APRESENTAÇÃO DO CANAL

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A maior estrutura do Universo é... um Espaço Vazio de quase dois bilhões de anos-luz de largura!

quinta-feira, 23 de abril de 2015.
No mapa da radiação cósmica que restou após a formação do Universo é possível ver a Mancha Fria, com temperaturas invulgarmente baixas, assinalada pelo círculo.
Agora os astrônomos podem explicar aquela que poderá ser a maior estrutura conhecida no universo! E é um buraco gigante! Um espaço no universo que está invulgarmente vazio! Uma estrutura que está rodeada por uma enorme Mancha Fria que desafia as teorias existentes de como o universo se formou.

Este grande ponto frio que tem sido um mistério por mais de uma década, agora pode ser explicado. 

Em 2004, os astrônomos examinaram um mapa que continha os restos de radiação do Big Bang (a radiação cósmica de fundo, ou CMB - The Cosmic Microwave Background - em inglês), e descobriram o Ponto Frio, uma área  do céu excepcionalmente fria e muito maior do que se esperava. 

Como se sabe, a física em torno da teoria do Big Bang prevê pontos mais quentes e mais frios de vários tamanhos no universo, em sua infância, mas encontrar um local tão grande e tão frio foi inesperado.

Uma equipe de astrônomos liderados pelo Dr. István Szapudi do Instituto de Astronomia da Universidade do Havaí, em Manoa, pode ter encontrado uma explicação para a existência deste Ponto Frio, descrita por Szapud, em entrevista dada ao jornal "The Guardian", como "a maior estrutura individual já identificada pela humanidade".

Se o Ponto Frio se originou a partir do próprio Big Bang, isto poderia ser um raro e exótico sinal da física que a cosmologia tradicional (basicamente, a teoria do Big Bang e a física relacionada a ela) não explicam. 

Se, entretanto, é causada por uma estrutura de primeiro plano localizada entre nós e o CMB, seria um sinal de que há uma estrutura extremamente rara de grande escala na distribuição de massa do universo.

Usando dados do telescópio Pan-STARRS1 do Havaí (PS1), localizado no Haleakala, Maui, e do satélite WISE da NASA, a equipe de Szapudi descobriu m grande "supervoid", uma vasta região com 1,8 bilhões de anos-luz de diâmetro, em que a densidade das galáxias é muito menor do que o habitual no universo conhecido. 

Esta estrutura esférica e vazia, que se trata de um supervoid, (super vazio, numa tradução literal), que é composta por um espaço onde se estima que poderiam estar dez mil galáxias, se este fosse ocupado com a densidade média do universo. 

Foi exatamente por isso que a estrutura foi encontrada: trata-se de um espaço excecionalmente vazio no universo, o que faz com que esteja rodeada de uma espécie de mancha muito grande e fria que intrigou os cientistas quando foi vista em sondagens anteriores do céu.

Este vazio foi encontrado através da combinação de observações feitas por PS1 em comprimentos de onda ópticos com as observações do WISE, em comprimentos de onda infravermelho, para estimar a distância até e a posição de cada galáxia nesta parte do céu.

Estudos anteriores, também feitos no Hawaii, observaram uma área muito menor na direção do ponto frio, mas eles puderam estabelecer somente que não há nenhuma estrutura que é muito distante nesta parte do céu.

Paradoxalmente, identificar grandes estruturas próximas é mais difícil do que encontrar as distantes, já que deve-se mapear grandes porções do céu para ver as estruturas mais próximas. 

Os grandes mapas do céu tridimensionais criados a partir de PS1 e WISE pelo Dr. András Kovács (Universidade Eötvös Loránd, em Budapeste, Hungria) foram, portanto, essenciais para este estudo. 

O "supervoid" está a apenas cerca de 3 bilhões de anos-luz de distância de nós, na região da constelação do Erídano (Eridanus) no hemisfério sul galáctico. Uma distância relativamente curta, quando se trata de distâncias cósmicas. 

A Mancha Fria ("Cold Spot", em inglês), como se tornou conhecida, foi descoberta há dez anos, mas só agora se percebeu a que se poderão dever as temperaturas geladas que aí se registam: existe um grande espaço menos denso no seu interior, que suga a energia que o rodeia.

O fato deste espaço se encontrar mais vazio, com cerca de 20% menos matéria do que as zonas do universo habitualmente têm, levanta novas questões aos cientistas. 

