APRESENTAÇÃO DO CANAL

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O Céu Noturno de Março de 2015

quinta-feira, 19 de março de 2015.
Vídeo muito interessante no aprendizado do reconhecimento do céu, além de ser útil também para podermos contemplar o céu noturno como é visto do hemisfério norte.


Vídeo: Céu Noturno - Hemisfério Norte - Mês: Março/15
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Feliz Dia do Pi (Pi Day)! A celebração mais famosa da Matemática!

domingo, 15 de março de 2015.
Como aprendemos na escola, Pi representa o número obtido pela divisão da circunferência de um círculo por seu diâmetro.

No entanto, um matemático poderia dizer um número mais exato: 3,14159265.

Curiosamente, o dia do Pi (14 de Março) coincide com o aniversário de Albert Einstein, que certamente sabia o suficiente sobre este número.

Matemáticos, nerds e estudantes de todo o mundo celebram este dia com várias atividades, tais como: recitar os números, fazer cálculos e poemas, assistir ao filme "Pi", e cozinhar e comer tortas.

Algumas escolas oferecem prêmios para aqueles que memorizarem tantos quantos dígitos de Pi puderem.

Pi é a letra XVI do alfabeto grego e constante mais conhecido no mundo matemático.

Além disso, Pi tem uma mística que geralmente aparece na cultura popular: o código secreto nos filmes "A Cortina Rasgada", de Alfred Hitchcock, e "The Net", estrelado por Sandra Bullock.

Como David Blatner, autor de "A alegria de Pi" ("The Joy of Pi") diz que Pi é mais do que um número e sua importância vai muito além da simples geometria.

Pi representa um mistério universal: como é que uma coisa tão básica, tão fundamental para a matemática e ciência, é tão difícil de definir?

Por 3.500 anos, os matemáticos do mundo tentaram chegar ao valor final do número Pi, também chamado de "quadratura do círculo". O recorde até agora foi do desenvolvedor francês Fabrice Bellard, que estimou 2,7 trilhões de casas decimais.

Na verdade, esta estimativa é literalmente impossível, diz Blatner, porque os dígitos de Pi alcançam o infinito.

Dia do Pi, portanto, é um momento para homenagear não apenas um número e do fascínio que ele suscita, mas também a verdade essencial que existem em algumas coisas que você não pode saber, mas só pode ter uma abordagem conhecida.

Fonte: MIT

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Ceres: o mundo intrigante e misterioso!

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015.
Crateras e manchas brilhantes misteriosas começam a aparecer nas últimas imagens de Ceres, realizadas pela sonda Dawn da NASA. 

As imagens abaixo, tiradas em 12 de fevereiro a uma distância de 52 mil milhas (83 mil km) do planeta anão, já colocam questões intrigantes para a equipe de cientistas, enquanto a sonda espacial se aproxima de seu destino.

As duas faces de Ceres. As imagens
foram capturadas com 10 horas de intervalo.
(em 12/02/2015)
Após a sonda chegar efetivamente ao seu alvo e entrar em órbita em torno do planeta-anão, ela vai estudá-lo com maiores detalhes.

Ceres tem um diâmetro de 950 Km, é o maior objeto do Cinturão de Asteroides, situado entre Marte e Júpiter, e é o corpo mais maciço dessa região do sistema solar, contendo cerca de um terço do total da massa do cinturão.

Apesar de ser um corpo celeste relativamente próximo da Terra, pouco se sabia até então, sobre Ceres. 

A animação acima foi elaborada com algumas imagens da aproximação de Dawn à Ceres, capturadas em 04 de fevereiro. Nesta data, a sonda estava a uma distância de 90.000 milhas (145.000 Km) do mundo misterioso.

O que sabíamos, até então, a respeito de Ceres?

A superfície "ceriana" era enigmática...

Em imagens de 1995, por exemplo, tinha-se a impressão da presença de um grande ponto negro que foi interpretado como uma enorme cratera. 

Já em 2003, novas imagens apontaram para a existência de um ponto branco com origem desconhecida, não se conseguindo assinalar a cratera inicial.

