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FELIZ NATAL!

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013.

Boas Festas

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A Respiração da Terra!

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013.

BreathingEarth

Com a chegada do solstício, não poderíamos deixar de mostrar a mudança das estações de nosso lindo planeta,  neste lindo pulsar de plena vida!

As estações do ano, na Terra,  acompanham o aumento e diminuição das temperaturas, a vida e morte das plantas, a formação do gelo e o seu derretimento, dentre outras coisas.

BreathingEarth-3

E é graças a Viz John Nelson, que é designer, cartógrafo e especialista de dados, que podemos ver este espetáculo composto de diversas imagens de satélite da superfície terrestre, provenientes do “Visible Earth” da NASA, que foram organizadas por mês, e, em seguida, transformadas nesta série de “gifs” animados, que mostram as mudanças sazonais na vegetação e gelo terrestre em torno do mundo.

O projeto “NASA Visible Earth” tem um vasto catálogo de imagens do nosso planeta, visto do espaço,  e o oferece a qualquer um.  É um  serviço público dos melhores!

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As Estações da Terra vão mudar neste sábado!

terça-feira, 17 de dezembro de 2013.
Estações do Ano 1As estações vão mudar neste sábado, 21 de dezembro, com o Hemisfério Sul se movendo de primavera para verão e o Hemisfério Norte entrando no inverno.

O evento celeste que marca essa transição é chamado de "solstício" (do latim solstitìum), e acontece duas vezes por ano, a primeira em torno de 21 de  Junho, e a seguinte em torno de 21 de dezembro.

Mas o que é um solstício, e por que isso ocorre?

A Terra se move de duas maneiras diferentes. Em primeiro lugar, o planeta gira em torno de  seu eixo polar (uma linha imaginária que passa através do polos norte e sul terrestres), uma vez a cada 23h 56m 4s, fazendo a alternância entre dia e noite.

Em segundo lugar, ela se move em sua órbita ao redor do Sol uma vez a cada 365,2564 dias (365 dias, 48 minutos e 46 segundos), fazendo o ciclo anual das estações.

Uma outra particularidade do movimento  Terra-Sol muito importante:  é que o eixo de rotação da Terra é inclinado em 23,5 º em relação à normal ao plano da translação da Terra.

Em  consequência disso, ora um hemisfério está voltado para o Sol; seis meses depois é o outro hemisfério que está voltado para o Sol.

Entenda os movimentos da Terra

Essas posições da Terra em relação ao Sol são conhecidas como Solstícios: Solstício de Verão para o hemisfério voltado para o Sol; Solstício de Inverno para o hemisfério voltado contra o Sol. (Note que um mesmo solstício é chamado de Solstício de Inverno em um hemisfério enquanto é chamado de Solstício de Verão no outro hemisfério; e vice-versa.)

Entre os Solstícios, temos posições intermediárias, conhecidas como equinócios, onde os dois hemisférios estão simetricamente dispostos em relação ao Sol: Equinócio de Primavera para o hemisfério que está indo do Inverno para o Verão e Equinócio de Outono para o hemisfério que está indo do Verão para o Inverno.

O solstício ocorre quando o Sol atinge o maior grau de afastamento angular do equador celeste, ou seja, quando o caminho que o Sol faz, a eclíptica, está com seu maior afastamento em relação ao equador celeste.

PARA ENTENDERMOS MELHOR:
Depois do equinócio, que ocorreu em 21 de setembro, o Sol começou a brilhar mais na metade sul do nosso planeta e menos na metade norte.

O Sol foi continuando seu caminho, na eclíptica,  em direção ao sul, aproximadamente nos próximos três meses após o último equinócio, e atingirá seu ponto mais ao sul em 21 de dezembro, a data do "solstício".

No Hemisfério Norte, os dias serão mais curtos, as noites mais longas, e as temperaturas serão mais frias durante os  três meses seguintes de caminhada.
Estações do Ano 2É sempre importante lembrar que este evento faz parte de um ciclo, e que depois de 21 de dezembro, o Sol começar a se mover em direção ao norte novamente.