O modelo cosmológico existente, aquele que, até hoje, melhor explica a formação do universo, prevê uma certa uniformidade, e uma área fria tão grande como a da Mancha é inesperada.

Enquanto a existência do "supervoid" e seu efeito esperado sobre a CMB não explicam completamente o "Cold Spot", é muito improvável que o "supervoid" e o "Cold Spot", estarem no mesmo local seja apenas uma coincidência. 

A equipe continuará seu trabalho usando a melhoria dos dados do PS1 e do Dark Energy Survey, sendo conduzidos com um telescópio no Chile para estudar o "Cold Spot" e o "supervoid", bem como um outro grande vazio localizado perto da constelação do Dragão (Draco).

O estudo foi publicado online em 20 de abril no Monthly Notices da Royal Astronomical Society pela Oxford University Press. 


Gráficos feitos por Gergő Kránicz/Crédito da Imagem: ESA Planck Collaboration.
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Primavera Boreal em Orion!

segunda-feira, 20 de abril de 2015.
Quando a primavera chega ao hemisfério norte do planeta Terra, a familiar constelação de inverno Orion se define no céu no início da noite, e as árvores brotando, enquadram as estrelas do caçador. 

O tom amarelado da supergigante vermelha Alpha Orionis, a grande estrela Betelgeuse, mistura-se com os ramos na parte superior deste colorida "skyscape". 

A estrela Alpha de Orion está "unida" na extrema direita a Alpha Tauri, também conhecida como Aldebaran.

Contrastando a supergigante azul Rigel, Beta Orionis, é outra estrela dominante da Constelação de Orion, porém, marca o pé do Caçador abaixo do centro. 

É claro que a espada de Orion trava as famosas três estrelas do cinturão azul do Caçador, perto do centro de imagem, mas a estrela do meio na espada não está sozinha, um brilho rosado levemente distorcido aponta para a sua verdadeira natureza, uma creche vizinha estelar, visível a olho nu, conhecida como a Nebulosa de Orion.

Crédito de imagem e direitos autorais: Bill Dickinson (site APOD)
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A Galáxia Anel em Volans!

Como poderia uma galáxia ter a forma de um anel? 

A borda da galáxia, em azul na foto, à direita, é uma imensa estrutura em forma de anel com 150.000 anos-luz de diâmetro, composta por recém-formadas, extremamente brilhantes, estrelas de grande massa. 

Essa galáxia, AM 0644-741, é conhecida como uma galáxia anel e foi formada por uma imensa colisão galáctica. 

Quando galáxias colidem, elas 'passam" uma pela outra, mas suas estrelas individuais "raramente" entram em contato umas com as outras. 

A forma de anel é o resultado da perturbação gravitacional causada por uma pequena galáxia intrusa que passa através de uma grande. 

Quando isso acontece, gases e poeiras interestelares se tornam condensados, causando uma onda de formação de estrelas desenfreada, dominada por jovens, massivas e quentes estrelas azuis, que se expande a partir do ponto de impacto, como uma ondulação em toda a superfície de uma lagoa. 

As regiões rosa ao longo do anel são nuvens rarefeitas de gás hidrogênio brilhante que é fluorescente, uma vez que é bombardeado com a forte luz ultravioleta das estrelas azuis. 

A galáxia anel AM 0644-741 é uma lenticular "unbarred" que fica a cerca de 300 milhões de anos-luz de distância na direção da constelação do sul Peixe Voador (Volans).

Modelos de Simulação Galácticos sugerem que o anel de AM 0644-741 continuará a se expandir por cerca de outros 300 milhões de anos até que vai começar a se desintegrar.

Crédito da Imagem: Hubble Heritage Team (AURA / STScI), J. Higdon (Cornell) ESA, NASA
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Uma das maiores imagens de uma galáxia nunca antes feita! (vídeo)

terça-feira, 14 de abril de 2015.
O telescópio Espacial Hubble capturou uma exposição da luz das estrelas, gases brilhantes, e silhuetas de nuvens escuras de poeira interestelares, nesta imagem de 4 metros por 8 metros da galáxia espiral barrada em NGC 1300. 

NGC 1300 é considerada um protótipo das galáxias espirais barradas. 

Espirais barradas se diferem das galáxias espirais normais, em que os braços da galáxia espiral desenvolvem um caminho a partir do centro/núcleo, pois estão ligadas às duas extremidades de uma barra reta de estrelas contendo o núcleo em seu centro.