A própria classificação mudou mais de que uma vez: na altura em que foi descoberto foi considerado como um planeta, mas após a descoberta de corpos celestes semelhantes na mesma área do sistema solar, foi reclassificado como um asteroide, e permaneceu assim por mais de 150 anos.

No início do século XXI, novas observações mostraram que Ceres é um planeta embrionário com estrutura e composição muito diferentes das dos asteroides comuns e que permaneceu intacto provavelmente desde a sua formação, há mais de 4,6 bilhões de anos. 

Pouco tempo depois, foi reclassificado como planeta anão. Pensava-se, também, que Ceres fosse o corpo principal da "família Ceres de asteroides". Contudo, Ceres mostrou-se pouco "aparentado" com o seu próprio grupo, inclusive em termos físicos. A esse grupo é agora dado o nome de "família Gefion de asteroides".

Ceres foi descoberto acidentalmente no dia 1 de janeiro de 1801 por Giuseppe Piazzi, quando usava um telescópio situado no alto do Palácio Real de Palermo na Sicília.

Crédito da imagem: NASA / JPL-Caltech / UCLA / MPS / DLR / IDA
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Afinal, Como é o outro lado da Lua? Aquele que não podemos ver aqui da Terra...

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015.
Este vídeo responde a essa pergunta. Assim como o lado que podemos ver, o outro lado da Lua também passa por um ciclo completo de fases, mas o terreno do lado mais distante é bastante diferente.

Falta-lhe as familiares e grandes manchas escuras, chamada Maria, presente no lado que conhecemos.

Em vez disso, o lado "oculto" contém crateras de todos os tamanhos. O outro lado também é o lar de uma das maiores e mais antigas formações de impacto do nosso sistema solar, a bacia do Pólo Sul-Aitken (South Pole-Aitken basin), visível aqui como uma contusão um pouco mais escura que cobre o terço inferior do disco.

O outro lado foi visto pela primeira vez em um punhado de imagens granuladas devolvidas pela sonda soviética Luna 3, que girou em torno da Lua, em outubro de 1959.

A Lunar Reconnaissance Orbiter foi lançada 50 anos depois, e desde então retornou centenas de terabytes de dados, permitindo que os cientistas pudessem criar mapas extremamente detalhados e e precisos do outro lado. Esses mapas foram usadas para criar as imagens vistas aqui.

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O Céu Noturno de Fevereiro de 2015

Vídeo muito interessante no aprendizado do reconhecimento do céu, além de ser útil também para podermos contemplar o céu noturno como é visto do hemisfério norte.



Vídeo: Céu Noturno - Hemisfério Norte - Mês: Fevereiro/15
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Uma Idade das Trevas maior do que se pensava? É o que apontam os dados do novo Mapa da nossa galáxia: A Via Láctea!

Um frenesi de gás quente, poeira e campos magnéticos se misturam em um redemoinho colorido neste novo Mapa da nossa galáxia, a Via Láctea. 

Ele foi construído a partir de observações feitas em microondas e em milímetros de comprimento de onda, e mostram mais do que somos capazes de ver com os nossos próprios olhos.

A imagem é parte de um novo e melhorado conjunto de dados do "Planck", uma missão da Agência Espacial Européia, em que a NASA teve um papel fundamental.

Os novos dados foram disponibilizados ao público em 05 de fevereiro, e agora incluem observações feitas durante toda a missão. 

A equipe do Planck diz que a possibilidade da realização de medições mais precisas estão possibilitando o refinamento do que sabemos a respeito do nosso Universo, e a averiguação da quantidade de matéria, incluindo a matéria escura, e como elas são aglutinadas. Outras propriedades importantes do nosso Universo também estão sendo medidas com maior precisão e rigor, colocando todas as teorias do Cosmos existentes, a testes cada vez mais rigorosos.

Uma propriedade cósmica parece ter mudado com este novo lote de dados: o período de tempo em que o nosso universo permaneceu na escuridão durante seus primeiros estágios.

