APRESENTAÇÃO DO CANAL

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O Céu Noturno de Outubro de 2014

segunda-feira, 20 de outubro de 2014.
Vídeo muito interessante no aprendizado do reconhecimento do céu, além de ser útil também para podermos contemplar o céu noturno como é visto do hemisfério norte.



Vídeo: Céu Noturno - Hemisfério Norte - Mês: Outubro/14
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Após uma viagem interplanetária de 10 meses, MAVEN entra em órbita de Marte!

terça-feira, 23 de setembro de 2014.
Após uma inserção de órbita bem sucedido, a sonda espacial "Mars Atmosphere and Volatile Evolution", ou MAVEN, entrou em órbita em torno de Marte, com êxito, na noite de ontem, 21 de setembro de 2014, completando uma viagem interplanetária de 10 meses e 711 milhões de quilômetros.

Maven é a primeira nave espacial dedicada a estudar a atmosfera superior do planeta vermelho, em um esforço para entender como o clima marciano mudou ao longo do tempo.

Assista ao vídeo que explica a missão:


(Crédito da imagem: NASA - National Aeronautics and Space Administration)
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Após 2 décadas de busca, Hubble encontra a estrela companheira de um tipo raro de Supernova


Usando o telescópio espacial Hubble, da NASA, astrônomos descobriram uma estrela companheira de um tipo raro de supernova. 

A descoberta confirma uma teoria de longa data de que a supernova, batizada SN 1993J, ocorreu dentro do que é chamado sistema binário, onde duas estrelas interagindo entre si causaram uma explosão cósmica.

SN 1993J é um exemplo de uma supernova Tipo IIb, ou seja, uma supernova (explosão estelar) incomum que contém muito menos hidrogênio do que a encontrada em uma supernova típica. 

A rara Supernova SN 1993J reside na galáxia M81 (Messier 81), a cerca de 11 milhões de anos-luz de distância na direção da constelação Ursa Maior. 

Desde a sua descoberta, há 21 anos atrás, os cientistas têm procurado sua estrela companheira. 

Observações realizadas no Observatório WM Keck, em Mauna Kea, Havaí, sugeriu que a estrela companheira desaparecida irradiava grandes quantidades de radiação ultravioleta (UV), mas a área da supernova estava tão lotada que os cientistas não poderia ter certeza de que eles estavam medindo a estrela certa.

A equipe combinou dados de luz óptica e imagens de luz UV do Hubble para a construção de um espectro que combinava com o brilho previsto de uma estrela companheira, também conhecida como emissão contínua. Os cientistas só recentemente foram capazes de detectar diretamente a luz.

Os astrônomos estimam que uma supernova ocorre uma vez a cada segundo em algum lugar do universo, mas eles não entendem completamente como as estrelas explodem. 

Mais pesquisas vão ajudar os astrônomos a entender melhor as propriedades dessa estrela companheira e os diferentes tipos de supernovas.

Crédito da impressão artística: NASA, ESA, G. Bacon (STScI)

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As Estações da Terra mudam hoje!

segunda-feira, 22 de setembro de 2014.
As estações vão mudar hoje (22 de setembro), com o Hemisfério Sul se movendo de inverno para primavera e o Hemisfério Norte entrando no outono.

O evento celeste que marca essa transição é chamado de "equinócio" (do latim aequinoctìum, 'igualdade dos dias e das noites'), e acontece duas vezes por ano, a primeira em torno de 21 de Março e a seguinte em torno de 21 de setembro.

A Terra é tão grande que sua massa tem um efeito giroscópico extremamente poderoso. Por este motivo, os seus polos sempre apontam na mesma direção, embora um grande terremoto possa causar pequenas oscilações neste eixo.

Mais importante ainda, o movimento da Terra em torno do Sol não tem absolutamente nenhum efeito sobre a direção em que os eixos dos polos estão apontando, mas tem consequências muito importantes para estações terrestres.

Os astrônomos marcam as posições dos objetos no céu em relação aos polos de rotação da Terra. A linha mais importante é o equador celeste, que divide o céu em dois hemisférios norte e sul (a linha azul que você vê na imagem)

O eixo de rotação da Terra está inclinado 23,4 graus em relação ao plano de sua órbita. Esta inclinação é sempre para o mesmo ponto no céu, o chamado polo celestial, não importa por onde a Terra passe.