Passará novamente pelo equinócio, em 21 de março, e após três meses, o Sol  continuará  seu caminho, na eclíptica,  em direção ao norte, e atingirá seu ponto mais ao norte, em 21 de junho, a data do "solstício".
o Hemisfério Sul terá os dias mais curtos, as noites mais longas, e as temperaturas serão mais frias durante os  três meses seguintes de caminhada.

E assim por diante, o Sol continuará sua “dança” no céu por toda a eternidade.

Ilustrações: As Maravilhas do Céu Estrelado
Vídeo: Geografismos
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Você sabia? Que este mês ocorre a Chuva de Meteoros Geminids?

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013.
Este mês ocorre a chuva de meteoros mais intensa de todo o ano, e ela poderá ser vista de quase qualquer ponto da Terra!

A Geminids (GEM) é uma chuva de meteoros anual, do tipo radiante, que tem velocidade de 35 km/segundo, e que é associada ao asteroide “ 3200 Phaeton’, que foi descoberto em 1983.


Geminids aparece na região da constelação de Gêmeos (Gemini), entre os dias 07/12 e 17/12, e atingirá seu pico entre os dias 13/12 e 14/12.

Prevê-se que em seu pico, este ano, poderemos ter em torno de 100 a 120 meteoros por hora.

GEM possui declinação para o ano 2.000 de 33º0’, e ascensão reta, para o ano 2.000, de 7h28min.

Para saber qual horário de sua ocorrência nesta região do céu e nestes dias consulte seu anuário.

No dia 10/12/2007, o asteroide Phaeton passou a 17 milhões de km da Terra, e nos dias que se seguiram, pode-se ver um belo espetáculo de Geminids no céu.

Crédito da Imagem: Wally Pacholka.
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O Céu Noturno de Dezembro de 2013

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013.

Vídeo muito interessante no aprendizado do reconhecimento do céu, além de ser útil para também podermos contemplar o céu noturno como é visto do hemisfério norte.



Vídeo: Céu Noturno - Hemisfério Norte - Mês: Dezembro/13
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O Escorpião–Mitologia

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013.

scorpius_01Existem diversos mitos relacionados a Escorpião. Um deles afirma que, "Scorpius” era um escopião que foi enviado pela mãe Terra (Gea), para impedir a fúria de Órion contra todos os animais da natureza.

Diz esta lenda, que Órion era um gigante caçador que possuía uma beleza extraordinária. Sua ascendência era incerta, sendo que alguns mitos afirmavam que era filho de Euríale (uma das irmãs Górgonas) e de Poseidon (deus dos mares), com quem tinha aprendido a andar sobre as águas.

Outros, afirmavam que era filho de Poseidon e da mãe Terra (Gea), a mãe universal de todos os seres, já que normalmente todos os gigantes eram descendentes dela. Todavia, ainda outros, afirmavam ser filho de um camponês da Beócia, chamado Hireu.

Órion, cresceu tanto e se tornou tão alto que podia caminhar pelo fundo dos mares profundos, sem que jamais as águas o cobrissem, dos ombros para cima.

E em uma de suas aventuras, Órion foi à ilha de Quios, e quando chegou lá, se apaixonou perdidamente por Mérope, a filha do rei local, Enópion. Seu amor por Mérope era tão grande que em pouco tempo a pediu em casamento.

O pai da bela Mérope consentiu a união, mas com a condição de que Órion, antes, deveria demonstrar o seu valor, cumprindo a difícil missão de exterminar um grande número de feras que infestavam a ilha, e que estavam causando enormes prejuízos.

Entretanto, quando Órion terminou sua missão, o monarca não cumpriu a promessa, e fugiu.

Órion, encolerizado por não conseguir encontrar Enópion, começou a matar sem piedade todos os animais que iam passando por ele, tanto animais ferozes quanto mansos e inocentes. Tal era o número de mortes que havia causado que sua mãe Terra teve que intervir, pedindo-lhe, sem êxito, que fosse reflexivo e benevolente.