Uma análise preliminar dos dados da Planck sugere que nesta época, um período conhecido como Idade das Trevas, que ocorreram antes das primeiras estrelas e outros objetos "aparecerem", durou mais de 100 milhões de anos, ou seja, mais tempo do que se pensava.

Especificamente, a Idade das Trevas terminou 550.000.000 anos após o Big Bang que criou o universo, mais tarde do que as estimativas anteriores feitas por outros telescópios, que eram de 300 a 400 milhões de anos. A investigação está em curso para confirmar esse achado.

Os dados de Planck também apoiam a ideia de que a força misteriosa conhecida como a energia escura está agindo contra a gravidade e está "empurrando" nosso universo para mais longe em velocidades cada vez maiores. 

Entenda os vários componentes que constituem a imagem principal:

- Pó Brilhante (imagem superior esquerda). As cores vermelhas que compõem este mapa mostram luzes vindas do brilho térmico de poeira existentes em toda a nossa galáxia. A poeira é fria, com cerca de apenas 20 graus acima do zero absoluto (20 Kelvin).

- Gás Monóxido de Carbono (imagem superior direita). A cor amarela mostra gás monóxido de carbono, que se concentra ao longo do plano da Via Láctea, nas nuvens mais densas de gás e poeira, que estão produzindo novas estrelas.

- Partículas Carregadas (inferior esquerda). O verde mostra um tipo de radiação conhecida como livre-livre (free-free). 

- Capturado em Campos Magnéticos (inferior direita). O Azul indica um tipo de radiação chamada síncrotron.

O Planck passou mais de quatro anos observando a radiação que sobrou do nascimento do nosso Universo, chamada radiação cósmica de fundo. O telescópio espacial está ajudando os cientistas a entender melhor a história e estrutura do nosso Universo, assim como a nossa Via Láctea.

Crédito da imagem: ESA / NASA / JPL-Caltech
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O Ano 2015 foi declarado o Ano Internacional da Luz!

terça-feira, 27 de janeiro de 2015.
O ano de 2015 foi declarado o Ano Internacional da Luz (IYL) pela Organização das Nações Unidas. Com isto, todas as organizações, instituições e indivíduos envolvidos na ciência e aplicações de luz estarão unidos para esta celebração para ajudar a espalhar a palavra sobre "As Maravilhas da Luz".

De muitas maneiras, a astronomia usa a ciência da luz, principalmente, através da construção de telescópios capazes de detectar a luz em suas diversas formas, desde as ondas de rádio em uma extremidade do "espectro eletromagnético" a raios gama, por outro, e os cientistas podem obter uma melhor compreensão dos processos de "funcionamento" do Universo.

O Observatório de Raios-X Chandra da NASA explora o universo em raios-X, uma forma de alta energia da luz. 

Ao estudar os dados de raios-X e compará-los com as observações de outros tipos de luz, os cientistas puderam desenvolver uma melhor compreensão dos objetos celestes, tais como, estrelas e galáxias que geram temperaturas de milhões de graus e produzem raios-X.

Para reconhecer o início desta linda comemoração, o centro de raios-X Chandra está lançando um conjunto de imagens que combinam dados de telescópios sintonizados com diferentes comprimentos de onda de luz. 

A partir de uma galáxia distante até o campo de destroços relativamente perto de uma estrela que explodiu, estas imagens demonstram as inúmeras maneiras que a informação sobre o Universo nos é comunicada através da luz.

As imagens, acima, no sentido horário horário, são: 

Messier 51 (M51): Esta galáxia, apelidada de "A Galáxia do Redemoinho" (em inglês "Whirlpool"), é uma galáxia espiral, como a nossa Via Láctea, localizada a cerca de 30 milhões de anos-luz da Terra. Esta imagem composta, combina dados coletados pelo Chandra em comprimentos de onda de raios-X (em roxo), ultravioleta pelo "Galaxy Evolution Explorer" (GALEX), (em azul); luz visível pelo Hubble (em verde), e infravermelho por Spitzer (em vermelho).