Esta inclinação faz com que pareça, para qualquer observador da superfície da Terra, que o Sol está se movendo pelo céu em um ângulo pendente para o equador celeste. Este é marcado pela linha vermelha na imagem, a "eclíptica", porque eclipses acontecem ao longo desta linha.

Duas vezes por ano, o Sol cruza o equador celeste, movendo-se a partir do Hemisfério Norte para o Hemisfério Sul, ou vice-versa. Estes dois cruzamentos são muito importantes para os habitantes da Terra, porque eles marcam a mudança na direção dos raios do Sol , quando “tocam” a Terra.

Especificamente, hoje, o Sol vai passar do hemisfério norte para o hemisfério sul. Ele vai passar por cima (em todos os lugares) ao longo do equador da Terra nesta data, e o Sol vai nascer exatamente à leste e se pôr exatamente à oeste. Os dias e as noites também terão comprimento aproximadamente igual. ("Equinox" é derivado do latim e significa "noite igual").

Depois de hoje, o Sol vai brilhar mais na metade sul do nosso planeta e menos na metade norte. 

O Sol vai continuar em seu caminho em direção ao sul aproximadamente nos próximos três meses, atingindo o seu ponto mais ao sul em 21 de dezembro, a data do "solstício". 

No Hemisfério Norte, os dias serão mais curtos, as noites mais longas, e as temperaturas mais frias durante estes próximos três meses de caminhada.

É sempre importante lembrar que este evento faz parte de um ciclo, e que depois de 21 de dezembro, o Sol começar a se mover em direção ao norte novamente.
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Incontáveis ​​estrelas ... mas não são para os nossos olhos!?

sexta-feira, 19 de setembro de 2014.
É comum crer que se sairmos para observar o céu em uma noite clara, no melhor lugar da Terra em termos astronômicos que se possa imaginar, sem poluição luminosa, sem obstáculos, então veremos infinitas e incontáveis estrelas...

No entanto, não é assim: a partir deste "paraíso astronômico" seremos capazes de contar aproximadamente 2.500 estrelas. Nada mais? 

É isto mesmo! Nossos olhos não podem ver objetos muito tênues, dada a fisiologia dos nossos olhos, em condições ideais pode ver apenas objetos mais brilhantes que certos limites. 

Em astronomia o brilho dos objetos é medido em magnitudes, e os objetos mais brilhantes têm magnitudes menores. 

Nossos olhos só podem ver objetos com magnitude aparente menor que 6.

E de todas as estrelas catalogadas da Via Láctea, apenas cerca de 5.000 têm magnitude aparente mais brilhante do que 6 (menor que 6).

A partir de qualquer ponto de observação da Terra pode-se ver apenas a metade do céu, e de lá o número mágico de 2.500 estrelas são visíveis a olho nu. 

Quando saímos do "paraíso astronômico" e regressamos para as nossas cidades e saímos em nosso quintal / varanda, devido à poluição luminosa elevada, o limite de magnitude observável a olho nu, em grandes cidades, desce para 3. Veremos apenas objetos mais brilhantes que 3 magnitudes.

Isto nos deixa com um céu em que podemos observar, a olho nu, cerca de 90 estrelas. Surpreendentemente, não ??? 

Para recuperar o nosso céu é necessário que todos contribuam, iluminando o chão e não o céu !!! 

Mais informações: livro "¿Cuánto sabés sobre el Universo?"

Crédito de imagem: "Calvin & Hobbes" - Bill Watterson
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O Céu Noturno de Setembro de 2014

segunda-feira, 8 de setembro de 2014.
Vídeo muito interessante no aprendizado do reconhecimento do céu, além de ser útil também para podermos contemplar o céu noturno como é visto do hemisfério norte.



Vídeo: Céu Noturno - Hemisfério Norte - Mês: Setembro/14
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O Céu Noturno de Agosto de 2014

Vídeo muito interessante no aprendizado do reconhecimento do céu, além de ser útil também para podermos contemplar o céu noturno como é visto do hemisfério norte.


Vídeo: Céu Noturno - Hemisfério Norte - Mês: Agosto/14
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Após 9 anos de estrada, a sonda espacial New Horizons entra no espaço de Plutão!

quarta-feira, 9 de julho de 2014.
Trajetória da New Horizons
Depois de quase nove anos na estrada, a New Horizons está no que a NASA chama de "Pluto-Space", no espaço de Plutão! (conforme anunciado em suas redes sociais).

