APRESENTAÇÃO DO CANAL

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Um Sabre de luz no céu!

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016.
Como um farol na profunda imensidão, e através de opacas nuvens de gás, destaca-se o intenso brilho que emana, em forma de feixes de luz, de uma estrela recém-criada.

Trata-se de um tipo de objeto chamado "herbig-Haro".

As partículas ionizada presentes nos jatos de estrelas muito jovens, criam ondas de choque que colidem com o gás e poeira interestelar, varrem, abrem cavidades,o excitam, e emite com Intensa luz.

Se conhecem menos de mil desses objetos, o que mostramos na imagem é o hh24 que está localizado na constelação de Orion, a 1350 anos-Luz de distância. 

Hh24 foi captado pelo telescópio espacial Hubble, e combina observações em luz visível e infravermelho.

Os objetos de Herbig–Haro (HH) são pequenas áreas de nebulosidade associados a estrelas recém nascidas, formadas quando o gás ejetado pelas estrelas jovens colidem com nuvens de gás próximas a velocidades de algumas centenas de km/s. 

Image credit: ESA/Hubble & NASA, D. Padgett (GSFC), T. Megeath (University of Toledo), and B. Reipurth (University of Hawaii)
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Novos dados do Observatório de Raios-X Chandra confirmam que a massa do maior aglomerado de galáxias já detectado tem cerca de 90 por cento de matéria escura

Os astrónomos têm feito um estudo mais detalhado ainda de um jovem aglomerado de galáxias, extremamente maciço, usando os três Grandes Observatórios da Nasa.

Este raro aglomerado de galáxias, chamado IDCS J 1.426,5 + 3508, que está localizado a 10 bilhões de anos-luz da Terra, na região da constelação de Bootes,  é o aglomerado de galáxias de maior massa detectado, quase tão grande quanto 500 trilhões de sóis.

Este objeto tem implicações importantes para a compreensão de como estas mega-estruturas se formaram e evoluíram no início do universo.

Esta imagem mostra este aglomerado de galáxias em multicomprimento de onda, em raios-X, em azul, registrado pelo Observatório de raios-X Chandra, em luz visível, em verde, observado pelo Hubble e infravermelho, em vermelho, registrado pelo Telescópio Espacial Spitzer.

Descoberto pela primeira vez pelo telescópio espacial Spitzer em 2012, IDCS 1426 foi então observado usando o Telescópio Espacial Hubble e do Observatório Keck para determinar sua distância.

Agora, novos dados do Observatório de Raios-X Chandra confirmam que a massa do maior aglomerado de galáxias já detectado tem cerca de 90 por cento de matéria escura, uma misteriosa substância detectada até agora apenas por meio de sua força gravitacional sobre a matéria normal composta de átomos.

Aglomerados de galáxias são os maiores objetos do Universo unidos pela gravidade.

Por causa de seu tamanho, os cientistas pensam que ele deve levar vários bilhões de anos para se formar.

A distância de IDCS J1426 significa que os astrônomos o estão observando quando o universo tinha apenas 3,8 bilhões de anos, o que implica que o aglomerado esta sendo visto com uma idade muito jovem.
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Atenção Cineastas de todo o Mundo! A NASA lançou uma competição de curta-metragem que estreará no Festival de Cinema "Houston Cinema Arts Festival"!

domingo, 10 de janeiro de 2016.
A NASA e o "Houston Cinema Arts Society" (ACS), vão oferecer aos cineastas do mundo todo a oportunidade de compartilhar suas obras inspiradas por e com imagens reais da NASA através da"CineSpace", uma nova competição de curta-metragem que estreará no Festival de Cinema "Houston Cinema Arts Festival", que será realizado entre 10 e 17 novembro de 2016.

A equipe do processo de seleção receberá os filmes com imagens reais da NASA, coletadas ao longo de mais de 50 anos de sua história, e os julgará pelos seguintes critérios: criatividade, inovação e atenção aos detalhes, que são a marca do voo espacial.