Mas, Órion não seguiu os conselhos de sua mãe.

E um dia, quando estava se gabando com seus amigos a respeito de que nenhum tigre, nem as panteras, nem algum leão ou serpente, eram capazes de causar-lhe algum espanto, sua mãe, zangada, lhe enviou um escorpião muito venenoso.

Ao vê-lo, Órion só teve tempo de ridicularizar o pequeno e insignificante adversário, antes de ser mortalmente picado por ele.

Depois desta batalha, Zeus, piedoso, colocou no céu o escorpião, mas tomou todo o cuidado de colocá-lo o mais distante possível de Órion, para que nunca mais se enfrentassem.

Assim o é até hoje, pois quando Órion desaparece na abóboda celeste, numa fuga constante de seu algoz, é quando o escorpião faz sua aparição.

OUTRO MITO:


Diz a lenda, que o escorpião foi o animal enviado por Ártemis (deusa da caça , embora também seja associada ao parto e à Lua, e ser considerada a versão feminina de Apolo, seu irmão gêmeo).

Diz a lenda que Ártemis, fria e vingativa, sentia-se prejudicada em suas atividades de caça pelo gigante caçador Órion.

Uma variante do mito afirma que o escorpião nunca chegou a matar Órion. De fato, se observarmos o céu nessa época do ano, veremos que a constelação de Órion se põe, enquanto que as estrelas de Escorpião nascem do outro lado da abóbada celeste.

Crédito da Imagem: Fred Watson
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A Estrela que está em seu último Suspiro de Vida! E que pode explodir a qualquer momento!

terça-feira, 3 de dezembro de 2013.
Betelgeuse, a alpha orionis, pode explodir como uma supernova a qualquer momento!

Ela é uma estrela gigante vermelha, localizada na constelação de Órion (Orion), que é considerada uma das estrelas que tem um dos maiores diâmetro conhecido, com placar de 667 vezes o diâmetro do nosso Sol.

Estrelas gigantes vermelhas são estrelas mais frias que o nosso Sol e também são muito maiores que ele.

A estrela Betelgeuse, por exemplo, é uma efervescente estrela que tem 14 vezes a massa do Sol.

Mas, quando seu combustível nuclear acabar vai se tornar instável, pode virar uma estrela de nêutrons e implodir em uma supernova colossal.

E quando isto acontecer vai iluminar todo o céu noturno, de forma que será visível até durante a luz do dia.
Betel_haubois800

Pode até ser que esta explosão já tenha ocorrido, já que esta estrela está a 429 anos-luz de nós, e ainda não tenha dado tempo suficiente para a luz desta explosão chegar até aqui, já que uma explosão como esta só é vista da Terra muito tempo depois de ocorrer, como também a luz de todos os astros existentes no firmamento, só chegam até nós, muito tempo depois de serem emitidas pelos astros.

Crédito: Xavier Haubois (Observatoire de Paris) et al.
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Você Sabia? Que no céu existe um Triângulo?


Summer Triangle - asterismo_
O Triângulo de Verão, “Summer Triangle”, é um asterismo que tem a forma de um triângulo imaginário, que é composto por algumas das principais estrelas mais brilhantes de todo céu profundo.

Ele pode ser observado no verão do hemisfério norte, principalmente no verão.

Este triângulo cruza a faixa nebulosa da Via Láctea, a qual é dividida em duas, próxima a estrela Deneb (alpha cygni), por um grande aglomerado de poeira chamado de Cygnus Rift.

O triângulo consiste da interligação de três estrelas que são consideradas, dentre outras, as mais brilhantes de todo o céu profundo, sendo que cada uma delas é considerada a mais brilhante de sua própria constelação.

A primeira estrela mais brilhante do Triângulo de Verão é Vega, a estrela alpha da constelação da Lira (Lyra), que é considerada a 5ª estrela mais brilhante de todo o céu profundo.

