APRESENTAÇÃO DO CANAL

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Veja a diferenca que 20 milhões de Km faz!

quinta-feira, 28 de maio de 2015.

A nave americana New Horizons tirou novas fotos de Plutão, entre os dias 08 e 12 de maio, e as comparou com as tiradas em abril, quando estava 20 milhões de Km mais distante de seu alvo o planeta anão! 

Veja as diferencas são impressionantes! Elas estão aumentando de escala e estão conseguindo revelar maiores detalhes de sua superfície.




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Wise da NASA descobre a galáxia mais luminosa do Universo! Ela brilha mais que 300 trilhões de sóis!

terça-feira, 26 de maio de 2015.
A galáxia que brilha com a luz de mais de 300 trilhões de sóis foi descoberta usando os dados do WISE da NASA.

Ela é a galáxia mais luminosa encontrada até o momento e pertence a uma nova classe de objetos, recentemente descobertos pelo WISE, de galáxias infravermelhas extremamente luminosas, ou ELIRGs.

A galáxia brilhante, conhecida como WISE J224607.57-052635.0, pode ter um buraco negro GIGANTE em seu ventre, que está empanturrando-se de gás. 

Buracos negros imensos são comuns nos núcleos de galáxias, mas encontrar um tão grande assim "longe" no cosmos é extremamente raro. 

Como a luz da galáxia que hospeda o buraco negro já viajou 12,5 bilhões de anos para chegar até nós, os astrônomos estão enxergando o objeto como ele era em seu passado distante. 

Para se ter uma ideia, o buraco negro já tinha bilhões de vezes a massa do nosso Sol quando o nosso universo tinha apenas um décimo de sua idade atual, de 13,8 bilhões de anos.

Mais pesquisas são necessárias para resolver o enigma dessas galáxias deslumbrantemente luminosas!

"Nós estamos olhando para uma fase muito intensa de evolução da galáxia", disse Chao-Wei Tsai do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa (JPL) em Pasadena, Califórnia, que é o principal autor de um novo relatório datado de 22 de maio, e publicado no "The Astrophysical Journal". 

WISE tem encontrado mais dessas galáxias em imagens infravermelhas de todo o céu que foram capturadas em 2010. 

Ao ver todo o céu com mais sensibilidade do que nunca, WISE tem sido capaz de capturar espécimes raros cósmicos que poderiam ter sido perdidas, já que a sensibilidade do WISE é centenas de vezes maior do que seu antecessor, o Satélite Astronômico Infravermelho, que operou em 1983.

O novo estudo relata um total de 20 novos ELIRGs, incluindo a galáxia mais luminosa encontrada até o momento. Estas galáxias não foram encontradas mais cedo por causa de suas distâncias, e porque a poeira converte sua luz visível poderosa em uma onda incrível de luz infravermelha.

"Nós encontramos em um estudo relacionado com WISE que até metade das galáxias mais luminosas só aparecem bem em luz infravermelha", disse Tsai.

A sonda WISE foi colocada em modo de hibernação em 2011, depois que ela examinou o céu inteiro duas vezes, completando assim os seus principais objetivos. 

Ela fez varredura de todo o céu em luz infravermelha, captando o brilho de centenas de milhões de objetos e produzindo milhões de imagens. 

Em setembro de 2013, WISE foi reativada, rebatizada Neowise, e lhe foi atribuída uma nova missão: complementar os esforços da NASA na identificação de objetos potencialmente perigosos próximos da Terra.

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A região mais populosa da Via Láctea!

segunda-feira, 25 de maio de 2015.
Nesta nova imagem da NASA & ESA , capturada pelo Hubble, mostra o Aglomerado do Arqueiro (Archer), o mais denso aglomerado de estrelas da Via Láctea.

O aglomerado Archer é  tão denso que em uma região de raio igual a distância entre o Sol e sua estrela mais próxima teria 100.000 estrelas!

Archer está localizado a 25.000 anos luz da Terra na região da constelação do Sagitário  (sagittarius/ the archer), próximo do coração da nossa galáxia, a Via Láctea. 

