonizados com diferentes comprimentos de onda de luz. 

A partir de uma galáxia distante até o campo de destroços relativamente perto de uma estrela que explodiu, estas imagens demonstram as inúmeras maneiras que a informação sobre o Universo nos é comunicada através da luz.

As imagens, acima, no sentido horário horário, são: 

Messier 51 (M51): Esta galáxia, apelidada de "A Galáxia do Redemoinho" (em inglês "Whirlpool"), é uma galáxia espiral, como a nossa Via Láctea, localizada a cerca de 30 milhões de anos-luz da Terra. Esta imagem composta, combina dados coletados pelo Chandra em comprimentos de onda de raios-X (em roxo), ultravioleta pelo "Galaxy Evolution Explorer" (GALEX), (em azul); luz visível pelo Hubble (em verde), e infravermelho por Spitzer (em vermelho).

Quer saber mais sobre "A Galáxia do Redemoinho"?Acesse:


SNR 0519-69,0Quando uma estrela maciça explodiu na Grande Nuvem de Magalhães, uma galáxia satélite da Via Láctea, deixou para trás um escudo de expansão de detritos chamado SNR 0519-69,0. Aqui, o gás de multi milhão de graus é visto em raios-X do Chandra (em azul). Já, a borda externa da explosão (em vermelho) e as estrelas do campo de visão são vistas em luz visível do Hubble.

Quer saber mais sobre "A Grande Nuvem de Magalhães"? Acesse:

MSH 11-62: Quando os raios X, mostrado em azul, do Chandra e do "XMM-Newton", foram unidos nesta imagem com os dados de rádio "Australia Telescope Compact" (em rosa), e dados de luz visível "Digitized Sky Survey" (DSS, amarelo), uma linda e nova visão da região emergiu.


RCW 86: Este remanescente de supernova é composto dos restos de uma estrela que explodiu, e que tal explosão, pode ter sido testemunhada por astrônomos chineses há quase 2.000 anos atrás. Modernos telescópios têm a vantagem de observar esse objeto em luz que é completamente invisível para o olho humano, invisível a olho nu. Esta imagem combina raios-X do Chandra (rosa e azul), juntamente com a emissão visível a partir de átomos de hidrogênio na borda do remanescente, que pôde observado com o telescópio 0,9-m Curtis Schmidt no Observatório inter-americano de Cerro Tololo (amarelo).

Cygnus A: Esta galáxia, a uma distância de cerca de 700 milhões de anos luz,  na Constelação do Cisne, contém uma bolha gigante preenchida com raios-X emissores de gás quente, que foram detectados pelo Chandra (azul). Os dados de rádio da "NSF Very Large Array"(vermelho) revelam "pontos quentes", a cerca de 300.000 anos-luz do centro da galáxia, de onde emanam poderosos jatos do supermassivo buraco negro da galáxia. Dados de luz visível (amarelo) do Hubble e do DSS completam belíssima vista.

Quer saber mais sobre "A Constelação do Cisne"? Acesse:
>A Constelação do Cisne
>Mitologia - O Cisne

Além dessas imagens recém-lançadas, o Centro de Raios-X Chandra criou um novo repositório de imagens, online, chamado "Light: Beyond the Bulb" para  o Ano Internacional da Luz (IYL). Este projeto coloca objetos astronômicos em contexto com a luz em outros campos da ciência e da investigação.

> Marshall Space Flight Center da NASA em Huntsville, Alabama, gerencia o programa "Chandra for Science Mission Directorate" da NASA em Washington. 

> O Observatório Astrofísico Smithsonian, em Cambridge, Massachusetts, controla as operações científicas e os voos de Chandra.

> Para comemorar o Ano Internacional da Luz, cinco imagens do Chandra foram liberadas: (M51, SNR E0519-69.0, MSH 11-62, Cygnus A, e RCW 86). > Ver a imagem ampliada


Crédito de imagem: 
NASA / CXC / SAO
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Conheça nosso endereço Cósmico!

terça-feira, 4 de novembro de 2014.

Este diagrama mostra o nosso endereço cósmico. Através dele, podemos ver o nosso sistema solar em torno do Sol, os nossos vizinhos estelares dentro de nossa galáxia (Via Láctea), o Grupo Local de galáxias a qual nós pertencemos, e como estamos em relação ao universo observável. 