Na definição do Hubble, uma miríade de detalhes finos, alguns dos quais nunca antes detectados, é visto ao longo dos braços da galáxia, o disco, uma protuberância, e seu núcleo. 

Supergigantes azuis e vermelhas, aglomerados de estrelas e regiões de formação estelares são visualizados bem através dos braços espirais, e faixas de poeira seguem para fora das estruturas finas do disco. 

Já, numerosas galáxias mais distantes são visíveis ao fundo, e são vistas mesmo nas regiões mais densas de NGC 1300.

NGC 1300 não é conhecida por ter um núcleo ativo, no entanto, este fato não indica que haja um buraco negro.

A imagem foi construída a partir de exposições tomadas em setembro de 2004 pela Advanced Camera do Hubble em quatro filtros. 

"Starlight" e poeira são vistas em azul claro, em luz visível e infravermelha. 

Aglomerados de estrelas brilhantes são destacados em vermelho por sua emissão associada de gás hidrogênio brilhante . 

A galáxia encontra-se a cerca de 69 milhões de anos-luz de distância (21 megaparsecs) na direção da constelação Erídano (Eridanus).




Filtros de imagem: F435W ( B ), F555W ( V ), F814W ( I ), F658N (H-alfa)

Créditos: NASA, ESA, ea equipe da herança de Hubble (STScI / AURA)
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M83 - O Catavento do Sul: Um alvo fotogênico e favorito para inúmeros astrônomos amadores! (vídeo)


Toda a beleza da galáxia espiral M83 é revelada, em toda a sua glória, neste mosaico de  imagens do Telescópio Espacial Hubble.

Astrônomos, usando o Telescópio Espacial Hubble da NASA, "focaram" na galáxia espiral barrada M83, também conhecida como o "Catavento do Sul", localizada a 15 milhões de anos-luz de distância na região da Constelação de Hidra (Hydra).

Ao reunir uma série de imagens do Hubble, os cientistas fizeram um mosaico "Icônico" desta galáxia, onde mostra bilhões de estrelas em várias fases da vida, distribuídas por 50.000 anos-luz.

Entenda melhor M83:

A Galáxia M83 foi descoberta por Abbe Nicholas Louis de la Caille, no Cabo da Boa Esperança, em 23 de Fevereiro de 1.752.

É considerada uma das mais distintas galáxias espirais do céu e uma das galáxias localizadas mais ao sul que pertence ao catálogo Messier. Charles Messier a catalogou em 17 de Fevereiro de 1.781. 

Popularmente chamada de “Southern Pinwheel” que significa “Catavento do Sul”, foi a primeira galáxia a ser descoberta depois do grupo local, e a terceira de todas as galáxias, depois de M31 e de M32. 

M83 está retrocedendo a uma velocidade de 337 km/seg, ou seja, está se afastando da Terra.

A fotografia do Hubble captou milhares de aglomerados de estrelas, centenas de milhares de estrelas individuais, e "fantasmas" de estrelas mortas chamados remanescentes de supernova. Este panorama galáctico revelou uma tapeçaria do drama de nascimento e morte estelares, distribuídos por 50.000 anos-luz.

"Bolhas" interestelares produzidas por cerca de 300 supernovas de estrelas massivas foram encontradas nesta imagem do Hubble. Ao estudar esses remanescentes de supernovas, os astrônomos podem compreender melhor a natureza das estrelas que explodiram e os dispersos elementos químicos nucleares processados ​​de volta para a galáxia, contribuindo para a próxima geração de novas estrelas.

M83 é uma das obras de arte do espaço profundo do sul, mas infelizmente é muito difícil de se observar por observadores do norte. 

Os observadores do sul devem encontrar M83 facilmente se localizarem primeiro a constelação do Centauro (Centaurus) e depois procurarem M83 ao norte de Centaurus exatamente próximo a divisa entre Hidra e esta constelação.

Assista ao Vídeo de aproximação:



Créditos: NASA, ESA, and the Hubble Heritage Team (STScI/AURA)
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O Céu Noturno de Abril de 2015

domingo, 5 de abril de 2015.
Vídeo muito interessante no aprendizado do reconhecimento do céu, além de ser útil também para podermos contemplar o céu noturno como é visto do hemisfério norte.