NASA e o "Houston Cinema Arts Society" vão escolher os finalistas através de uma Comissão de Seleção, e estes, serão exibidos em Houston Cinema Arts Festival (HCAF), em novembro de 2016. 

Os Prêmios para o  CineSpace 2016 são os seguintes:

PRÊMIOS COMPETIÇÃO
• Grande Prêmio: USD $ 10.000; 
• Segundo Prêmio: USD 5000;
• Terceiro Prêmio: USD 3.000.

CATEGORIAS DE JULGAMENTO E PRÊMIOS ESPECIAIS
• Melhor Filme Descrevendo benefícios do espaço para a humanidade: USD 4.000; 
• Melhor Filme Descrevendo o Espírito da futura exploração do espaço: USD 4.000.

Quer Saber Mais?Acesse o regulamento aqui.

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O Céu Noturno de Janeiro de 2016

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016.
Vídeo muito interessante no aprendizado do reconhecimento do céu, além de ser útil também para podermos contemplar o céu noturno como é visto do hemisfério norte.


Vídeo: Céu Noturno - Hemisfério Norte - Mês: Janeiro/16
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New Horizons "capturou" objeto distante no Cinturão de Kuiper!

terça-feira, 8 de dezembro de 2015.
A sonda New Horizons, da NASA, capturou recentemente as imagens mais próximas, nunca antes realizadas, de um objeto distante do Cinturão de Kuiper, demonstrando sua capacidade de observar inúmeros desses organismos ao longo dos próximos anos, isto se, a NASA aprovar uma missão prolongada no Cinturão de Kuiper.

Neste curto espaço de animação, que consiste em quatro quadros capturados pelo "Long Range Reconnaissance Imager" (Lorri) da sonda, em 2 de novembro, e espaçadas de uma hora de distância, o corpo, oficialmente chamado de 1994 JR1, está movendo-se contra um fundo de estrelas. 

Quando essas imagens foram feitas, 1994 JR1 estava a 280 milhões de quilômetros de distância da New Horizons. 

Os cientistas da missão planejam usar imagens como essas para estudarem os diversos e mais antigos objetos do Cinturão de Kuiper, se uma missão estendida for aprovada. 

A sonda New Horizons voou através do sistema de Plutão em 14 de julho, fazendo as primeiras observações de grande plano de Plutão e sua família de cinco luas. 

A espaçonave está em curso para um voo rasante de um outro objeto do Cinturão de Kuiper, 2014 MU69, em 01 de janeiro de 2019.


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O céu noturno de Dezembro de 2015

Vídeo muito interessante no aprendizado do reconhecimento do céu, além de ser útil também para podermos contemplar o céu noturno como é visto do hemisfério norte.

Vídeo: Céu Noturno - Hemisfério Norte - Mês: Dezembro/15
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New Horizons termina manobra histórica no Cinturão de Kuiper!

segunda-feira, 9 de novembro de 2015.
A NASA confirmou que a sonda New Horizons realizou com sucesso a última de quatro correções de curso destinados a culminar em um encontro com um objeto do Cinturão de Kuiper um bilhão de milhas além de Plutão em 2019. 

A mudança de curso destina-se a enviar a New Horizons em um sobrevoo potencial de 2.014 MU69, um planetoide localizado cerca de um bilhão de milhas além da órbita de Plutão. 

A sonda espacial vai levar mais de três anos para chegar a esse remanescente congelado dos primeiros anos do Sistema Solar.

Tecnicamente 2014 MU69 é um pequeno objeto do Cinturão de Kuiper, apelidado de "PT1" ou "potencial alvo 1" pela equipe de New Horizons. 

De acordo com a NASA, tem menos de 45 km de diâmetro, mas é 10 vezes maior e 1.000 vezes mais maciço que um cometa típico. 