Fonte: Universe City
Crédito da Imagem: American Museum of Natural History
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Hubble capturou a imagem mais completa já montada do Universo em evolução, e uma das mais Coloridas!

segunda-feira, 9 de junho de 2014.
Astrônomos, ao utilizar o Telescópio Espacial Hubble, capturaram a imagem mais completa já montada do Universo em evolução, e uma das mais Coloridas!

O estudo é chamado de Projeto "Ultraviolet Coverage of the Hubble Ultra Deep Field (UVUDF)".

Antes deste estudo, os astrônomos estavam em uma posição curiosa. Eles sabiam muito sobre como se dá a formação de estrelas em galáxias próximas, graças as instalações do telescópio UV "Galex" *, da NASA, que operou de 2003 a 2013. 

Além disto, graças à capacidade de captura de raios infravermelhos visíveis e próximos do Hubble, eles também tinham estudado o nascimento de estrelas em galáxias mais distantes. E com isto, foi possível ver essas galáxias distantes em seus estágios mais primitivos, devido à grande quantidade de tempo que leva para a luz delas chegar até nós.

No entanto, entre 5 e 10 bilhões de anos-luz de distância de nós, o que corresponde a um período de tempo em que a maioria das estrelas do Universo nasceu, havia uma falta de dados necessários para podermos compreender plenamente a formação das estrelas. 

As mais quentes, por exemplo, de maior massa, e as mais jovens estrelas, que emitem luz em ultravioleta, foram muitas vezes negligenciadas como sujeitos de observação direta, o que deixava uma lacuna importante no nosso conhecimento da linha de tempo cósmico.

A adição de dados ultravioletas, do "Hubble Ultra Deep Field" usando a Câmera 3 Wide Field do Hubble, deu aos astrônomos acesso às observações destas regiões de formação de estrelas e pode nos ajudar a compreender como as estrelas se formaram. 

Ao observar nestes comprimentos de onda, os pesquisadores obtiveram um olhar direto sobre de que forma as galáxias estão formando estrelas, e ainda mais importante, onde estas estrelas estão se formando. 

Isso permite que os astrônomos entendam como as galáxias, como a Via Láctea, ampliaram em tamanho de pequenas coleções de estrelas muito quentes para as estruturas maciças que são hoje.

O pedaço de céu em que essa imagem foi previamente estudada por astrônomos foi uma série de exposições de luz visível e de infravermelho próximo capturadas entre 2004 e 2009: o Hubble Ultra Deep Field . 

Agora, com a adição da luz ultravioleta, eles combinaram uma gama de cores disponíveis para o Hubble, que se estende por todo o caminho de ultravioleta até a luz infravermelha. 

A imagem resultante, feita a partir da visualização de 841 órbitas do telescópio, contém cerca de 10.000 galáxias, e estende-se no tempo para dentro de algumas centenas de milhões de anos do Big Bang.

Levantamentos Ultravioletas como este, são extremamente importantes no planejamento das atividades do Telescópio Espacial James Webb (JWST), já que o Hubble é o único telescópio capaz de obter os dados ultravioletas, e os pesquisadores com certeza terão de combinar com os dados infravermelhos do JWST.

A imagem deste campo ultra profundo de 2014 do Hubble, é um composto de exposições separadas e capturadas entre 2003 e 2012 com o Hubble Advanced Camera for Surveys e Wide Field Camera 3 .

* Galex - é um telescópio espacial que tem seu nome que provém do inglês "Galaxy Evolution Explorer (GALEX)", que ainda está em órbita, mas teve encerrada suas atividades em maio de 2013, após uma década observando galáxias em luz ultravioleta com um alcance que abrangia aproximadamente 10 bilhões de anos da nossa história cósmica.O Galex ficará em órbita por mais 65 anos. Em seguida, cairá na Terra. O processo de reentrada na atmosfera fará com que o equipamento seja incinerado.

Crédito de imagem: NASA , ESA , H. Teplitz e M. Rafelski (IPAC / Caltech), A. Koekemoer (STScI), R. Windhorst (Arizona State University), e Z. Levay (STScI)
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Imperdível! Melhor que Matrix? Astrônomos criaram o Primeiro Universo Realístico Virtual! Assista ao Vídeo!

quinta-feira, 8 de maio de 2014.
Melhor que Matrix? Os astrônomos fizeram muito melhor!