A próxima mais brilhante é Altair, a estrela alpha da constelação da Águia (Aquila), que é considerada a 12ª estrela mais brilhante de todo o céu.

E por último Deneb no Cisne (Cygnus), que é considerada a 19ª estrela mais brilhante do céu.

Crédito: As Maravilhas do Céu Estrelado / Stellarium
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Você Sabia? Que as estrelas de Escorpião estão na bandeira do Brasil?

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013.
Algumas estrelas da constelação de Escorpião (Scorpius) estão ilustradas na nossa Bandeira e representam, cada uma, um estado do nosso país.

A bandeira do Brasil é a única bandeira que possui a mais completa ilustração celeste já imaginada para uma bandeira nacional.

O seu círculo interno azul corresponde a uma esfera celeste inclinada, projetada para a latitude da cidade do Rio de Janeiro, do dia 15 de novembro de 1.889 (data da Proclamação da República), exatamente quando marcava 12 horas siderais, ou seja, 8 horas e 30 minutos.

Cada uma das estrelas da Bandeira, representa um Estado da Federação. São portanto 27 estrelas, de 8 constelações, representando os atuais 26 estados e o Distrito Federal brasileiros.

Para identificarmos no céu essas estrelas, a primeira coisa que devemos notar é que em nossa bandeira, as estrelas aparecem invertidas (espelhadas), em relação à disposição que as vemos no céu.

Isso acontece, porque segundo a lei No 5.700, de 1 de setembro de 1971, que dispõe sobre a forma e a apresentação dos símbolos nacionais, as estrelas presentes na Bandeira Brasileira, devem ser consideradas como vistas por um observador que está "situado fora da esfera celeste".
Veja as estrelas de Escorpião que estão na nossa Bandeira e os respectivos estados que elas representam individualmente:


Alpha Scorpii - Antares - Estado: Piauí;

Beta Scorpii - Graffias - Maranhão;

Epsilon Scorpii - Wei - Ceará;

Lambda Scorpii - Shaula - Rio Grande do Norte;

Kappa Scorpii - Girtab - Paraíba;

Theta Scorpii - Sargas - Alagoas;

Mu Scorpii - Pernambuco.

A atual Bandeira nacional foi projetada em 1889 por Raimundo Teixeira Mendes e Miguel Lemos, com desenho de Décio Vilares.

No lugar da coroa imperial, eles colocaram a esfera azul-celeste e a frase "Ordem e Progresso", escrita em verde.

A bandeira brasileira começou a ser usada no dia 19 de novembro de 1889. Por isso, nessa data comemora-se o Dia da Bandeira.
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O Escorpião

sexta-feira, 29 de novembro de 2013.
A constelação do Escorpião é uma grande e espetacular constelação localizada no hemisfério celeste sul entre as constelações de Libra e Sagitário. Ela é considerada uma constelação austral, zodiacal1, ou seja, localizada no hemisfério sul celeste, ao longo da eclíptica 2.

A região do céu de Escorpião é belíssima de se observar, devido ao fato do  equador galáctico cruzar a constelação de um extremo a outro, muito próximo ao ferrão do escorpião.



É repleta de cúmulos estelares, além de possuir inúmeras nebulosas planetárias, nebulosas escuras, e outros aglomerados abertos interessantíssimos de se observar. Os cúmulos estelares mais famosos desta constelação são os aglomerados globulares M4 e M80, e os aglomerados abertos M6 e M7.


EstrelaEstrelaEstrelaComo encontrar Escorpião no céu?



É possível observar Escorpião,  completamente,  de todo o hemisfério sul do planeta, principalmente  durante a primavera de cidades localizadas, desde a latitude 0º Sul até 90º Sul. Além disto,  pode também ser vista no zênite,  quando o observador estiver localizado em cidades próximas a latitude 26º Sul.