É este tamanho pequeno que aguça o interesse dos cientistas, que consideram PT1 um bloco de construção restante do Sistema Solar que tem sido preservado na fria escuridão do espaço profundo e não mudou muito em 4,6 bilhões de anos.

Prevê-se que a sonda espacial passe pelo planetoide em 1 de Janeiro de 2019. 

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O céu noturno de Novembro de 2015

terça-feira, 3 de novembro de 2015.
Vídeo muito interessante no aprendizado do reconhecimento do céu, além de ser útil também para podermos contemplar o céu noturno como é visto do hemisfério norte.

Vídeo: Céu Noturno - Hemisfério Norte - Mês: Novembro/15
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O que tem feito os cientistas ficarem assim tão "amarradões" em Encélado? E mais.... Hoje, 28 de outubro de 2015, a sonda Cassini faz um voo audaz através da famosa pluma da lua!

quarta-feira, 28 de outubro de 2015.
No final de 2015, a sonda Cassini da NASA está fazendo seus últimos três voos rasantes sobre Encélado, a pequena lua que surpreendeu os cientistas com a revelação de que abriga um oceano global localizado sob sua concha gelada, a presença de gêiseres ativos de alimentação de água-gelo em um dos anéis de Saturno, e o primeiro e tentador sinal de atividade hidrotermal fora da Terra. 

Todas essas descobertas têm "elevado" o status de Encélado para ser um dos principais destinos futuros de exploração e busca de sinais de vida potencial fora da Terra.

Veja com detalhes seus últimos três voos a Encélado:

Em 14 de outubro de 2015, Cassini teve como missão obter as melhores vistas "ainda" das regiões polares no norte da lua durante seu voo rasante, a uma altitude de 1.839 quilômetros.

Hoje, 28 de outubro de 2015, a Cassini fará um voo audaz através do famoso jato de água que se eleva da lua para o espaço, sobrevoando-a apenas 48 quilômetros acima do pólo sul O sobrevoo é o mergulho mais profundo da Cassini através dos jatos. O encontro permitirá que a Cassini obtenha as medições mais precisas da composição do jato de água, e ter novos "insights" sobre o oceano que está por baixo do gelo.

Em 19 de dezembro de 2015, ela fará seu sobrevoo final e vai permitir que a sonda meça o fluxo de calor do interior da Lua, a uma altitude de 4.999 quilômetros.

Entenda melhor:

Encélado é um pequeno "mundo oceano" coberto de gelo. É uma das mais de 60 luas confirmadas em órbita de Saturno. 

É 25 vezes menor que a Terra e está quase 10 vezes mais longe do que o Sol, mas nos últimos anos, tem dado aos cientistas muitas razões para pensarem que ela deva ser o próximo alvo em nossa busca por mundos onde poderia existir vida extraterrestre. 

Então, o que tem feito os cientistas ficarem assim tão interessados em Encelado? 

Aqui estão algumas das descobertas mais intrigantes sobre Encélado usando dados da sonda Cassini da NASA.

  1. Descoberta da pluma de Encélado e seu impacto sobre o sistema de Saturno
  2. A prova da existência de fontes hidrotermais
  3. A detecção de um oceano global sob a crosta gelada de Encélado
  4. Estrutura de Pluma mapeada 
  5. Descoberta que a pluma de Encélado fornece o anel E de Saturno
  6. A prova de que a estrutura interior de Encélado é diferenciada
  7. Descoberta de "listras de tigre" de Encélado e sua superfície jovem
  8. A descoberta de moléculas orgânicas na pluma: Os jatos parecem conter partículas salgadas, moléculas orgânicas e gelo de amoníaco. Partículas de gelo salgado dominam a massa da pluma de Encélado, indicando a presença de uma interface entre um oceano e um núcleo rochoso.  
  9. Detecção de íons negativos e poeira "nanograin" carregada negativamente.O espaço ambiente de plasma na proximidade de Encélado mostra-se ser mais complicado do que aqueles dos plasmas tradicionais dominados pelos elétrons e íons de hidrogênio carregados positivamente. 
  10. Densidade 10. Pluma derivada de ocultações ultravioleta das estrelas. O escurecimento das estrelas à medida que passam por trás da pluma, do ponto de vista da Cassini, fornece uma medida da densidade e variação de gás e poeira na pluma.
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Hoje, poderemos observar o máximo da chuva de meteoros Orionídeas!