Créditos a : NASA & ESA

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Misteriosos Pontos Brilhantes em Ceres!!! Vocês conseguem adivinhar o que está causando estes pontos brilhantes no planeta anão?

sexta-feira, 22 de maio de 2015.
A nave Dawn começou a orbitar Ceres em 6 de março deste ano, marcando um fato inédito: a primeira vez que uma nave espacial orbita um planeta anão! 

Mas mesmo antes de se "posicionar" e chegar definitivamente ao seu alvo, já capturou imagens inéditas que revelam misteriosos pontos brilhantes no planeta anão Ceres, que estão intrigando os cientistas.

Na página do JPL da NASA até existe uma pesquisa para que os leitores possam dar seus palpites! Lá existem algumas opções do motivo dos pontos brilhantes para voto: Rocha, Gelo, Gêiser, Vulcão, Depósito de Sal ou Outro.


Anteriormente, a nave espacial explorou o protoplaneta gigante Vesta por 14 meses, durante os anos de 2011 e 2012. 

Para entender melhor:

A espaçonave Dawn da NASA, que foi lançada em  27 de setembro de 2007, com destino a Vesta e a Ceres, tem a distinção de ser a única espaçonave a orbitar dois alvos extraterrestres! Ela mergulha no desconhecido e consegue o que nunca foi feito antes!

Até o momento, Dawn orbitou e explorou o protoplaneta gigante Vesta, e agora ela está ajustando a sua órbita e já começou a fazer explorações em um segundo mundo novo, o planeta anão Ceres. 

Ceres e Vesta residem no principal Cinturão de Asteroides, a extensa região entre os planetas Marte e Júpiter, juntamente com muitos outros corpos menores. 

A missão Dawn da NASA capturou uma seqüência de imagens do planeta anão Ceres, tomadas para fins de navegação, em 16 de maio de 2015. Dentre elas, os cientistas detectaram um grupo de manchas brilhantes sobre Ceres. A imagem foi capturada a partir de uma distância de 4.500 milhas (7.200 quilômetros) e tem uma resolução de 2.250 pés (700 metros) por pixel.

Situação em 22 de maio de 2015 - Dawn fez um excelente progresso esta semana, continua a remodelar a sua órbita em torno de Ceres. Hoje, a altitude da nave espacial chega a até 3.100 milhas (5.000 km). 

A nave permanecerá a uma distância de 2.700 milhas (4.400 quilômetros) do planeta anão, até 30 de junho, e depois, vai diminuir sua órbita.

Ceres foi o primeiro objeto a ser descoberto no cinturão de asteroides e recebeu este nome em homenagem a deusa romana Ceres. O astrônomo siciliano Giuseppe Piazzi avistou o objeto pela primeira vez em 1801. 

À medida que mais objetos semelhantes a este foram sendo encontrados na mesma região, tornaram-se conhecidos como asteroides ou planetas menores. 

Ceres foi inicialmente classificado como um planeta e, posteriormente, classificado como um asteroide. 

Em reconhecimento por suas características serem semelhantes a de um planeta, Ceres foi designado como um planeta anão em 2006, juntamente com Plutão e Eris.

Créditos: NASA / JPL-Caltech / UCLA / MPS / DLR / IDA

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Cientistas descobrem uma nova e misteriosa classe de conjunto de estrelas! Um novo tipo de Aglomerado Globular Estelar!

quarta-feira, 20 de maio de 2015.
As observações realizadas com o VLT, "Very Large Telescope" do ESO, localizado no Chile, levaram os astrônomos a descobrirem uma nova classe "escura" de aglomerados globulares estelares ao redor da galáxia gigante Centaurus A

Esses objetos misteriosos são semelhantes aos aglomerados normais, mas contém muito mais massa e podem tanto abrigar montantes imprevistos de matéria escura ou conter buracos negros maciços.