Quer saber mais sobre "A Galáxia do Redemoinho"?Acesse:


SNR 0519-69,0: Quando uma estrela maciça explodiu na Grande Nuvem de Magalhães, uma galáxia satélite da Via Láctea, deixou para trás um escudo de expansão de detritos chamado SNR 0519-69,0. Aqui, o gás de multi milhão de graus é visto em raios-X do Chandra (em azul). Já, a borda externa da explosão (em vermelho) e as estrelas do campo de visão são vistas em luz visível do Hubble.

Quer saber mais sobre "A Grande Nuvem de Magalhães"? Acesse:

MSH 11-62: Quando os raios X, mostrado em azul, do Chandra e do "XMM-Newton", foram unidos nesta imagem com os dados de rádio "Australia Telescope Compact" (em rosa), e dados de luz visível "Digitized Sky Survey" (DSS, amarelo), uma linda e nova visão da região emergiu.


RCW 86: Este remanescente de supernova é composto dos restos de uma estrela que explodiu, e que tal explosão, pode ter sido testemunhada por astrônomos chineses há quase 2.000 anos atrás. Modernos telescópios têm a vantagem de observar esse objeto em luz que é completamente invisível para o olho humano, invisível a olho nu. Esta imagem combina raios-X do Chandra (rosa e azul), juntamente com a emissão visível a partir de átomos de hidrogênio na borda do remanescente, que pôde observado com o telescópio 0,9-m Curtis Schmidt no Observatório inter-americano de Cerro Tololo (amarelo).

Cygnus A: Esta galáxia, a uma distância de cerca de 700 milhões de anos luz,  na Constelação do Cisne, contém uma bolha gigante preenchida com raios-X emissores de gás quente, que foram detectados pelo Chandra (azul). Os dados de rádio da "NSF Very Large Array"(vermelho) revelam "pontos quentes", a cerca de 300.000 anos-luz do centro da galáxia, de onde emanam poderosos jatos do supermassivo buraco negro da galáxia. Dados de luz visível (amarelo) do Hubble e do DSS completam belíssima vista.

Quer saber mais sobre "A Constelação do Cisne"? Acesse:
>A Constelação do Cisne
>Mitologia - O Cisne

Além dessas imagens recém-lançadas, o Centro de Raios-X Chandra criou um novo repositório de imagens, online, chamado "Light: Beyond the Bulb" para  o Ano Internacional da Luz (IYL). Este projeto coloca objetos astronômicos em contexto com a luz em outros campos da ciência e da investigação.

> Marshall Space Flight Center da NASA em Huntsville, Alabama, gerencia o programa "Chandra for Science Mission Directorate" da NASA em Washington. 

> O Observatório Astrofísico Smithsonian, em Cambridge, Massachusetts, controla as operações científicas e os voos de Chandra.

> Para comemorar o Ano Internacional da Luz, cinco imagens do Chandra foram liberadas: (M51, SNR E0519-69.0, MSH 11-62, Cygnus A, e RCW 86). > Ver a imagem ampliada


Crédito de imagem: 
NASA / CXC / SAO
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Os Pilares da Criação em comemoração ao 25 anos do Hubble!

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015.
Para comemorar os 25 anos (1990-2015) de exploração do Universo da órbita baixa da Terra, as câmeras do Telescópio Espacial Hubble, mais uma vez, foram usadas para rever a sua imagem mais emblemática. 

O resultado é esta visão mais nítida, mais ampla da região apelidada de "os Pilares da Criação", que foi fotografada pela primeira vez pelo Hubble em 1995. Nela, é possível ver estrelas se formando ao fundo de suas estruturas imponentes. 

As longas colunas de gás frio e de poeira estão a cerca de 6.500 anos-luz de distância de M16, a Nebulosa da Águia, na direção da constelação da Serpente (Serpens).

Esculpidos e corroídos por ventos enérgicos e poderosos do aglomerado de estrelas jovens e massivas do M16, os próprios pilares cósmicos estão destinados à destruição. 

