APRESENTAÇÃO DO CANAL

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O Telescópio Espacial Hubble descobriu uma nova lua orbitando Netuno!

terça-feira, 16 de julho de 2013.

O Telescópio Espacial Hubble da NASA descobriu uma nova lua orbitando o distante planeta Netuno, um dos quatro planetas gigantes externos do nosso Sistema Solar. E com esta descoberta, Netuno passa a ter 14 satélites (luas) conhecidos que orbitam o planeta.

Estima-se que a nova lua tenha aproximadamente 12 quilômetros de diâmetro, tornando-se com isto a menor lua conhecida do sistema de Netuno. É tão pequena que “escapou” da detecção realizada pela espaçonave não tripulada Voyager 2 (*), da NASA, que passou por Netuno, em 1989 e observou o sistema de luas e anéis do planeta.

Mark Showalter, do Instituto SETI em Mountain View, na Califórnia, descobriu a lua em 01 de julho de 2013, enquanto estudava a região de Netuno. "As luas e os anéis orbitam muito rapidamente, por isso tivemos que encontrar uma maneira de acompanhar o seu movimento, a fim de extrair os detalhes do sistema", disse ele. 

Notavelmente, Showalter estendeu sua análise para além das regiões do sistema de anéis, e notou um ponto branco extra situado a cerca de 105.000 km de Netuno, entre as órbitas das luas Larissa e Proteus.

Depois, Showalter analisou mais de 150 fotografias de Netuno que estavam no arquivo que haviam sido capturadas pelo Hubble entre 2004 e 2009, e surpreendentemente, o mesmo ponto branco apareceu repetidamente. Ele, então, traçou uma órbita circular para a Lua, que completa uma volta em torno de Netuno a cada 23 horas.

A nova lua foi batizada como S/2004 N 1 e é tão pequena e fraca, que é cerca de cem milhões de vezes mais fraca do que a estrela de brilho mais fraco que pode ser vista a olho nu.



*- A Voyager 2 chegou a este planeta quase 150 anos depois da descoberta de Netuno e completou uma das mais ambiciosas missões espaciais da NASA.
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O Céu Noturno de Julho de 2013

quarta-feira, 10 de julho de 2013.

Vídeo muito interessante no aprendizado do reconhecimento do céu, além de ser útil para também podermos contemplar o céu como é visto do Hemisfério Norte!



Vídeo: Céu Noturno - Hemisfério Norte - Mês: julho/13


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O Swift da NASA produziu o melhor mapa ultravioleta de ambas as Nuvens de Magalhães!

segunda-feira, 3 de junho de 2013.
Grande Nuvem de Magalhães
Astrônomos da NASA e da Universidade do Estado da Pensilvânia utilizaram-se do satélite Swift para criar a mais detalhada imagem ultravioleta já realizada da Pequena e da Grande Nuvem de Magalhães, as duas maiores galáxias mais próximas de nós!

Pequena Nuvem de Magalhães


Assista ao vídeo! 
(em inglës)


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A Galáxia Perdida

quarta-feira, 27 de março de 2013.
The Lost GalaxyEsta imagem mostra a galáxia NGC 4535, na constelação de Virgem, sobre um fundo repleto de tênues galáxias distantes.
A sua aparência quase circular significa que a vemos praticamente de face (implantação).
No centro da galáxia, vemos uma estrutura em barra bem definida, com faixas de poeira que se curvam acentuadamente antes que os braços espirais saiam das pontas da barra.
A cor azulada dos braços espirais indica a presença de um grande número de jovens e quentes estrelas.
No centro, no entanto, estrelas mais velhas e frias dão um tom amarelado ao bojo (saliência em forma convexa)  da galáxia .

Esta imagem foi obtida com o instrumento FORS1 montado num dos telescópios principais de 8,2 metros do “Very Large Telescope” do ESO.
Esta galáxia, que pode também ser vista através de telescópios amadores pequenos, foi inicialmente observada por William Herschel em 1785.
Quando observada através de um pequeno telescópio, NGC 4535 tem um aspecto difuso e fantasmagórico, o que inspirou o proeminente astrônomo amador Leland S. Copeland a dar-lhe o nome de “Galáxia Perdida” nos anos 1950.