Matt Taylor, um estudante de doutorado da Pontifícia Universidade Católica do Chile, em Santiago-Chile, é o principal autor do novo estudo. Ele definiu: "Os enxames globulares e suas estrelas constituintes são as chaves para a compreensão da formação e evolução das galáxias. Durante décadas, os astrônomos pensavam que todas as estrelas que formavam um determinado aglomerado globular compartilhavam as mesmas idades e composições químicas, mas agora sabemos que elas são criaturas mais estranhas e mais complicadas."

Suspeita-se que Centaurus A abrigue um total de aglomerados tão grande quanto a 2.000 aglomerados globulares. Muitos destes, enxames globulares, são mais brilhantes e mais maciços do que os 150 que orbitam a Via Láctea.

Matt Taylor e sua equipe já realizaram estudos mais detalhados em uma amostra de 125 aglomerados globulares do total até agora. Para isto eles utilizaram um instrumento chamado FLAMES (Fibre Large Array Multi Element Spectrograph), do VLT* (Very Large Telescope), localizado no Observatório Paranal no norte do Chile.

Eles usaram estas observações para deduzir a massa dos aglomerados e compararam este resultado com a forma de como cada um dos agrupamentos brilha.

Para a maioria dos aglomerados da nova pesquisa, os mais brilhantes tinham mais massa na forma que se esperava, ou seja, se um aglomerado contém mais estrelas, ele tem maior brilho e mais massa. 

Mas para outros dos enxames globulares algo estranho apareceu: eles eram muitas vezes mais maciços do que pareciam. 

E o que mais espantou a equipe foi que, quanto mais maciços eram estes agrupamentos incomuns, a maior fração de seu material era escuro.

"Algo nestes aglomerados estava escuro, escondido e maciço. Mas o que?"

Havia várias possibilidades:

  • Talvez os "cachos" escuros contêm buracos negros, ou outros restos estelares escuros em seus núcleos? Isso pode ser um fator que explica uma parte da massa oculta, mas a equipe concluiu que não pode explicar a história toda. 
  • E sobre a matéria escura? Aglomerados globulares são normalmente considerados quase desprovidos desta substância misteriosa, mas talvez, por alguma razão desconhecida, alguns destes,  mantiveram significativas quantidades de matéria escura em seus núcleos. Isso explicaria as observações, mas não se encaixa na teoria convencional.

O co-autor Thomas Puzia acrescentou: "Nossa descoberta de aglomerados de estrelas com massas inesperadamente elevadas para a quantidade de estrelas presentes, contêm indícios de que pode haver várias famílias de aglomerados globulares, com diferentes histórias de formação."

Estes objetos permanecem um mistério!

A equipe também está envolvida em uma pesquisa mais ampla de outros aglomerados globulares em outras galáxias, e há alguns indícios intrigantes que tais agrupamentos escuros também podem ser encontrados em outros lugares.

Matt Taylor resume a situação: "Temos tropeçado em uma nova e misteriosa classe de conjunto de estrelas! Isso mostra que ainda temos muito a aprender sobre todos os aspectos da formação de aglomerados globulares. É um resultado importante, e agora precisamos encontrar outros exemplos de aglomerados escuros em torno de outras galáxias."

Esta pesquisa foi apresentada em um artigo intitulado “Observational evidence for a dark side to NGC 5128’s globular cluster system”, por M. Taylor et al., para aparecer no "Astrophysical Journal".

Para entender melhor:

Aglomerados Globulares Estelares são enormes bolas de milhares de estrelas que orbitam a maioria das galáxias. Eles estão entre os mais antigos sistemas estelares conhecidos no universo e têm sobrevivido por quase toda a extensão do crescimento e evolução das galáxias.

A galáxia elíptica Centaurus A (também conhecida como NGC 5128) é a galáxia gigante mais próxima da Via Láctea, possui magnitude visual de 7,58, e está localizada a 14 milhões de anos-luz da Terra, na constelação do Centauro (Centaurus). 

*O VLT é o instrumento óptico mais avançado do mundo, é composto por quatro telescópios com espelhos principais de 8,2 m de diâmetro e 1,8 m de diâmetro de quatro telescópios auxiliares móveis.