Vídeo: Céu Noturno - Hemisfério Norte - Mês: Abril/15
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The Bull - Taurus (video in English)

terça-feira, 24 de março de 2015.
The Taurus region is beautiful to watch as there is an abundance of stellar clusters. This is given to the fact that the axis of the galactic equator, which is the hub of our Milky Way galaxy, crosses the constellation in one end.


Video in portuguese language: https://www.youtube.com/watch?v=id05TCCmGWs

At site, click on "translate here".



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TESS - Descobrindo novas Terras e Super-Terras na vizinhança do nosso Sistema Solar!

segunda-feira, 23 de março de 2015.
TESS, "Transiting Exoplanet Survey Satellite", é uma missão de astrofísica, classe Explorador, entre a NASA e MIT, que será lançada em 2017.

TESS usará quatro câmeras para digitalizar todo o céu, em busca de planetas localizados fora do nosso Sistema Solar, popularmente conhecidos Exoplanetas. 

A missão irá acompanhar mais de 500.000 das estrelas mais brilhantes de todo o firmamento, durante dois anos, em busca de indícios de "queda" de seus brilhos que indicariam um planeta em trânsito transversalmente. 



Prevê-se que o satélite TESS venha a encontrar mais de 3.000 candidatos a exoplanetas, que vão desde gigantes gasosos até pequenos planetas rochosos. 

Espera-se que cerca de 500 desses possíveis planetas sejam semelhantes ao tamanho da Terra. 

Os monitores de estrelas do TESS serão cerca de 30 a 100 vezes mais brilhantes do que os observados pelo Kepler, 

Usando dados do TESS, missões como o Telescópio Espacial James Webb poderão determinar características específicas destes planetas.

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Você sabia que as estações do ano da Terra mudam hoje?

sexta-feira, 20 de março de 2015.
Hoje acontece o equinócio no planeta Terra, oficialmente ás 22h45 GMT (19h45 de Brasília), uma época do ano, quando o dia e a noite são quase iguais.. 

Em um equinócio, a linha divisória entre dia e noite, torna-se vertical e conecta os pólos norte e Sul da Terra.

Ademais, as estações também vão mudar (20 de Março), com o Hemisfério Sul se movendo de verão para outono, e o Hemisfério Norte entrando na primavera.

O evento celeste que marca essa transição é chamado de "equinócio" - do latim "aequinoctìum", "noites iguais" (aos dias) - e acontece duas vezes por ano, a primeira em torno de 21 de Março e a seguinte em torno de 21 de setembro.




A Terra é tão grande que sua massa tem um efeito giroscópico extremamente poderoso. Por este motivo, os seus polos sempre apontam na mesma direção, embora um grande terremoto possa causar pequenas oscilações neste eixo.

Mais importante ainda, o movimento da Terra em torno do Sol não tem absolutamente nenhum efeito sobre a direção em que os eixos dos polos estão apontando, mas tem consequências muito importantes para estações terrestres.

Assista ao vídeo acima que demonstra isto, indicando um ano inteiro no planeta Terra em doze segundos!

De órbita geossíncrona*, o satélite METEOSAT** registrou estas imagens infravermelhas da Terra, todos os dias, à mesma hora local. O vídeo começou no equinócio de setembro de 2010 com a linha sendo vertical.

*Uma órbita é considerada geossíncrona quando a sua rotação acompanha exatamente a rotação da Terra.

**METEOSAT, é a denominação de uma família de satélites meteorológicos geoestacionários que foram desenvolvidos para a Agência Espacial Europeia (ESA), e são operados pela EUMETSAT, que permitem a observação contínua e precisa de uma região específica da Terra, que seja objeto de estudo no momento. Em 2007, este programa, completou 30 anos de operação contínua.

Crédito da imagem: NASA, Meteosat, Robert Simmon
Imagens da NASA e animação por: Robert Simmon, usando dados com direitos autorais reservados para ©2010 

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Touro

quinta-feira, 19 de março de 2015.
Touro é uma constelação boreal e zodiacal pois está localizada no hemisfério norte celeste bem no caminho que o Sol descreve no céu conhecido como Eclíptica. Pode também ser considerada uma constelação equatorial pois o eixo do equador celeste atravessa a constelação de um extremo a outro.