quarta-feira, 21 de outubro de 2015.
Hoje, 21 de outubro, poderemos observar o máximo da chuva de meteoros Orionídeas, que estará visível a partir das 22h30, com uma previsão de até 20 meteoros por hora.

Esta chuva de meteoros ocorre todos os anos nesta mesma época, quando a Terra, em seu caminho ao redor do Sol, passa pelos restos do cometa Halley.

Orionideas pode ser observada a olho nu, mas para que isso seja possivel é preciso que o céu esteja limpo, sem nuvens, sem poluicao luminosa. 

Quanto mais escuro estiver o local da observação melhor!

Os meteoros parecem provir da constelação de Órion e é por isto que leva este nome.

A Chuva continuará até o dia 29 de outubro, mas a quantidade de meteoros diminuirá no decorrer dos dias..
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O Céu Noturno de Outubro de 2015

quarta-feira, 7 de outubro de 2015.
Vídeo muito interessante no aprendizado do reconhecimento do céu, além de ser útil também para podermos contemplar o céu noturno como é visto do hemisfério norte.


Vídeo: Céu Noturno - Hemisfério Norte - Mês: Outubro/15
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As estações da Terra vão mudar amanhã!

terça-feira, 22 de setembro de 2015.
As estações vão mudar amanhã, 23 de setembro, com o Hemisfério Sul se movendo de inverno para primavera e o Hemisfério Norte entrando no outono.

O evento celeste que marca essa transição é chamado de "equinócio" (do latim aequinoctìum, 'igualdade dos dias e das noites'), e acontece duas vezes por ano, a primeira em torno de 21 de Março e a seguinte em torno de 21 de setembro.

A Terra é tão grande que sua massa tem um efeito giroscópico extremamente poderoso. Por este motivo, os seus polos sempre apontam na mesma direção, embora um grande terremoto possa causar pequenas oscilações neste eixo.

Mais importante ainda, o movimento da Terra em torno do Sol não tem absolutamente nenhum efeito sobre a direção em que os eixos dos polos estão apontando, mas tem consequências muito importantes para estações terrestres.

Os astrônomos marcam as posições dos objetos no céu em relação aos polos de rotação da Terra. A linha mais importante é o equador celeste, que divide o céu em dois hemisférios norte e sul (a linha azul que você vê na imagem)

O eixo de rotação da Terra está inclinado 23,4 graus em relação ao plano de sua órbita. Esta inclinação é sempre para o mesmo ponto no céu, o chamado polo celestial, não importa por onde a Terra passe.

Esta inclinação faz com que pareça, para qualquer observador da superfície da Terra, que o Sol está se movendo pelo céu em um ângulo pendente para o equador celeste. Este é marcado pela linha vermelha na imagem, a "eclíptica", porque eclipses acontecem ao longo desta linha.

Duas vezes por ano, o Sol cruza o equador celeste, movendo-se a partir do Hemisfério Norte para o Hemisfério Sul, ou vice-versa. Estes dois cruzamentos são muito importantes para os habitantes da Terra, porque eles marcam a mudança na direção dos raios do Sol , quando “tocam” a Terra.

Especificamente, amanhã, o Sol vai passar do hemisfério norte para o hemisfério sul. Ele vai passar por cima (em todos os lugares) ao longo do equador da Terra nesta data, e o Sol vai nascer exatamente à leste e se pôr exatamente à oeste. Os dias e as noites também terão comprimento aproximadamente igual. ("Equinox" é derivado do latim e significa "noite igual").