O ESO é uma organização intergovernamental de astronomia, na Europa, e possui o  observatório terrestre astronômico mais produtivo do mundo. É apoiado por 16 países: Áustria, Bélgica, Brasil, República Checa, Dinamarca, França, Finlândia, Alemanha, Itália, Países Baixos, Polônia, Portugal, Espanha, Suécia, Suíça e Reino Unido, juntamente com o Estado de acolhimento, o Chile.

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A nave New Horizons, após uma viagem de mais de 9 anos, enfim está chegando a Plutão!

segunda-feira, 18 de maio de 2015.

A nave americana New Horizons tirou esta foto de Plutão, juntamente com um dos seus satélites Caronte, em 14/05/2015, quando estava a 73 milhões de Km de distância deste planeta anão. 

Os traços brancos horizontais são devidos ao fato da luminosidade destes objetos haver excedido o nível de saturação do detector.

Foi utilizado um equipamento chamado LORRI (Long Range Reconaissance Imager) para capturar a imagem.

A maior aproximação desta nave com Plutão acontecerá em 14/07/2015.

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Voce sabia? Que em cerca de 12 mil anos Vega será a Estrela do Norte?

sábado, 9 de maio de 2015.
Claro que, atualmente, a estrela que tem este título é a estrela Polaris, e é a estrela brilhante maiS próxima do Pólo  Norte Celeste.

Para explicar este fato descrevemos a seguir uma breve definição dé um dos movimentos da Terra, o da precessão dos equinócios, associada a posição que a Terra estava no ano de 2.150 a.C..

A precessão dos equinócios é um dos 04 movimentos básicos da Terra, os outros três são: rotação, translação e nutação. 

O movimento da precessão dos equinócios é equivalente ao movimento de bamboleio que o eixo de um pião qualquer faz, ao girar, quando o mesmo é jogado. E para completar um ciclo de bamboleio, a Terra leva aproximadamente 26 mil anos.

Ambas as imagens foram registradas em abril deste ano no "Alqueva Dark Sky Reserve", em Alentejo, Portugal. 

Para produzir as "fugas" das estrelas ao redor do Polo Norte Celeste do futuro, onde mostra a estrela Vega como a estrela Polar Norte, o astrônomo Miguel Claro combinou a rotação de duas câmeras para criar a aparente mudança do Polo Norte Celeste.

Os rastros deixados pelas estrelas numa foto deste tipo demonstram a rotação da Terra ao redor do seu eixo.


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O Céu Noturno de Maio de 2015

terça-feira, 5 de maio de 2015.
Vídeo muito interessante no aprendizado do reconhecimento do céu, além de ser útil também para podermos contemplar o céu noturno como é visto do hemisfério norte.




Vídeo: Céu Noturno - Hemisfério Norte - Mês: Maio/15


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A maior estrutura do Universo é... um Espaço Vazio de quase dois bilhões de anos-luz de largura!

quinta-feira, 23 de abril de 2015.
No mapa da radiação cósmica que restou após a formação do Universo é possível ver a Mancha Fria, com temperaturas invulgarmente baixas, assinalada pelo círculo.
Agora os astrônomos podem explicar aquela que poderá ser a maior estrutura conhecida no universo! E é um buraco gigante! Um espaço no universo que está invulgarmente vazio! Uma estrutura que está rodeada por uma enorme Mancha Fria que desafia as teorias existentes de como o universo se formou.

Este grande ponto frio que tem sido um mistério por mais de uma década, agora pode ser explicado. 

Em 2004, os astrônomos examinaram um mapa que continha os restos de radiação do Big Bang (a radiação cósmica de fundo, ou CMB - The Cosmic Microwave Background - em inglês), e descobriram o Ponto Frio, uma área  do céu excepcionalmente fria e muito maior do que se esperava. 

Como se sabe, a física em torno da teoria do Big Bang prevê pontos mais quentes e mais frios de vários tamanhos no universo, em sua infância, mas encontrar um local tão grande e tão frio foi inesperado.

Uma equipe de astrônomos liderados pelo Dr. István Szapudi do Instituto de Astronomia da Universidade do Havaí, em Manoa, pode ter encontrado uma explicação para a existência deste Ponto Frio, descrita por Szapud, em entrevista dada ao jornal "The Guardian", como "a maior estrutura individual já identificada pela humanidade".