Eles criaram o Primeiro Universo Virtual Realista usando uma simulação de computador chamado "illustris". 

Illustris pôde recriar 13.000.000.000 de anos de Evolução Cósmica em um cubo de 350 milhões de anos-luz de lado, com uma resolução sem precedentes.

"Até agora, nenhuma simulação foi capaz de reproduzir o Universo em pequenas e grandes escalas simultaneamente", diz o autor Mark Vogelsberger (MIT / Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics), que conduziu o trabalho, em colaboração com pesquisadores de várias instituições, incluindo o Instituto Heidelberg para Estudos Teóricos, na Alemanha.

Estes resultados estão sendo relatados na edição de 08 de maio da revista Nature .

As tentativas anteriores para simular o Universo foram prejudicadas pela falta de poder de computação e as complexidades da física subjacente. Como resultado, estes programas tanto foram limitados em resolução, quanto forçados a se concentrar em uma pequena parte do Universo. Simulações anteriores também tiveram problemas complexos de modelagem de "feedback" de formação de estrelas, explosões de supernovas e de buracos negros supermassivos.

Illustris empregou um sofisticado programa de computador para recriar a evolução do Universo com alta fidelidade. Ele incluiu tanto a matéria normal quanto a matéria escura, e usou 12 bilhões de "pixels" 3-D, ou elementos de resolução.

A equipe dedicou cinco anos para o desenvolvimento do programa illustris. Os cálculos reais levaram 3 meses de "tempo de execução", usando um total de 8.000 CPUs, em execução paralela. Se eles tivessem usado um computador de mesa médio, os cálculos teriam levado mais de 2.000 anos para ser concluído.

A simulação de computador começa há apenas 12 milhões de anos após o Big Bang, e quando chega o dia de hoje, os astrônomos chegaram a contar com mais de 41.000 galáxias no cubo do espaço simulado. 

Ele também recriou estruturas em larga escala, como aglomerados de galáxias e as bolhas e vazios da teia cósmica, e em pequena escala, com precisão recriada, as químicas das galáxias individuais.

Como a luz viaja a uma velocidade fixa, quanto mais longe os astrônomos olham, quanto mais para trás no tempo eles podem ver. 

Uma galáxia de um bilhão de anos-luz é vista como era há bilhões de anos atrás. 

Telescópios como o Hubble podem nos dar uma "vista" do início do Universo, observada em maiores distâncias. No entanto, os astrônomos não podem usar o Hubble para acompanhar a evolução de uma única galáxia ao longo do tempo.

"Illustris é como uma máquina do tempo. Nós podemos ir para a frente e para trás no tempo. Nós podemos pausar a simulação, e dar zoom em uma única galáxia ou aglomerado de galáxias para ver o que realmente está acontecendo", diz o co-autor Genel Shy do CFA.

A equipe está lançando um vídeo de alta definição, que se transforma entre os diferentes componentes da simulação para destacar várias camadas (densidade da matéria escura, a temperatura do gás, ou química). Eles também estão lançando vários vídeos menores e imagens associadas online em http://www.illustris-project.org/

Com sede em Cambridge, Massachusetts, o Centro Harvard-Smithsonian de Astrofísica (CfA) é uma colaboração conjunta entre o Observatório Astrofísico Smithsonian e o Observatório do Colégio de Harvard. 


Fonte: Centro Harvard-Smithsonian de Astrofísica 
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A Escala do Universo! Totalmente Interativo!

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014.
Escala do Universo _Interativo
O que significa olhar para o universo como em pequenas escalas? E Em grandes escalas?


Veja esta interessante animação em flash, totalmente interativa, que nos mostra as muitas escalas conhecidas de nosso Universo!


Informações adicionais: Lá você pode mover para direita e para a esquerda a barra de rolagem, clicar sobre os objetos para obter informações adicionais, como também escolher o idioma que deseja ver a apresentação.

“A humanidade está descobrindo que o universo é um lugar muito diferente em cada proporção que tem sido explorado”.

Crédito: Cary & Michael Huang
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