No dia 7 de julho de 2014, a sonda espacial New Horizons estava a 29,8 A.U.* (unidades astronômicas), ou seja 29,8 vezes a distância da Terra ao Sol,  e colocou-se dentro dos limites da órbita excêntrica de Plutão. 

Emocionante! Já que Plutão é o seu alvo primário!

E enquanto muitos estão focados no encontro da sonda com Plutão em si, a Nasa já está planejando o que fazer a seguir com a nave espacial. 

Em meados de junho, o Telescópio Espacial Hubble iniciou uma pesquisa de teste a respeito dos objetos gelados do Cinturão de Kuiper que a New Horizons tem como seu próximo alvo.

De acordo com um anúncio feito na semana passada, esta pesquisa de teste foi bem-sucedida o suficiente, já que teve como resultado, dois objetos encontrados, que o Hubble irá agora investigar com mais detalhes. 

Prevê-se que a New Horizons sobrevoe Plutão e suas luas em julho de 2015.
Concepção Artística da Sonda - Crédito: Nasa

Para entender melhor

New Horizons é uma missão não-tripulada da NASA que tem o objetivo de estudar o planeta-anão Plutão e o Cinturão de Kuiper. 

Ela deverá ser a primeira espaçonave a sobrevoar Plutão e suas pequenas luas Caronte, Nix, Hydra, Cérbero e Estige, com uma data estimada de chegada ao sistema Plutão-Caronte em 14 de julho de 2015, após cerca de nove anos e meio de viagem interplanetária.

O principal objetivo desta missão é o de caracterizar globalmente a geologia e a morfologia de Plutão e suas luas, além de mapear as suas superfícies. 

Além disto, a New Horizons vai procurar estudar a atmosfera neutra de Plutão e sua taxa de fuga. Outros objetivos secundários incluem o estudo das variações da superfície e da atmosfera de Plutão e de sua lua Caronte ao longo do tempo. Para isto, serão obtidas imagens de alta-definição de determinadas áreas dos dois corpos celestes, para caracterizar a sua atmosfera superior, a ionosfera, as partículas energéticas do meio ambiente e a sua interação com o vento solar. 

Ademais, a sonda vai procurar pela existência de alguma atmosfera em torno de Caronte e caracterizar a ação das partículas energéticas entre Plutão e Caronte. Também irá procurar por satélites ainda não descobertos e por possíveis anéis que envolvam o planeta-anão e seu satélite, antes de ser direcionada para o Cinturão de Kuiper, e de lá, seguirá para o espaço interestelar.

Lançada, em 19 de janeiro de 2006, diretamente numa trajetória de escape Terra-Sol, com uma velocidade relativa de 16,26 km/s ou 58.536 km/h e usando uma combinação de foguete "monopropulsor" e assistência gravitacional.

Para se ter uma ideia de sua trajetória, ela sobrevoou a órbita de Marte em 7 de abril de 2006, a de Júpiter em 28 de fevereiro de 2007, a de Saturno em 8 de junho de 2008 e a de Urano em 18 de março de 2011, a caminho da órbita de Netuno, que deverá cruzar em 25 de agosto de 2014, rumo em sua jornada até Plutão.

Em dezembro de 2013, a nave encontrava-se a uma distância de 28,98 A.U. da Terra (4.335.350.000 km ou 4,01 horas-luz, o tempo que os sinais de rádio enviados da Terra demoram para chegar à espaçonave) e a 4,61 A.U. (689.646.000 km) de Plutão, com sua frente virada para a Constelação de Sagitário.

Os cientistas esperam que ela se torne a quinta sonda interestelar já construída pelo Homem, após deixar o Sistema Solar em direção à heliosfera, e o segundo objeto artificial mais veloz da história de exploração espacial.

* A.U. - é uma unidade de distância, aproximadamente igual à distância média entre a Terra e o Sol

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A descoberta de três Buracos Negros Supermassivos em uma única galáxia "agitam" o Espaço-Tempo!

segunda-feira, 7 de julho de 2014.
Os astrônomos descobriram três buracos negros supermassivos em uma galáxia localizada a mais de 4 bilhões de anos-luz de distância. 

Segundos os cientistas, este é o trio mais notável e mais "íntimo" de buracos negros conhecidos até o momento (devido sua proximidade um do outro), de um total de quatro sistemas de buracos negros triplos já descobertos, já que a maioria das galáxias possuem apenas um em seu centro (geralmente com uma massa entre 1.000.000-10.000.000.000 de vezes maior do que o Sol). 