A NGC 4535 é uma das maiores galáxias do aglomerado da Virgem, um aglomerado de grande massa com 2000 galáxias, situado a cerca 50 milhões de anos-luz de distância.
O aglomerado da Virgem não é muito maior, em termos de diâmetro, do que o Grupo Local - o conjunto de galáxias ao qual pertence a nossa galáxia a Via Láctea - no entanto, contém quase cinquenta vezes mais galáxias.
Crédito: ESO
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Preparem-se! Um grande COMETA, mais brilhante que a Lua, passará pelos céus no NATAL de 2013!

quarta-feira, 20 de março de 2013.
cometas-038E pode vir a ser o mais brilhante da história!
E o espetáculo? É claro, se tudo ocorrer conforme as previsões... Inesquecível!!!
No dia 26 de dezembro de 2013, o Grande Cometa ISON passará perto da Terra e promete ser o cometa mais brilhante já avistado por nossa CIVILIZAÇÃO!
E, se realmente tiver o brilho que se espera poderá OFUSCAR O BRILHO DA LUA! Já que o brilho da Lua Cheia é de -12,7, menor em comparação com o brilho do ISON que poderá atingir cerca de -13 ou menos.
É isto mesmo! Na escala astronômica de brilho, quanto menor é a magnitude maior é o brilho. Para termos uma idéia, o cometa Ikeya-Seki foi o mais brilhante do século XX, e dominou os céus logo antes do amanhecer do final de outubro de 1965, com uma magnitude de -10. E levou este nome devido aos seus descobridores no Japão.
O ISON ainda está muito longe daqui, muito além da órbita de Júpiter, mais distante que 5,2 UA ou 778x106Km. Mas, já em Outubro de 2013, poderá ser visto a olho nu. E em 26 de dezembro atingirá sua maior aproximação da Terra 63 milhões de quilômetros, o equivalente a um terço da distância daqui ao Sol.
Será um evento único!!!
Quem perder terá de esperar 10 mil anos até a próxima visita!

Para entender melhor...

O que é um Cometa? Cometa é um corpo de poeira e gelo formado do material que sobrou da formação do Sistema Solar, há 4,6 bilhões de anos, que geralmente tem 10 km de diâmetro. E quando um cometa passa próximo do Sol, a radiação solar vaporiza parte do gelo que ele carrega e os gases e a poeira resultantes formam uma ou duas caudas de milhões de quilômetros de extensão.
Porque o ISON pode não chegar aqui com o brilho esperado? O brilho atual do ISON decorre de seu gelo, que é livre de impurezas, portanto, reflete bem a luz solar. Mas o brilho atual não é garantia de brilho futuro, já que o gelo ao se derreter perto do Sol poderá revelar camadas inferiores de gelo mais escuro, e, portanto diminuir seu brilho.
UA – 1 UA é uma unidade de distância usada em Astronomia que é equivalente a distância média entre a Terra e o Sol. É chamada de Unidade Astronômica, e é bastante utilizada para descrever a órbita dos planetas e de outros corpos celestes. Em 2012 a União Astronômica Internacional definiu um valor constante de 1 unidade astronômica, ou seja, 1 UA= 149.597.870.700 m.
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Buraco Negro que gira quase na velocidade da luz!

sábado, 2 de março de 2013.
Dois satélites destinados a realizar observações do Universo na faixa eletromagnética do Raio-X, um deles denominado “Telescópio Espectroscópico Nuclear - NUSTAR, e o outro chamado de “XMM-Newton” da Agência Espacial Européia, estão trabalhando juntos para medir de forma conclusiva, pela primeira vez, o padrão de rotação de um buraco negro com uma massa de 2 milhões de vezes a massa do nosso Sol.

O supermassivo Buraco Negro situa-se no interior de uma região repleta de poeira e gás existente no núcleo de uma galáxia chamada NGC 1365, e está girando quase tão rápido quanto o limite máximo previsto na Teoria da Relatividade Geral de Einstein permitiria.

Os resultados, que aparecem em um novo estudo publicado pela Revista Nature, soluciona um longo debate sobre este tipo de medição realizado em outros buracos negros e permitirá um melhor entendimento de como os buracos negros e as galáxias se desenvolvem.