A região de Touro é belíssima de se observar pois há uma fartura de cúmulos estelares. Isto se dá ao fato de que o eixo do equador galáctico, que é o eixo da nossa galáxia Via Láctea, cruza a constelação em uma de suas extremidades. 

Panorâmica do Espaço Profundo de Touro
Lá, temos diversas galáxias, aglomerados de galáxias, chuva de meteoros, nebulosas de reflexão, nebulosas escuras, nebulosas planetárias, nebulosas difusas e aglomerados abertos. 

Podemos dar especial ênfase às nebulosas difusas Mérope e Maia que circundam suas estrelas de mesmo nome, e que estão contidas no lindíssimo aglomerado de estrelas M45, popularmente conhecido como Pleiades ou “Seven sisters” que significa “as Sete Irmãs” e que são formadas pelas estrelas Merope, Alcyone, Electra, Celaeno, Maia, Taygeta e Sterope; ao asterismo Hyades, o “V” do touro, que é um grupo de estrelas que quando interligadas entre si formam a cabeça e os chifres do touro; a M1, que são os restos de uma estrela que explodiu como uma supernova em 1054 que também é conhecida como “Nebulosa do Caranguejo” (Crab Nebula); além da brilhante Aldebaran, a estrela alpha tauri, que é a estrela mais brilhante da constelação e a 14ª estrela mais brilhante de todo o firmamento.



Touro nunca pode ser visto no céu para observadores localizados entre as latitudes 88º Norte e 90º Norte, pois está escondida abaixo do horizonte. 

Em outras latitudes, pode ser sempre visualizada no céu, só que totalmente entre as latitudes 88º Norte e 58º Sul, e parcialmente entre as latitudes 58º Sul e 90º Sul.
O Asterismo Hyades e as "Sete Irmãs" (Plêiades)

Localizar Touro é muito fácil porque está entre as constelações Órion e Áries, mas o ideal é observá-la de áreas que não possuam iluminação pública, ou poluição luminosa.

Se quiser saber mais, acesse: Touro - Mitologia e História


Vídeo e Efeitos Especiais: As Maravilhas do Céu Estrelado;
Imagens do Post: Créditos à Software Starry Night.

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O Céu Noturno de Março de 2015

Vídeo muito interessante no aprendizado do reconhecimento do céu, além de ser útil também para podermos contemplar o céu noturno como é visto do hemisfério norte.


Vídeo: Céu Noturno - Hemisfério Norte - Mês: Março/15
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Feliz Dia do Pi (Pi Day)! A celebração mais famosa da Matemática!

domingo, 15 de março de 2015.
Como aprendemos na escola, Pi representa o número obtido pela divisão da circunferência de um círculo por seu diâmetro.

No entanto, um matemático poderia dizer um número mais exato: 3,14159265.

Curiosamente, o dia do Pi (14 de Março) coincide com o aniversário de Albert Einstein, que certamente sabia o suficiente sobre este número.

Matemáticos, nerds e estudantes de todo o mundo celebram este dia com várias atividades, tais como: recitar os números, fazer cálculos e poemas, assistir ao filme "Pi", e cozinhar e comer tortas.

Algumas escolas oferecem prêmios para aqueles que memorizarem tantos quantos dígitos de Pi puderem.

Pi é a letra XVI do alfabeto grego e constante mais conhecido no mundo matemático.

Além disso, Pi tem uma mística que geralmente aparece na cultura popular: o código secreto nos filmes "A Cortina Rasgada", de Alfred Hitchcock, e "The Net", estrelado por Sandra Bullock.

Como David Blatner, autor de "A alegria de Pi" ("The Joy of Pi") diz que Pi é mais do que um número e sua importância vai muito além da simples geometria.

Pi representa um mistério universal: como é que uma coisa tão básica, tão fundamental para a matemática e ciência, é tão difícil de definir?

Por 3.500 anos, os matemáticos do mundo tentaram chegar ao valor final do número Pi, também chamado de "quadratura do círculo". O recorde até agora foi do desenvolvedor francês Fabrice Bellard, que estimou 2,7 trilhões de casas decimais.

Na verdade, esta estimativa é literalmente impossível, diz Blatner, porque os dígitos de Pi alcançam o infinito.

Dia do Pi, portanto, é um momento para homenagear não apenas um número e do fascínio que ele suscita, mas também a verdade essencial que existem em algumas coisas que você não pode saber, mas só pode ter uma abordagem conhecida.