Mas, se a maioria das galáxias contêm um buraco negro supermassivo - por que esta galáxia tem três? 

A razão provável é que galáxias como a J1502-1115 é o produto da recente coalescência de três pequenas galáxias. 

Os dois mais próximos buracos negros são mostrados acima, e foram solucionados pela grande variedade coordenada de ondas de rádio de antenas que estão espalhadas pela Europa, Ásia e África. 

Estes dois buracos negros supermassivos estão separadas por cerca de 500 anos-luz e cada um tem uma massa provavelmente de 100 milhões de vezes a massa do nosso sol. 

A descoberta sugere que estes buracos negros supermassivos são muito mais comuns do que se pensava. 

A equipe, liderada pelo Sul-Africano Dr. Roger Deane da Universidade da Cidade do Cabo, usaram uma técnica chamada "Very Long Baseline Interferometry " (VLBI) para descobrir dois buracos negros internos do sistema triplo. 

Esta técnica combina os sinais de grandes antenas de rádio separadas por até 10.000 quilômetros entre si, para ver detalhes 50 vezes mais nítidos do que é possível ver com o Telescópio Espacial Hubble. 

As observações foram feitas com a "European VLBI Network" (EVN) e os dados foram correlacionados no "Joint Institute for VLBI" na Europa (JIVE) em Dwingeloo, na Holanda. 

"O que resta de extraordinário para mim é que esses buracos negros, que estão no extremo da Teoria da Relatividade Geral de Einstein, estão orbitando um ao outro a uma velocidade de 300 vezes a velocidade do som na Terra ", diz Deane. 

Esses sistemas são importantes por diversas razões, em termos de evolução de galáxias, sabe-se que os buracos-negros, especialmente os localizados em núcleos galácticos ativos (AGN), influenciam na forma de como as galáxias evoluem, e entender como muitas vezes os buracos negros se fundem é fundamental para este trabalho. 

Além disso, um sistema como este é uma fonte de ondas gravitacionais no Universo, se a Relatividade Geral estiver correta. 

Radiotelescópios do futuro, tais como o SKA*, "Square Kilometre Array" será capaz de medir as ondas gravitacionais de tais sistemas. Mas, neste momento, muito pouco se sabe sobre os sistemas de buracos negros que são tão próximos um do outro e a emissão de ondas gravitacionais detectáveis. 

Para entender melhor o VLBI e e-VLBI 

VLBI é um método astronômico pelo qual vários radiotelescópios distribuídos através de grandes distâncias observam a mesma região do céu ao mesmo tempo. 

Os dados de cada telescópio é enviado para uma central de "correlação" para produzir imagens com maior resolução do que os mais poderosos telescópios ópticos. 

Normalmente esses dados são gravados em discos rígidos que são enviados para o correlator, mas os dados também podem ser transmitidos e correlacionados em tempo real, uma técnica conhecida como e-VLBI. 

Os autores utilizaram a técnica de e-VLBI para a seleção inicial de seu alvo a partir de uma amostra de seis duplas de candidatos a buracos negros supermassivos.

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*SKA, "Square Kilometre Array", será o maior e o mais potente radiotelescópio do mundo. Ele está sendo desenvolvido na Austrália e na Africa do Sul, e será capaz de abranger uma área total de coleta de aproximadamente um quilômetro quadrado. Ele vai operar em uma ampla faixa de frequências e seu tamanho irá torná-lo 50 vezes mais sensível do que qualquer outro instrumento de rádio. Ele vai exigir motores centrais de computação de altíssimo desempenho e ligações de longa distância, com uma capacidade maior do que o tráfego atual global da Internet . Ele será capaz de examinar o céu mais de dez mil vezes mais rápido do que nunca.
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Co -autor da pesquisa: Zsolt Paragi
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O Céu Noturno de Julho de 2014

quinta-feira, 3 de julho de 2014.
Vídeo muito interessante no aprendizado do reconhecimento do céu, além de ser útil também para podermos contemplar o céu noturno como é visto do hemisfério norte.



Vídeo: Céu Noturno - Hemisfério Norte - Mês: Julho/14
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Você Sabia? Que amanhã a Terra estará mais afastada do Sol?

Afélio e Periélio da Terra em seu movimento de Translação
Exatamente isto! Amanhã a Terra estará em seu AFÉLIO (do latim "aphelium", "apos", que quer dizer longínquo), que é o ponto da órbita em que um planeta ou um corpo menor do sistema solar está mais afastado do Sol.