As observações são também um poderoso teste para a Teoria da Relatividade Geral de Einstein, que diz que a gravidade pode curvar o espaço-tempo, a estrutura que forma nosso Universo.

O NuSTAR, que é uma missão de exploração lançada em junho de 2012, foi desenhada para detectar emissões de Raios-X com alta energia, com grande resolução.

Estas observações são complementadas por um telescópio capaz de observar emissões de Raios-X de baixa energia, que são o caso do “XMM-Newton” e do “Chandra” da NASA. Os cientistas usam estes e outros telescópios para estimar como os buracos negros rotacionam.

Até agora, estas medições não eram precisas, devido à presença de nuvens de gás que podem tornar os buracos negros obscurecidos e com isto confundir os resultados. Com a ajuda do XMM-Newton, e do NuSTAR , os cientistas foram capazes de ver em uma grande faixa de emissão de Raios-X e assim conseguir penetrar mais profundamente na região ao redor do Buraco Negro. Os novos dados demonstram que os raios-X não se deformam pelas ação destas pretensas nuvens, mas sim pela tremenda gravidade do buraco negro. Isto permite acreditar ser possível determinar, e de forma conclusiva, o padrão de rotação de buracos negros supermassivos.

Medir a rotação de buracos negros supermassivos é fundamental para entender sua história e a de sua galáxia hospedeira.

Eles são cercados por discos de acreção achatados como panquecas, formados à medida que sua enorme gravidade puxa matéria para o seu interior.

A teoria de Einstein predisse que quanto mais rápido o buraco negro gira, mais próximo o disco de acreção ficará do buraco negro. E quanto mais próximo o disco de acreção estiver do objeto, mais a gravidade do buraco negro irá distorcer os Raios-X emanados do disco.

Os Astrônomos procuram por estes efeitos de distorção realizando a análise dos Raios-X emitidos pela circulação dos átomos ferro neste disco. No novo estudo, eles usaram ambos XMM-Newton e NuSTAR para observar simultaneamente o buraco negro da galáxia NGC 1365. Enquanto o XMM-Newton revelou que as emissões de Raios-X provenientes de átomos de ferro estava distorcida, o NuSTAR provou que esta distorção era causada pela gravidade do buraco negro, e não por nuvens de gás existentes nas proximidades.

Com a possibilidade de serem estas nuvens a causa da distorção, eliminada, os cientistas podem agora usar as distorções na assinatura eletromagnética das emissões de Raios-X provenientes dos átomos do ferro, para mensurar o padrão de rotação do buraco negro. Os resultados serão aplicados a diversos outros buracos negros, descartando a incerteza nas medições anteriormente existentes.
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Os Pilares da Criação

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013.

Corais submarinos? Castelos Encantados? Serpentes do Espaço?
Não, na verdade são os “Pilares da Criação”!

Estas escuras estruturas parecidas com “pilares” estruturais são na verdade misteriosas colunas de gás e poeira interestelares, além de serem verdadeiras incubadoras de novas estrelas.

Os “Pilares da Criação” se projetam de uma parte interior da nuvem molecular escura como se fossem estalagmites aflorando do chão de uma caverna, e estão contidos na “Eagle Nebula”, Nebulosa da Águia (também chamada de M16- o 16º objeto celeste de Charles Messier), localizada há 6500 anos-luz na Constelação da Serpente.

Nome do Objeto: Eagle Nebula, M16
Crédito da Imagem: NASA, J. Hester and P. Scowen (ASU), 9 de November de 1995.
Esta imagem é  a mais famosa imagem capturada pelo Hubble!
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O Caranguejo do Céu!

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013.


Quando olhamos o Famoso Caranguejo do Céu estamos observando o remanescente da espetacular "Morte" de uma estrela, conhecida como Supernova, na constelação de Touro.

A Nebulosa do caranguejo é catalogada como M1, o primeiro na lista de famosos de Charles de coisas que não são cometas. Na verdade, o caranguejo é agora conhecido por ser um remanescente de supernova, uma nuvem em expansão dos restos da explosão de uma estrela massiva.

O nascimento violento do caranguejo foi testemunhado pelos astrônomos no ano 1054. Mais ou menos 10 anos-luz de hoje, a nebulosa ainda está expandindo a uma taxa de mais de 1.000 quilômetros por segundo. Quer assistir a nebulosa do caranguejo expandir? 