No hemisfério norte, a observação de  Escorpião fica extremamente prejudicada, devido a ser uma constelação do hemisfério sul, e por ser apenas vista quando o observador estiver localizado em cidades mais próximas da linha do Equador, e neste caso, quanto mais ao sul, o observador estiver,  mais alta esta constelação estará no céu, quanto mais ao norte, menores ficam as chances de visualização desta constelação na sua totalidade.

Escorpião  só é visível, completamente no céu do hemisfério norte, principalmente na primavera, de regiões localizadas entre as latitudes 0º e 44º Norte. 

A visualização desta constelação fica parcialmente comprometida, em regiões localizadas aproximadamente entre as latitudes 44º Norte e 81º Norte, pois só é possível localizar parte desta constelação no céu.

Já, um observador que esteja localizado em cidades situadas entre as latitudes 81º Norte e 90º Norte, jamais consegue ver Escorpião no céu, pois ela estará sempre escondida abaixo do horizonte do observador.

Para localizar  Escorpião no céu com  mais facilidade, devemos primeiramente localizar a constelação de Sagitário,  e Escorpião estará a oeste do arqueiro. 

Outra forma de localizá-la, é através da estrela Antares (alpha scorpii) que é a estrela mais brilhante da constelação e também a 16ª mais brilhante de todo o céu profundo.

Em cidades que possuam muita poluição luminosa a localização de Escorpião fica totalmente comprometida, pois o ideal seria observá-la em áreas sem nenhuma luz, ou seja, sem poluição luminosa.

EstrelaEstrelaEstrelaVocê sabia?
  • que os romanos conheciam a estrela Antares, estrela alpha desta constelação, como “Cor Scorpionis” que significa “o coração do escorpião”;
  • que devido a sua posição na eclíptica, o caminho aparente que o Sol faz no céu, Antares pode ser ocultada pela Lua, e muito raramente, pelos planetas do nosso Sistema Solar. E que durante uma destas ocultações realizada por nossa Lua, em 13 de abril de 1819, sua companheira Antares B foi descoberta;
  • que na cultura mesopotâmia, Antares era considerada uma das quatro estrelas que eram chamadas de “Estrelas Reais”, as outras três eram a Aldebaran (alpha tauri), em Touro, a Regulus (alpha leonis), em Leão, e a Formalhaut (alpha piscis austrini), em Peixe do Sul;
  • que a constelação de Escorpião é uma das constelações de origem grega, que foi citada pelo astrônomo egípcio Claudius Ptolemaeus, popularmente conhecido por Ptolomeu, em uma de suas obras escritas em grego “O Almagesto”, “He Mígale Sintaxis” que significa “O grande Tratado”.
Nome em Português: Escorpião;

Genitivo Latino: Scorpii;

Abreviação do nome: Sco.;

Origem do nome: Do latim “scorpionis”;

Localização: Constelação zodiacal localizada ao longo da eclíptica;

Família de constelações: Pertencente a família de constelações do Zodíaco;

Constelações limites:

Ao Sul: constelação da Régua (Norma) e do Altar (Ara);

À Oeste: constelação da Régua (Norma), do Lobo (Lupus) e da Libra (Libra);

Ao Norte: constelação da Libra (Libra), do Ofiúco (Ophiuchus) e de Sagitário (Sagittarius);

À Leste: constelação da Coroa Austral (Corona Australis) e do Sagitário (Sagittarius);

Ascensão reta: de 15h47,39min. a 17h58,26min.;

Declinação: de –08,87º a –45,60º.