Se o Ponto Frio se originou a partir do próprio Big Bang, isto poderia ser um raro e exótico sinal da física que a cosmologia tradicional (basicamente, a teoria do Big Bang e a física relacionada a ela) não explicam. 

Se, entretanto, é causada por uma estrutura de primeiro plano localizada entre nós e o CMB, seria um sinal de que há uma estrutura extremamente rara de grande escala na distribuição de massa do universo.

Usando dados do telescópio Pan-STARRS1 do Havaí (PS1), localizado no Haleakala, Maui, e do satélite WISE da NASA, a equipe de Szapudi descobriu m grande "supervoid", uma vasta região com 1,8 bilhões de anos-luz de diâmetro, em que a densidade das galáxias é muito menor do que o habitual no universo conhecido. 

Esta estrutura esférica e vazia, que se trata de um supervoid, (super vazio, numa tradução literal), que é composta por um espaço onde se estima que poderiam estar dez mil galáxias, se este fosse ocupado com a densidade média do universo. 

Foi exatamente por isso que a estrutura foi encontrada: trata-se de um espaço excecionalmente vazio no universo, o que faz com que esteja rodeada de uma espécie de mancha muito grande e fria que intrigou os cientistas quando foi vista em sondagens anteriores do céu.

Este vazio foi encontrado através da combinação de observações feitas por PS1 em comprimentos de onda ópticos com as observações do WISE, em comprimentos de onda infravermelho, para estimar a distância até e a posição de cada galáxia nesta parte do céu.

Estudos anteriores, também feitos no Hawaii, observaram uma área muito menor na direção do ponto frio, mas eles puderam estabelecer somente que não há nenhuma estrutura que é muito distante nesta parte do céu.

Paradoxalmente, identificar grandes estruturas próximas é mais difícil do que encontrar as distantes, já que deve-se mapear grandes porções do céu para ver as estruturas mais próximas. 

Os grandes mapas do céu tridimensionais criados a partir de PS1 e WISE pelo Dr. András Kovács (Universidade Eötvös Loránd, em Budapeste, Hungria) foram, portanto, essenciais para este estudo. 

O "supervoid" está a apenas cerca de 3 bilhões de anos-luz de distância de nós, na região da constelação do Erídano (Eridanus) no hemisfério sul galáctico. Uma distância relativamente curta, quando se trata de distâncias cósmicas. 

A Mancha Fria ("Cold Spot", em inglês), como se tornou conhecida, foi descoberta há dez anos, mas só agora se percebeu a que se poderão dever as temperaturas geladas que aí se registam: existe um grande espaço menos denso no seu interior, que suga a energia que o rodeia.

O fato deste espaço se encontrar mais vazio, com cerca de 20% menos matéria do que as zonas do universo habitualmente têm, levanta novas questões aos cientistas. 

O modelo cosmológico existente, aquele que, até hoje, melhor explica a formação do universo, prevê uma certa uniformidade, e uma área fria tão grande como a da Mancha é inesperada.

Enquanto a existência do "supervoid" e seu efeito esperado sobre a CMB não explicam completamente o "Cold Spot", é muito improvável que o "supervoid" e o "Cold Spot", estarem no mesmo local seja apenas uma coincidência. 

A equipe continuará seu trabalho usando a melhoria dos dados do PS1 e do Dark Energy Survey, sendo conduzidos com um telescópio no Chile para estudar o "Cold Spot" e o "supervoid", bem como um outro grande vazio localizado perto da constelação do Dragão (Draco).

O estudo foi publicado online em 20 de abril no Monthly Notices da Royal Astronomical Society pela Oxford University Press. 


Gráficos feitos por Gergő Kránicz/Crédito da Imagem: ESA Planck Collaboration.
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Primavera Boreal em Orion!

segunda-feira, 20 de abril de 2015.
Quando a primavera chega ao hemisfério norte do planeta Terra, a familiar constelação de inverno Orion se define no céu no início da noite, e as árvores brotando, enquadram as estrelas do caçador. 