Confira esta animação vídeo (vimeo) comparando uma imagem de M1, tirada em 1999 no Observatório Europeu do Sul, com esta, tomada em 2012, no centro de céu Mt. Lemmon. 


A Nebulosa do Caranguejo é o resultado de uma explosão supernova cheia de filamentos misteriosos que além de ser tremendamente complexos, parecem ter menos massa do que uma supernova original. 

Agora, quase mil anos depois, um objeto super denso - chamado de estrela de nêutrons, ou pulsar - deixada pela explosão, é visto expelindo uma tempestade de partículas de alta energia para o campo de destroços conhecida como Nebulosa do Caranguejo. 
A Nebulosa do Caranguejo (Crab Nebula), também conhecida por M1 ou NGC 1952, se estende por cerca de 10 anos-luz e está há 6.500 anos-luz de nós na Constelação de Touro. É o mais brilhante remanescente de supernova do céu cujo centro é marcado pela “Crab Pulsar”, que significa “Pulsar1 do Caranguejo”, e que é uma fonte de comprimento de onda de rádio e raio X. Este remanescente é originário de uma estrela que explodiu como uma supernova em 1054 d.C.. A supernova foi visível por 23 dias, e brilhou quatro vezes mais do que o planeta Vênus. Foi possível visualizar a supernova a olho nu em céus noturnos por quase dois anos antes de seu desaparecimento gradual.

O que podemos ver hoje é o material gasoso ejetado pela explosão estelar. Este material está se afastando do centro da nebulosa a uma velocidade de 1800 Km/seg. No núcleo da nebulosa está uma estrela de nêutrons ou uma pulsar extremamente densa, que rota 30 vezes por segundo.

NGC 1952 foi descoberta pelo astrônomo britânico John Bevis em 1731. Posteriormente, Charles Messier observou e catalogou M1 em 1758 enquanto procurava pelo cometa Halley. Esta foi a inspiração de Messier para desenvolver uma lista de todos os objetos celestes que não se enquadravam como cometas. 

A nebulosa do caranguejo é o único remanescente de supernova do catalogo de Messier, e é uma das poucas supernovas observadas em nossa galáxia a Via Láctea.

Créditos das imagens: NASA, ESA, J. Hester, A. Loll (ASU)
Crédito da Animação: Adam Block
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Explosão rara pode ter criado o mais novo buraco negro de nossa Galáxia!

A imagem altamente distorcida do remanescente de supernova mostrado ao lado pode conter o mais novo buraco negro formado em nossa galáxia Via Láctea. 

As explosões de supernovas que destroem estrelas massivas são geralmente simétricas, fazendo com que o material estelar seja expelido mais ou menos uniformemente em todas as direções. No entanto, na supernova W49B, o material perto dos pólos foi ejetada a uma velocidade muito mais elevada do que o material que emana de seu equador. 

Ao traçar a distribuição e quantidade de diferentes elementos no campo de destroços estelares, os pesquisadores foram capazes de comparar os dados do Chandra a modelos teóricos de como uma estrela explode. 

E uma das características peculiares do W49B, foi a descoberta de ferro em apenas metade da parte remanescente, enquanto os outros elementos, tais como: o enxofre e o silício foram espalhados . Trazendo, com isto, uma forte evidência de uma explosão assimétrica . 

Os autores da pesquisa também analisaram o tipo de objeto compacto da supernova que foi deixado para trás após a explosão. Na maioria das vezes, as estrelas massivas que colapsam em supernovas deixam um núcleo denso conhecido como estrela de nêutrons . E normalmente, os astrônomos podem detectar essas estrelas de nêutrons através de seu raio-X ou pulsos de rádio, embora às vezes uma fonte de raios-X é vista sem pulsações. Uma pesquisa cuidadosa dos dados do Chandra revelou qualquer evidência de uma estrela de nêutrons, o que implica que um objeto ainda mais exótico pode ter se formado na explosão, isto é, um buraco negro .

Este pode ser o mais jovem buraco negro formado na galáxia Via Láctea, com uma idade estimada de cerca de mil anos, quando vistos da Terra (ou seja, não incluindo o tempo de viagem de luz ). 