Artigo Completo de minha autoria no site da Holystica: https://www.holystica.com.br/single-post/2019/02/26/O-Escorpiao


Créditos:
Vídeo: As Maravilhas do Céu Estrelado;
Imagens: para ver os créditos das imagens, clique sobre "exibir apresentação de slides" localizado no mosaico de imagens acima.
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1 Zodíaco é uma zona circular na esfera celeste, que se estende por  cerca de 8° em cada lado da eclíptica, e forma a faixa sobre a qual se movem o Sol, a Lua e os planetas em órbita. As constelações, que estão dentro desta faixa, são geralmente chamadas de constelações zodiacais.
2 Eclíptica é a circunferência imaginária correspondente à trajetória aparente do Sol na esfera celeste, ou seja,  o caminho aparente percorrido pelo Sol durante o ano.
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Jatos Incomuns em um Buraco Negro!

quarta-feira, 27 de novembro de 2013.
Composite view of the galaxy NGC 1433 from ALMA and Hubble
Existem buracos negros supermaciços, com massas de até vários bilhões de massas solares, localizados no centro da maioria das galáxias, incluindo, é claro, a nossa galáxia, a Via Láctea.


No passado,  estes “bizarros” objetos eram muito ativos,  “engoliam” enormes quantidades de matéria de seu entorno, e luziam com um brilho deslumbrante, expulsando tudo o que podiam, através de jatos extremamente poderosos.

No Atual Universo, a maioria dos buracos negros supermaciços são menos ativos, do que eram em sua juventude, mas a interação entre seus jatos, e seus arredores, ainda estão e continuarão moldando a evolução de cada galáxia.

Estudos realizados por duas equipes internacionais de astrônomos, utilizaram o “poder" do "ALMA" (Atacama Large Millimeter/submillimeter Array), localizado no Deserto do Atacama, Chile, para se concentrar e estudar os jatos enormes provenientes de buracos negros, localizados nos centros das galáxias, e ver como eles “afetam” sua vizinhança.

Estes dois novos estudos, ambos publicados  na revista “Astronomy & Astrophysics” , usaram o “ALMA”, para sondar os jatos de dois buracos negros com escalas muito diferentes: um buraco negro “calmo”, localizado relativamente perto, na galáxia NGC 1433, e outro,  muito distante e muito ativo, chamado PKS 1830-211 .

"O ALMA revelou uma estrutura espiral surpreendente no gás molecular localizado próximo do centro da galáxia NGC 1433," diz Françoise Combes (Observatório de Paris, França), que é o autor do primeiro trabalho.

"Isso explica como o material está fluindo para “alimentar” o buraco negro. Com as novas observações afiadas do “ALMA”, descobrimos um jato de material que flui para longe do buraco negro, por apenas 150 anos-luz. Este é o menor fluxo molecular já observado em uma galáxia externa . "

Já, no buraco negro  PKS 1830-211, Ivan Martí-Vidal (da “Chalmers University of Technology, Onsala Space Observatory”, em  Onsala, na Suécia), e sua equipe, também observou um buraco negro supermaciço, que possui um jato,  muito mais brilhante, mais ativo, e extremamente incomum, porque sua luz brilhante passa por  uma enorme galáxia que está em seu caminho em direção a Terra.

De tempos em tempos, os buracos negros supermaciços, de repente “engolem” uma grande quantidade de massa, o que aumenta a potência do jato, e aumenta a radiação até as mais altas energias.

As duas novas observações são apenas o começo das investigações da equipe, utilizando o “ALMA”, sobre o funcionamento de jatos de buracos negros supermaciços, próximos e distantes.

Segundo Ivan Martí-Vidal, "Ainda há muito a se aprender sobre como os buracos negros podem criar esses enormes jatos energéticos de matéria e de radiação. Mas os novos resultados obtidos, mostram que esta iniciativa é uma exclusiva e poderosa ferramenta para sondar estes jatos - e as descobertas estão apenas começando ".

A galáxia NGC 1433 está localizada na constelação do Relógio (Horologium).


Crédito da Imagem -  NGC 1433 : ALMA (ESO/NAOJ/NRAO)/NASA/ESA/F. Combes
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Uma Espiral Anêmica!

terça-feira, 26 de novembro de 2013.
ngc4921_colombari_960
NGC 4921 é uma galáxia espiral barrada pertencente ao aglomerado Coma (Abell 1656) , um grande aglomerado de galáxias que contém em torno de 1000 galáxias identificadas, localizado na constelação boreal da Cabeleira de Berenice (Coma Berenices), a cerca de 320 milhões de anos-luz da Terra. 