Depois de amanhã, o Sol vai brilhar mais na metade sul do nosso planeta e menos na metade norte. 

O Sol vai continuar em seu caminho em direção ao sul aproximadamente nos próximos três meses, atingindo o seu ponto mais ao sul em 21 de dezembro, a data do "solstício". 

No Hemisfério Norte, os dias serão mais curtos, as noites mais longas, e as temperaturas mais frias durante estes próximos três meses de caminhada.

É sempre importante lembrar que este evento faz parte de um ciclo, e que depois de 21 de dezembro, o Sol começar a se mover em direção ao norte novamente.
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Rosette uma das nebulosas de emissão mais maciças conhecidas!

segunda-feira, 14 de setembro de 2015.
A nebulosa Roseta é uma nebulosa de emissão, uma grande região de formação de estrelas na constelação Monoceros, o Unicórnio.

É uma grande nuvem de gás e poeira que se encontra perto de uma grande nuvem molecular, e está intimamente associada com o aglomerado aberto NGC 2244, cujas estrelas se formaram a partir da matéria da nebulosa nos últimos cinco milhões de anos.

A aparência do Rosette (ou Roseta), em luz óptica, se assemelha a uma rosa ou a uma roseta, que é um desenho estilizado de flor usado em esculturas desde os tempos antigos, que apareceu na Mesopotâmia e foi usado para decorar pedras funerárias na Grécia Antiga, tendo mais tarde sido adotado na arquitetura românica e renascentista.

O aglomerado aberto NGC 2244 pode ser visto com binóculos, mas para observar a nebulosa, é preciso um telescópio com uma ampliação baixa e muito boas condições de visualização, sem poluição luminosa.

A cor vermelha da nebulosa não pode ser vista, somente capturada fotograficamente.

A nebulosa Roseta tem uma magnitude aparente de 9,0 e está a cerca de 5.200 anos-luz de distância da Terra.

Tem cerca de 65 anos-luz de raio, significativamente maior do que a famosa Nebulosa de Orion (M42), em Orion, que tem apenas 12 anos-luz de raio, mas muito mais próxima de nós (1.344 anos-luz).

Existem outras designações para a nebulosa Roseta: Caldwell 49, SH 2-275, e CTB 21.

A nebulosa Roseta contém jovens estrelas muito quentes em sua região central. O gás circundante destas estrelas tem uma temperatura de 6 milhões de kelvins e como resultado as estrelas emitem quantidades intensas de radiação de raios X.

A nebulosa tem várias denominações no novo Catálogo geral "New General Catalogue": NGC 2237 (aglomerado), NGC 2238 (aglomerado), NGC 2239 (nome obsoleto para NGC 2244) e NGC 2246, que são todas as partes da região nebulosa, enquanto NGC 2244 é o aglomerado aberto brilhante localizado dentro da nebulosa.

A massa estimada da nebulosa é de cerca de 10 mil massas solares, o que torna a Roseta uma das nebulosas de emissão mais maciças conhecidas.

A nebulosa Roseta foi descoberta por pedaços, pois é um objeto difícil de observar, mesmo em telescópios maiores.

O astrônomo Inglês John Herschel descobriu a parte designada por NGC 2239, o alemão Albert Marth descobriu NGC 2238, e o astrônomo americano Lewis Swift foi o primeiro a observar NGC 2237 e NGC 2246.

Crédito da imagem: X-ray (NASA/CXC/SAO/J. Wang et al), Optical (DSS & NOAO/AURA/NSF/KPNO 0.9-m/T. Rector et al)
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Qual é a diferença entre um Eclipse Solar e um Eclipse Lunar?

domingo, 13 de setembro de 2015.
Hoje, partes do Atlântico Sul e da África do Sul experimentaram um eclipse solar parcial. 