Um exemplo bem conhecido de um remanescente de supernova na nossa galáxia que provavelmente contém um buraco negro é SS433 . Este remanescente pode ter uma idade compreendida entre 17.000 e 21.000 anos, quando visto da Terra, tornando-o muito mais velho que W49B.

Os novos resultados sobre W49B, que foram baseadas em cerca de dois dias e meio de observação no Chandra, aparecem em um documento datado de 10 fevereiro de 2013 da revista Astrophysical Journal. Os autores do artigo são Laura Lopez, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), Enrico Ramirez-Ruiz, da Universidade da Califórnia em Santa Cruz, Daniel Castro, também do MIT, e Sarah Pearson, da Universidade de Copenhague, na Dinamarca.

O remanescente, chamado W49B, quando visto da Terra, está a uma distância de cerca de 26.000 anos-luz na constelação de Aquila.

A imagem combina imagens do Chandra, X-Ray Observatory da NASA, que aparece nas cores azul e verde, os dados do Very Large Array da NSF, em rosa, e os dados infravermelhos do Palomar Observatory, em amarelo.

Créditos: X-ray: NASA/CXC/MIT/L.Lopez et al.; Infrared: Palomar; Radio: NSF/NRAO/VLA
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A revoada de uma Borboleta!

quarta-feira, 24 de outubro de 2012.


Uma borboleta celestial que continua "voando" no espaço profundo da região da constelação do Escorpião (Scorpius)!

Trata-se da belíssima nebulosa planetária NGC 6302, popularmente conhecida como Butterfly Nebula (Nebulosa da Borboleta), que está a 3800 anos-luz de nós e tem a forma de uma borboleta!


Crédito Imagem: NASA, ESA e o time Hubble SM4 ERO
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Uma Rosa no Céu???

segunda-feira, 1 de outubro de 2012.


A "Rosa das Galáxias" provém de uma linda "dança" que acontece no céu de duas belas e fotogênicas galáxias que estão interagindo entre si já há algum tempo, e fazendo um grande e emocionante espetáculo no espaço profundo.

A maior das galáxias, a espiral conhecida como UGC 1810, possui um disco que está totalmente distorcido e sua forma está parecida com uma rosa, e isto acontece devido à interação gravitacional causada por sua companheira a UGC 1813.

Nome do fotogênico grupo de galáxias: Arp 273
Tipo de Objeto: Galáxias em interação
Constelação: Andrômeda
Distância: 340 milhões de anos-luz

Assista ao vídeo!!

Crédito da Imagem: NASA, ESA, and the Hubble Heritage Team (STScI/AURA);
Crédito do Vídeo:NASA, ESA, and Z. Levay, G. Bacon, and M. Estacion (STScI).



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Aglomerados de Estrelas em Rota de Colisão

segunda-feira, 20 de agosto de 2012.



O Hubble, telescópio Espacial da NASA, captou dois aglomerados cheios de estrelas maciças, que devem estar nos estágios iniciais de suas vidas, na Nebulosa 30 Doradus que está a 170.000 anos-luz da Terra.

O que se imaginava inicialmente é que fosse apenas um aglomerado no centro de uma região de formação de estrelas em 30 Doradus, mas na verdade, trata-se de dois aglomerados que se diferenciam na idade em aproximadamente um milhão de anos. 

O complexo inteiro de 30 Doradus, tem sido uma região ativa de formação de estrelas por 25 milhões de anos e ainda não se sabe por quanto tempo esta região continuará a criar novas estrelas.

As observações do Hubble foram feitas com a Wide Field Camera 3, entre 20 e 27 de outubro de 2009. A cor azul vista na imagem é a luz das estrelas mais massivas, mais quentes; já o verde provém do fulgor do oxigênio; e o vermelho do hidrogênio fluorescente. 

Crédito: NASA, ESA e E. Sabbi (ESA/STScI)
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O maior evento cósmico de todos os tempos! A Colisão da Via Láctea com Andrômeda!

 

Astrônomos da NASA anunciaram que agora eles podem prognosticar com toda a certeza o maior evento cósmico que afetará nossa Galáxia, o Sol, e o Sistema Solar: A Titânica Colisão de nossa Galáxia a Via Láctea com nossa vizinha a Galáxia de Andrômeda.