Mas o ambiente turbulento de formação de estrelas dentro de M16, cujos detalhes espetaculares foram capturados neste instantâneo de luz visível do Hubble , é provavelmente semelhante ao ambiente que se formou o nosso Sol.

Quer saber mais detalhes a respeito dos Pilares da Criação? Acesse:http://www.asmaravilhasdoceuestrelado.com.br/2013/02/os-pilares-da-criacao.html

Créditos: +NASA, +European Space Agency, ESA, and The Hubble Heritage Team (STScI / AURA)
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O Céu Noturno de Janeiro de 2015

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Vídeo: Céu Noturno - Hemisfério Norte - Mês: Janeiro/15

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Você Sabia? Que a Terra está mais próxima do Sol?

sábado, 3 de janeiro de 2015.
No dia 04 de janeiro, às 06:36 TU, o Sol estará a uma distância mínima da Terra, conhecida como periélio. 

Isso acontece porque a órbita da Terra em torno do Sol não é um círculo, mas uma elipse, e o Sol localiza-se em um dos focos desta elipse. 














Em astronomia, o periélio (ou perélio), que vem de peri (à volta, perto) e hélio (Sol), é o ponto da órbita de um corpo, seja ele planeta, planeta anão, asteroide ou cometa, que está mais próximo do Sol. Quando um corpo se encontra no periélio, ele tem a maior velocidade de translação de toda a sua órbita.

As órbitas de todos os planetas são sempre elípticas, tendo sempre um ponto mais afastado (afélio) e um ponto mais próximo (periélio), localizado na extremidade oposta.

Crédito: O. Córdoba

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Boas Festas e Céus Estrelados!!!

terça-feira, 16 de dezembro de 2014.


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A Terra está com febre!

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014.
A temperatura média da Terra aumentou ao longo de 1º F, no século passado. 

Projeta-se que nos próximos 100 anos, a temperatura suba entre 3º F e 10º F. 

Estes dados da rede global de satélites, missões aéreas e sistemas de monitoramento de superfície da NASA, são usados para construir modelos climáticos que nos ajudem a compreender as causas e efeitos do aquecimento global.

Assista ao vídeo:




Coisas úteis para se lembrar:

  • 1º F (Fahrenheit) = -17,22 º C (Celsius);
  • A temperatura normal de uma pessoa é de 37º C = 98º F;
  • A água congela quando sua temperatura alcança 0º C = 32º F;
  • A água ferve quando chega a uma temperatura de 100ºC = 212º F.



Créditos:
Vídeo e Imagem: NASA
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O Céu Noturno de Dezembro de 2014

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Vídeo: Céu Noturno - Hemisfério Norte - Mês: Dezembro/14



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Previsão Dezembro de 2014: Chuva de Meteoros Geminídeas

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014.
Este ano a Chuva de Meteoros "Geminídeas" atingirá seu pico durante a noite e madrugada dos dias 13 e 14 de dezembro (a partir das 21/22 horas). 

Sobre a Chuva de Meteoros:
Os Geminídeas, com pico em meados de Dezembro de cada ano, são considerados um dos melhores e mais confiáveis ​​chuveiros anuais de meteoros. A primeira aparição das Geminídeas ocorreu em meados de 1800. No entanto, as primeiras chuvas não foram notáveis, já que possuíam apenas de 10 a 20 meteoros possivelmente observados por hora. Desde aquela época, as Geminídeas têm crescido para atualmente se tornar um dos mais importantes chuveiros do ano. Durante seu auge, estima-se que 120 meteoros Geminídeas possam ser vistos por hora.

Observando a Chuva:
A Chuva de Meteoros Geminídeas é melhor visualizada durante a noite e madrugada de seu período ativo, e são visíveis em todo o mundo devido a uma quase 24 horas de amplitude máxima. Esta festa é considerada uma das melhores oportunidades para os jovens espectadores.