Gráfico que mostra as regiões que puderam
ver o eclipse solar parcial de hoje
Um eclipse acontece quando um planeta ou uma lua fica no caminho da luz de um Sol. 

Aqui na Terra, podemos experimentar dois tipos de eclipses: os eclipses solares e os eclipses lunares. 

Mas afinal, Qual é a diferença entre eles?

Eclipse Solar

Um eclipse solar ocorre quando a lua fica no caminho da luz do Sol e lança sua sombra sobre a Terra.



Isso significa que durante o dia, a lua se move, e se posiciona entre o Sol e a Terra, bloqueiando sua luz, e o Sol por consequência disto fica escuro, para observadores da Terra afortunados.

Há quem pergunte: Não é estranho que ele fique escuro no meio do dia?


Este tipo de eclipse, o total, acontece uma vez a cada ano e meio em algum lugar naTerra.

Nesta imagem, a lua está encobrindo o Sol 
ao meio do dia. Este eclipse solar total
foi visível a partir da ponta norte da 
Austrália em 13 de Novembro de 2012. 
(Nasa/Romeo Durscher)


Prevê-se que em agosto de 2017, um eclipse solar total ocorra e que possa ser visto por toda a América Central. 

Mas nem todo mundo experimenta um eclipse solar. Ter a chance de ver um eclipse solar total é rara!

A sombra da Lua projetada na Terra não é muito grande, portanto, apenas observadores de uma pequena porção de lugares da Terra podem vê-la.

Para conseguir ver um eclipse, você tem que estar no lado ensolarado do nosso planeta, quando isso acontece, e também tem que estar no caminho da sombra da Lua.

Em média, o mesmo lugar na Terra só consegue vivenciar um eclipse solar por alguns minutos a cada 375 anos!

Já um eclipse parcial, quando a Lua não cobre totalmente o Sol, acontece pelo menos duas vezes por ano em algum lugar na Terra.

IMPORTANTE: Nunca olhe diretamente para o Sol, nem por um segundo! Ele irá danificar a sua visão para SEMPRE!

Para ver um eclipse solar, é necessário usar óculos especiais de visualização solares. Você pode obtê-los através de uma loja que venda câmeras/telescópios online. Aqueles Óculos de Solda também irão funcionar.

ÓCULOS DE SOL NÃO SERVEM, mesmo se você EMPILHAR MUITOS DELES JUNTOS NO SEU NARIZ!!!


Eclipse Lunar

Durante um eclipse lunar, a Terra fica no caminho da luz do Sol que chega até a Lua. (Quando não há este tipo de eclipse, esta luz chega até a Lua, reflete na superfície dela, e dá a nítida impressão que a Lua tem brilho próprio). 

Isso significa que, durante uma noite de Lua cheia, ela desaparece devido a sombra da Terra.

A lua também pode ficar avermelhada porque a atmosfera da Terra absorve as outras cores ao mesmo tempo que cobre alguma luz solar que iria em direção à Lua.

A luz solar quando passa através da atmosfera da Terra também sofre com a flexão e absorção de outras cores, e é por isso que o pôr do sol é laranja e vermelho.
Nesta imagem, a Lua parece vermelho-alaranjado em um
 eclipse lunar total em 27 de outubro de 2004

Não se esqueça da diferença! 

Uma dica é prestar atenção no nome! O nome diz-lhe o que fica mais escuro quando o eclipse acontece!

Em um eclipse solar, o Sol fica mais escuro. Em um eclipse lunar, a Lua fica mais escura.

Fonte: NASA

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O Céu Noturno de Setembro de 2015

domingo, 6 de setembro de 2015.
Vídeo muito interessante no aprendizado do reconhecimento do céu, além de ser útil também para podermos contemplar o céu noturno como é visto do hemisfério norte.



Vídeo: Céu Noturno - Hemisfério Norte - Mês: Setembro/15
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