As órbitas de todos os planetas são sempre elípticas, tendo sempre um ponto mais afastado (afélio) e um ponto mais próximo (periélio), localizado na extremidade oposta. 

A distância entre a Terra e o Sol, no afélio, é de aproximadamente 1,0167 unidades astronômicas ou 152.093.369,99 quilômetros. 

Quando um astro se encontra no afélio, ele tem a menor velocidade de translação de toda a sua órbita. 

A linha da elipse, para o eixo maior (2a),  também contém o periélio, a distância mais próxima do Sol, que ocorrerá em 04/01/2015 ás 06:23:28 horas. (Tempo Universal de Greenwich).

Esta linha se "move" sobre a eclíptica (de oeste para leste, na figura, em sentido anti-horário), cerca de 11.5" de arco de grau por ano, e faz uma volta completa sobre a órbita terrestre a cada 112.695,65 anos da Terra. 

Para se ter uma ideia, dentro de 56.347,82 anos, o periélio ocorrerá em uma data próxima a 4 de Julho. 

Esse movimento ocorre em toda órbita (elipse) de um planeta, cometa ou asteroide. 

Fonte: el observador astronómico

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SWARM, da ESA, confirma o enfraquecimento do Campo Magnético da Terra! Assista ao Vídeo!

segunda-feira, 30 de junho de 2014.
Em 19 de junho, os cientistas da ESA encontraram-se em Copenhague para demonstrar o primeiro conjunto de resultados da missão SWARM, que revelou as mais recentes mudanças no campo magnético que protege o nosso planeta.

Campo Magnético da Terra - Junho de 2014
Lançada em novembro de 2013, Swarm está fornecendo "insights", sem precedentes, sobre o complexo funcionamento do campo magnético da Terra, aquele que nos protege da radiação cósmica e do bombardeamento de partículas carregadas vindas do espaço.

E até agora, estes dados indicam que o campo magnético da Terra parece ter enfraquecido substancialmente nos últimos anos, cerca de 10%. 

Algumas medições feitas durante os últimos seis meses confirmam a tendência geral de enfraquecimento do campo, com as quedas mais dramáticas concentradas no Hemisfério Ocidental. 

Por outro lado, observou-se o efeito contrário no sul do Oceano Índico, onde o campo tem sido consideravelmente reforçado. 

Outro fato NOTÁVEL, é que os focos representam que a polaridade norte do campo magnético da Terra também parece ter-se deslocado para a Sibéria. 



Estas modificações são baseadas nos sinais magnéticos provenientes do núcleo da Terra. E nos próximos meses, os cientistas vão analisar os dados para desvendar as "contribuições magnéticas" provenientes de outras fontes, ou seja, do manto, crosta, oceanos, ionosfera e da magnetosfera.

Isto irá proporcionar uma nova visão sobre muitos processos naturais, desde aqueles que ocorrem profundamente dentro do nosso planeta, e a meteorologia espacial desencadeada pela atividade solar. Por sua vez, esta informação irá produzir uma melhor compreensão do por quê o campo magnético da Terra está enfraquecendo.

"Esses resultados iniciais demonstram o excelente desempenho do Swarm", disse Rune Floberghagen, Gerente da Missão Swarm da ESA.

PARA ENTENDER MELHOR:

A missão da Agência Espacial Europeia, SWARM, foi lançada em novembro de 2013, e é composta por três satélites em órbita que tem o objetivo de estudar o campo magnético da Terra.

Os satélites SWARM têm a missão de descobrir quais os componentes que influenciam o comportamento do campo magnético da Terra e observar sua relação com a atividade solar. 

Eles são capazes de fazer medições de alta resolução da força e da precisão, direção e variações do campo magnético da Terra, que são complementadas por medições de navegação precisas, acelerômetros e campo elétrico, e fornecem dados essenciais para a modelagem do campo geomagnético e sua interação com os outros aspectos físicos do sistema Terra. 

Os resultados fornecem uma visão única do interior da Terra a partir do espaço, e fornecem dados sobre a composição e os processos internos que estão sendo estudados em detalhes, aumentando assim o conhecimento dos processos atmosféricos e os padrões de circulação dos oceanos que afetam o clima global. 