Toda a comunidade científica mundial já sabia que nossa galáxia, a Via Láctea e a nossa galáxia vizinha, Andrômeda (M31,NGC 224) estavam sendo "puxadas" uma contra a outra devido a atração gravitacional, mas agora o Hubble confirmou que as duas estão sendo atraídas para uma colisão frontal.

A imagem "simulada" acima, mostra como será a aparência do céu visto do nosso ponto de vista da galáxia daqui a aproximadamente 3,85-3,9 bilhões de anos.

Atualmente, a galáxia de Andrômeda que está localizada na constelação de Andrômeda a uma distância de nós de 2,5 milhões de anos-luz.

Veja abaixo a ilustração em sequência da Colisão entre as duas galáxias:

 

Legendas das Fotos:

Primeira Linha à esquerda: Atualmente;
Primeira Linha à direita: Daqui a 2 bilhões de anos;
Segunda Linha à esquerda: Daqui a 3,75 bilhões de anos;
Segunda Linha à direita: Daqui a 3,85-3,9 bilhões de anos;
Terceira Linha à esquerda: Daqui a 3,85-3,9 bilhões de anos (na mesma época da anterior);
Terceira Linha à direita: Daqui a 4 bilhões de anos;
Quarta Linha à esquerda: Daqui a 5,1 bilhões de anos (na mesma época da anterior);
Quarta Linha à direita: Daqui a 7 bilhões de anos.

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O Sinistro Olhar de uma Nebulosa....



Região muito interessante do céu conhecida como Nebulosa do Cachimbo (Pipe Nebula). 

Nela, as nuvens de poeira interestelares são tão espessas que podem obstruir as luzes das estrelas.
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Olhos no Céu?

quinta-feira, 16 de agosto de 2012.

Coleção:
NASA - Telescópio Espacial Spitzer

Título:
Olhos no Céu

Descrição:
Estas duas galáxias tomaram a forma de uma máscara gigante em seu processo de colisão. Seus "olhos azuis gelados" que aparecem na imagem são os núcleos de suas respectivas galáxias, que são chamadas individualmente de NGC 2207 e IC 2163; e a máscara são seus braços espirais. 

As galáxias NGC 2207 e IC 2163, se encontraram e iniciaram uma espécie de dança gravitacional há 40 milhões de anos atrás. 

As duas galáxias estão continuamente direcionando uma para a outra, devido à força gravitacional; este processo estimula a formação de novas estrelas, até que no final, se fundirão em uma só galáxia. 

Esta dança está acontecendo a 140 milhões de anos-luz de distância da Terra, na Constelação do Cão Maior.

As cores da imagem são obtidas através da análise infravermelha realizada pelo Telescópio Espacial Spitzer da NASA (vermelho) e dos dados visíveis obtidos pelo Telescópio Espacial Hubble da NASA (azul / verde). 

Os dados de infravermelho do Spitzer destacam as regiões empoeiradas das galáxias, enquanto os dados visíveis do Hubble indicam as luzes das estrelas.  

Data da divulgação:
26/04/2004

Crédito da divulgação:
NASA, ESA / JPL-Caltech / STSc I / D. Elmegreen (Vassar)

Crédito da imagem:
NASA, ESA / JPL-Caltech / STSc I / D. Elmegreen (Vassar)

Nome dos objetos:
NGC2207, IC2163

Tipo de objeto:
Galáxias em Colisão
 
Posição – Ano 2000:
AR = 06h 16m 25s
Dec = -21° 22' 26,3"

Distância:
140 milhões de anos-luz

Constelação:
Cão Maior

Observadores:
Debra Elmegreen (Vassar College)
Bruce Elmegreen (TJ Watson Research Center)
Michele Kaufman (Ohio State University)
Kartik Sheth (Spitzer Science Center)
Curtis Struck (Iowa State University)
Magnus Thomasson (Onsala Space Observatory)
Elias Brinks (University of Hertfordshire)
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As Maravilhas do Céu Estrelado © 2005 - todos os direitos reservados para o autor: Engº João Batista Salgado Loureiro | Template By Mundo B |