Fonte: MIT

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Ceres: o mundo intrigante e misterioso!

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015.
Crateras e manchas brilhantes misteriosas começam a aparecer nas últimas imagens de Ceres, realizadas pela sonda Dawn da NASA. 

As imagens abaixo, tiradas em 12 de fevereiro a uma distância de 52 mil milhas (83 mil km) do planeta anão, já colocam questões intrigantes para a equipe de cientistas, enquanto a sonda espacial se aproxima de seu destino.

As duas faces de Ceres. As imagens
foram capturadas com 10 horas de intervalo.
(em 12/02/2015)
Após a sonda chegar efetivamente ao seu alvo e entrar em órbita em torno do planeta-anão, ela vai estudá-lo com maiores detalhes.

Ceres tem um diâmetro de 950 Km, é o maior objeto do Cinturão de Asteroides, situado entre Marte e Júpiter, e é o corpo mais maciço dessa região do sistema solar, contendo cerca de um terço do total da massa do cinturão.

Apesar de ser um corpo celeste relativamente próximo da Terra, pouco se sabia até então, sobre Ceres. 

A animação acima foi elaborada com algumas imagens da aproximação de Dawn à Ceres, capturadas em 04 de fevereiro. Nesta data, a sonda estava a uma distância de 90.000 milhas (145.000 Km) do mundo misterioso.

O que sabíamos, até então, a respeito de Ceres?

A superfície "ceriana" era enigmática...

Em imagens de 1995, por exemplo, tinha-se a impressão da presença de um grande ponto negro que foi interpretado como uma enorme cratera. 

Já em 2003, novas imagens apontaram para a existência de um ponto branco com origem desconhecida, não se conseguindo assinalar a cratera inicial.

A própria classificação mudou mais de que uma vez: na altura em que foi descoberto foi considerado como um planeta, mas após a descoberta de corpos celestes semelhantes na mesma área do sistema solar, foi reclassificado como um asteroide, e permaneceu assim por mais de 150 anos.

No início do século XXI, novas observações mostraram que Ceres é um planeta embrionário com estrutura e composição muito diferentes das dos asteroides comuns e que permaneceu intacto provavelmente desde a sua formação, há mais de 4,6 bilhões de anos. 

Pouco tempo depois, foi reclassificado como planeta anão. Pensava-se, também, que Ceres fosse o corpo principal da "família Ceres de asteroides". Contudo, Ceres mostrou-se pouco "aparentado" com o seu próprio grupo, inclusive em termos físicos. A esse grupo é agora dado o nome de "família Gefion de asteroides".

Ceres foi descoberto acidentalmente no dia 1 de janeiro de 1801 por Giuseppe Piazzi, quando usava um telescópio situado no alto do Palácio Real de Palermo na Sicília.

Crédito da imagem: NASA / JPL-Caltech / UCLA / MPS / DLR / IDA
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Afinal, Como é o outro lado da Lua? Aquele que não podemos ver aqui da Terra...

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015.
Este vídeo responde a essa pergunta. Assim como o lado que podemos ver, o outro lado da Lua também passa por um ciclo completo de fases, mas o terreno do lado mais distante é bastante diferente.

Falta-lhe as familiares e grandes manchas escuras, chamada Maria, presente no lado que conhecemos.

Em vez disso, o lado "oculto" contém crateras de todos os tamanhos. O outro lado também é o lar de uma das maiores e mais antigas formações de impacto do nosso sistema solar, a bacia do Pólo Sul-Aitken (South Pole-Aitken basin), visível aqui como uma contusão um pouco mais escura que cobre o terço inferior do disco.

O outro lado foi visto pela primeira vez em um punhado de imagens granuladas devolvidas pela sonda soviética Luna 3, que girou em torno da Lua, em outubro de 1959.

A Lunar Reconnaissance Orbiter foi lançada 50 anos depois, e desde então retornou centenas de terabytes de dados, permitindo que os cientistas pudessem criar mapas extremamente detalhados e e precisos do outro lado. Esses mapas foram usadas para criar as imagens vistas aqui.

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O Céu Noturno de Fevereiro de 2015

Vídeo muito interessante no aprendizado do reconhecimento do céu, além de ser útil também para podermos contemplar o céu noturno como é visto do hemisfério norte.



Vídeo: Céu Noturno - Hemisfério Norte - Mês: Fevereiro/15
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