O tom amarelado da supergigante vermelha Alpha Orionis, a grande estrela Betelgeuse, mistura-se com os ramos na parte superior deste colorida "skyscape". 

A estrela Alpha de Orion está "unida" na extrema direita a Alpha Tauri, também conhecida como Aldebaran.

Contrastando a supergigante azul Rigel, Beta Orionis, é outra estrela dominante da Constelação de Orion, porém, marca o pé do Caçador abaixo do centro. 

É claro que a espada de Orion trava as famosas três estrelas do cinturão azul do Caçador, perto do centro de imagem, mas a estrela do meio na espada não está sozinha, um brilho rosado levemente distorcido aponta para a sua verdadeira natureza, uma creche vizinha estelar, visível a olho nu, conhecida como a Nebulosa de Orion.

Crédito de imagem e direitos autorais: Bill Dickinson (site APOD)
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A Galáxia Anel em Volans!

Como poderia uma galáxia ter a forma de um anel? 

A borda da galáxia, em azul na foto, à direita, é uma imensa estrutura em forma de anel com 150.000 anos-luz de diâmetro, composta por recém-formadas, extremamente brilhantes, estrelas de grande massa. 

Essa galáxia, AM 0644-741, é conhecida como uma galáxia anel e foi formada por uma imensa colisão galáctica. 

Quando galáxias colidem, elas 'passam" uma pela outra, mas suas estrelas individuais "raramente" entram em contato umas com as outras. 

A forma de anel é o resultado da perturbação gravitacional causada por uma pequena galáxia intrusa que passa através de uma grande. 

Quando isso acontece, gases e poeiras interestelares se tornam condensados, causando uma onda de formação de estrelas desenfreada, dominada por jovens, massivas e quentes estrelas azuis, que se expande a partir do ponto de impacto, como uma ondulação em toda a superfície de uma lagoa. 

As regiões rosa ao longo do anel são nuvens rarefeitas de gás hidrogênio brilhante que é fluorescente, uma vez que é bombardeado com a forte luz ultravioleta das estrelas azuis. 

A galáxia anel AM 0644-741 é uma lenticular "unbarred" que fica a cerca de 300 milhões de anos-luz de distância na direção da constelação do sul Peixe Voador (Volans).

Modelos de Simulação Galácticos sugerem que o anel de AM 0644-741 continuará a se expandir por cerca de outros 300 milhões de anos até que vai começar a se desintegrar.

Crédito da Imagem: Hubble Heritage Team (AURA / STScI), J. Higdon (Cornell) ESA, NASA
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Uma das maiores imagens de uma galáxia nunca antes feita! (vídeo)

terça-feira, 14 de abril de 2015.
O telescópio Espacial Hubble capturou uma exposição da luz das estrelas, gases brilhantes, e silhuetas de nuvens escuras de poeira interestelares, nesta imagem de 4 metros por 8 metros da galáxia espiral barrada em NGC 1300. 

NGC 1300 é considerada um protótipo das galáxias espirais barradas. 

Espirais barradas se diferem das galáxias espirais normais, em que os braços da galáxia espiral desenvolvem um caminho a partir do centro/núcleo, pois estão ligadas às duas extremidades de uma barra reta de estrelas contendo o núcleo em seu centro.

Na definição do Hubble, uma miríade de detalhes finos, alguns dos quais nunca antes detectados, é visto ao longo dos braços da galáxia, o disco, uma protuberância, e seu núcleo. 

Supergigantes azuis e vermelhas, aglomerados de estrelas e regiões de formação estelares são visualizados bem através dos braços espirais, e faixas de poeira seguem para fora das estruturas finas do disco. 

Já, numerosas galáxias mais distantes são visíveis ao fundo, e são vistas mesmo nas regiões mais densas de NGC 1300.

NGC 1300 não é conhecida por ter um núcleo ativo, no entanto, este fato não indica que haja um buraco negro.

A imagem foi construída a partir de exposições tomadas em setembro de 2004 pela Advanced Camera do Hubble em quatro filtros. 