Para ver os meteoros Geminídeas, é necessário encontrar uma área com céu limpo, bem longe da cidade e da iluminação pública. Se possível, vá preparado com um saco de dormir, cobertor ou cadeira de gramado. Deite-se de costas com os pés virados para sul e olhe para cima. Após cerca de 30 minutos no escuro, seus olhos vão se adaptar e possivelmente você começará a ver os meteoros. Seja paciente! O show tem previsão de durar até o amanhecer, então você tem tempo de sobra para ter um vislumbre.

As Geminídeas são meteoros brilhantes e rápidos que tendem a ser de cor amarela. Geminids também são conhecidos por seus meteoros do tipo "bola de fogo". Bolas de fogo são explosões maiores de luz e de cor que podem persistir por mais tempo do que a média de meteoros. Isto é devido ao fato de que estas bolas de fogo são originárias a partir de partículas maiores de material. Bolas de fogo são também mais brilhantes, mais brilhantes das de com magnitudes -3.

O Asteroide:
Ao contrário da maioria das chuvas de meteoros que se originam a partir de cometas, as Geminídeas origina-se de um asteroide chamado 3200 Phaethon, que leva 1,4 anos para orbitar uma vez o Sol. É possível que Phaethon seja um "cometa morto" ou um novo tipo de objeto que está sendo discutido pelos astrônomos chamado de "cometa rock", já que a órbita altamente elíptica do cometa de Phaethon em torno do Sol dá crédito a esta hipótese. No entanto, os cientistas ainda não estão certos de como definir Phaethon. Quando Phaethon passa pelo Sol não desenvolve uma cauda de cometa, e seus espectros parecem ser um asteroide rochoso. Além disso, os pedaços (de 2-3g/cc) que se quebram para formar os meteoroides Geminids também são várias vezes mais densos que os flocos de poeira de cometas (de 0,3g/cc).

O Asteroide 3200 Phaethon foi descoberto em 11 de Outubro de 1983 pelo "Infrared Astronomical Satellite". 

Devido à sua estreita aproximação do Sol, Phaethon recebeu este nome devido ao mito grego que conta o episódio em que Phaethon pediu ao seu pai Helios para dirigir o carro do Sol, uma carruagem puxada por quatro cavalos luminosos.

Phaethon é considerado um pequeno asteroide, já que suas medidas em diâmetros são de somente 5,10 km (3,17 milhas). Foi o astrônomo Fred Whipple que percebeu que Phaethon é a fonte para os meteoros Geminids.


O Radiante:
Seu radiante, ou seja, o ponto no céu a partir do qual as Geminídeas parecem provir, é a constelação de Gêmeos, os "Gêmeos". A constelação de Gêmeos é também a "responsável" pelo nome dado a este chuveiro: Geminídeas. 

Nota: A constelação que é utilizada como inspiração ao nome dado a qualquer chuva de meteoros só serve para ajudar os telespectadores a determinar qual o chuveiro que eles estão vendo em uma determinada noite. A constelação não é a fonte dos meteoritos. Além disso, você não precisa olhar apenas para a constelação de Gêmeos para ver os meteoros Geminídeas, eles são visíveis em todo o céu noturno.


Fatos:

Origem: 3200 Phaethon (um asteroide ou um possível "cometa rock");

Radiante: constelação de Gêmeos;

Período Ativo: 4-17 dezembro 2014;

Pico: 13-14 dezembro 2014;

Previsão de Contagem de Meteoros: Cerca de 120 meteoros por hora;

Velocidade dos Meteoros: 35 km (22 milhas) por segundo.


Afinal, dê onde vem os Meteoros?
Meteoros vêm de partículas de cometas e de sobras e pedaços de asteroides. Quando esses objetos passam em torno do Sol, eles deixam um rastro de poeira atrás deles. Todos os anos, a Terra passa através dessas trilhas de detritos, o que permite a colisão deles com a nossa atmosfera, onde se desintegram para criar faixas de fogo e "luzes" coloridas no céu.

Fonte: NASA
Crédito da Imagem: Jimmy Westlake
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Feliz Dia do Astrônomo!

terça-feira, 2 de dezembro de 2014.
Parabéns a Todos os amantes das Estrelas! Céus Estrelados!

Crédito: Planetário do Rio
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