CURIOSIDADE:

Há vários cientistas que afirmam que num curto prazo de tempo, em torno de 5.000 a 10.000 anos, a Terra irá sofrer os efeitos de uma mudança de polaridade de seu Campo Magnético, ou seja, a polaridade norte será "trocada" com a do Sul. Será?

Info Fonte:ESA

Vídeo: European Space Agency, ESA
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Túnel do Tempo: Carta Celeste criada em 1670 pelo cartógrafo holandês Frederik de Wit

quarta-feira, 18 de junho de 2014.
A imagem mostra uma ilustração de um mapa celeste, carta celeste*, que foi criado em 1670 pelo cartógrafo holandês Frederik de Wit (1629/1630 - 1706).

Nele, podemos ver os símbolos do zodíaco e outras figuras da Mitologia Grega. 

Além disto, o Planisfério Celeste mostra as constelações boreais e austrais, os planetas: Mercúrio, Marte, Vênus e Saturno, as fases da Lua e do Sol, e a representação mitológica do nosso Universo. 

* Uma Carta Celeste é um mapa do céu noturno. Os astrônomos costumam dividi-las em grades para usá-las mais facilmente. São usadas ​​para identificar e localizar objetos astronômicos como estrelas, constelações, galáxias, e outros astros, e têm sido usadas ​​para a navegação humana desde os tempos antigos. Uma carta celeste difere-se de um catálogo astronômico, que é uma lista ou uma tabulação de objetos astronômicos para um propósito particular. Um planisfério é um tipo de mapa celeste.

Fonte: Stars and Constellations
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Você Sabia? Que o Cinturão de Asteroides tem a largura de 1,5 vezes a distância entre a Terra e o Sol?

segunda-feira, 16 de junho de 2014.
O cinturão de asteroides, ou cintura de asteroides, é uma região do Sistema Solar, compreendida aproximadamente entre as órbitas de Marte e Júpiter, que abriga múltiplos objetos irregulares denominados asteroides. 

Os asteroides são corpos celestes rochosos e metálicos que orbitam o Sol e podem ser encontrados em várias regiões do nosso Sistema Solar, e de qualquer outro, mas no nosso caso, a maioria se encontra no Cinturão de Asteroides.

Existem trilhões de asteroides catalogados nesta famosa faixa do céu de largura de 1,5 vezes a distância Terra-Sol. Dentre eles, mais de 150 milhões têm os seus diâmetros superiores a 100 m, e por volta de 2 milhões têm seu diâmetro superior a 1 km. 

Esta faixa tornou-se popularmente conhecida como cintura principal, contrastando com outras concentrações de corpos menores, como por exemplo, o cinturão de Kuiper ou os asteroides troianos que co-orbitam Júpiter, ou seja, estão na mesma órbita de Júpiter.

Os asteroides diferem dos planetas porque são menores e, atualmente, segundo a nova definição estipulada pelo IAU (União Astronômica Internacional, do inglês, International Astronomical Union), só são considerados planetas, os corpos celestes que além de outras características, têm a órbita livre, ou seja, não possuem outros corpos celestes na mesma órbita, o que não ocorre no caso de um cinturão com bilhões de asteroides.

O cinturão de asteroides se formou provavelmente da colisão de diversos corpos maiores que, ao colidirem entre si, se partiram em diversos pedaços menores, ainda na época de formação do nosso Sistema Solar e continuam colidindo, continuamente, enquanto permanecem no cinturão. Ou ainda, segundo uma outra teoria, teriam se originado do material que sobrou da formação dos outros planetas.

Alguns asteroides podem escapar do cinturão quando forem atraídos pela gravidade de algum planeta, ou pela gravidade do Sol, se suas órbitas sofrerem algum tipo de perturbação, e nestes casos, eles podem chegar a colidirem com este hipotético planeta, ou com o Sol, e em alguns casos, podem até ficarem em órbita deste planeta, como um satélite.

Esta é a origem, como por exemplo, de algumas luas que orbitam Júpiter, visto que ele está mais perto do cinturão de asteroides e tem uma força gravitacional imensa.


Fonte: Livro: ¿Cuánto Sabés sobre el Universo? - OAC
Imagem: Wikipedia 
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O Céu Noturno de Junho de 2014

sábado, 14 de junho de 2014.
Vídeo muito interessante no aprendizado do reconhecimento do céu, além de ser útil também para podermos contemplar o céu noturno como é visto do hemisfério norte.



Vídeo: Céu Noturno - Hemisfério Norte - Mês: Junho/14
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