"Starlight" e poeira são vistas em azul claro, em luz visível e infravermelha. 

Aglomerados de estrelas brilhantes são destacados em vermelho por sua emissão associada de gás hidrogênio brilhante . 

A galáxia encontra-se a cerca de 69 milhões de anos-luz de distância (21 megaparsecs) na direção da constelação Erídano (Eridanus).




Filtros de imagem: F435W ( B ), F555W ( V ), F814W ( I ), F658N (H-alfa)

Créditos: NASA, ESA, ea equipe da herança de Hubble (STScI / AURA)
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M83 - O Catavento do Sul: Um alvo fotogênico e favorito para inúmeros astrônomos amadores! (vídeo)


Toda a beleza da galáxia espiral M83 é revelada, em toda a sua glória, neste mosaico de  imagens do Telescópio Espacial Hubble.

Astrônomos, usando o Telescópio Espacial Hubble da NASA, "focaram" na galáxia espiral barrada M83, também conhecida como o "Catavento do Sul", localizada a 15 milhões de anos-luz de distância na região da Constelação de Hidra (Hydra).

Ao reunir uma série de imagens do Hubble, os cientistas fizeram um mosaico "Icônico" desta galáxia, onde mostra bilhões de estrelas em várias fases da vida, distribuídas por 50.000 anos-luz.

Entenda melhor M83:

A Galáxia M83 foi descoberta por Abbe Nicholas Louis de la Caille, no Cabo da Boa Esperança, em 23 de Fevereiro de 1.752.

É considerada uma das mais distintas galáxias espirais do céu e uma das galáxias localizadas mais ao sul que pertence ao catálogo Messier. Charles Messier a catalogou em 17 de Fevereiro de 1.781. 

Popularmente chamada de “Southern Pinwheel” que significa “Catavento do Sul”, foi a primeira galáxia a ser descoberta depois do grupo local, e a terceira de todas as galáxias, depois de M31 e de M32. 

M83 está retrocedendo a uma velocidade de 337 km/seg, ou seja, está se afastando da Terra.

A fotografia do Hubble captou milhares de aglomerados de estrelas, centenas de milhares de estrelas individuais, e "fantasmas" de estrelas mortas chamados remanescentes de supernova. Este panorama galáctico revelou uma tapeçaria do drama de nascimento e morte estelares, distribuídos por 50.000 anos-luz.

"Bolhas" interestelares produzidas por cerca de 300 supernovas de estrelas massivas foram encontradas nesta imagem do Hubble. Ao estudar esses remanescentes de supernovas, os astrônomos podem compreender melhor a natureza das estrelas que explodiram e os dispersos elementos químicos nucleares processados ​​de volta para a galáxia, contribuindo para a próxima geração de novas estrelas.

M83 é uma das obras de arte do espaço profundo do sul, mas infelizmente é muito difícil de se observar por observadores do norte. 

Os observadores do sul devem encontrar M83 facilmente se localizarem primeiro a constelação do Centauro (Centaurus) e depois procurarem M83 ao norte de Centaurus exatamente próximo a divisa entre Hidra e esta constelação.

Assista ao Vídeo de aproximação:



Créditos: NASA, ESA, and the Hubble Heritage Team (STScI/AURA)
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O Céu Noturno de Abril de 2015

domingo, 5 de abril de 2015.
Vídeo muito interessante no aprendizado do reconhecimento do céu, além de ser útil também para podermos contemplar o céu noturno como é visto do hemisfério norte.


Vídeo: Céu Noturno - Hemisfério Norte - Mês: Abril/15
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The Bull - Taurus (video in English)

terça-feira, 24 de março de 2015.
The Taurus region is beautiful to watch as there is an abundance of stellar clusters. This is given to the fact that the axis of the galactic equator, which is the hub of our Milky Way galaxy, crosses the constellation in one end.


Video in portuguese language: https://www.youtube.com/watch?v=id05TCCmGWs

At site, click on "translate here".



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Our history and learn about astronomy in our channels "The Wonders of the Starry Sky":
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