A galáxia tem um núcleo com uma estrutura barrada, que está cercado por um anel distinto de poeira, que contém “estrelas bebês”, azuis e quentes, recentemente formadas.

A parte externa é composta por braços espirais extraordinariamente suaves , mal demarcados.

Em 1976, o astrônomo canadense Sidney van den Bergh, caracterizou esta galáxia, como "anêmica", por causa da baixa taxa com que as estrelas estão sendo formadas. 

Ele observou que ela tem "um brilho excepcionalmente pequeno e exibe notáveis braços espirais difusos".

No entanto, NGC 4921 é a galáxia espiral mais brilhante do aglomerado de Coma, e está localizada perto do centro do grupo de galáxias do aglomerado. Além disto, tem uma velocidade relativa elevada (7.560 km/s), em comparação com a velocidade média do aglomerado.

Em 4 de maio de 1959, uma explosão de supernova foi observada nesta galáxia, pelo M.L. Humason, através do Observatório Palomar, localizado na cidade de San Diego, Califórnia . 

Ela foi detectada "longe do centro" da galáxia, e atingiu um pico de magnitude estimada de 18,5. 

Sua curva de luz teve significativas semelhanças a supernova SN 1987a, que ocorreu na Grande Nuvem de Magalhães , e exibiu "um incomum comportamento fotométrico".

Crédito da Imagem: Dados do “Hubble Legacy Archive”, ESA, NASA; Processamento- Roberto Colombari.
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Um pulsar milissegundo e o planeta tataravô em Escorpião!

sexta-feira, 22 de novembro de 2013.
m4_noao
M4, ou NGC 6121, é um Aglomerado Globular que foi descoberto por Philippe Loys de Chéseaux, em 1746, e catalogado por ele com o número 19.

Posteriormente, foi observado e catalogado por diversos outros astrônomos, os mais famosos foram Lacaille, William Herschel e Charles Messier, que o catalogou como M4 (Messier 4).

M4 é considerado um dos mais próximos aglomerados globulares do céu, com uma distância aproximada de 7.200 anos luz, na direção da constelação de Escorpião (Scorpius).

Ele está se afastando de nós a uma velocidade de 70,4 Km/seg., e contém ao menos 43 estrelas variáveis até então conhecidas. Sua classe espectral foi determinada como sendo F8, e seu índice de cor foi mensurado como B-V=1,03.
Projeção realizada em 22/11/2013 para a cidade de São Paulo - Brasil
M4, em destaque, se encontra abaixo do horizonte do observador.
Em 1987, o primeiro “pulsar milissegundo” foi descoberto neste aglomerado. 

Um “pulsar milissegundo” é um corpo celeste que emite pulsos de rádio a certos intervalos de tempo, e neste caso o intervalo de tempo é de milissegundos 1 , em outras palavras, é uma estrela de nêutrons que gira em torno de seu eixo (rotação), centenas de vezes por segundo. 

Esta pulsar, 1821-24, é uma estrela de nêutrons, que rota e pulsa, uma vez a cada 3 milissegundos, ou seja, um total de 300 vezes por segundo, e é 10 vezes mais rápida que a famosa pulsar Crab em M1 (Messier 1), localizado na Constelação do Touro (Taurus).

Em agosto de 1995, o telescópio espacial Hubble fotografou estrelas anãs brancas em M4, que estão dentre as estrelas mais velhas da nossa galáxia.

Em julho de 2003, novas investigações com o Hubble identificou um planeta orbitando uma destas anãs brancas. Este novo planeta possui uma massa de 2,5 vezes a massa de Júpiter.

Neste sistema, o planeta provavelmente tenha cerca de 13 bilhões de anos de idade. Quando comparado com nosso Sistema Solar, que tem aproximadamente 4,5 bilhões de anos, este planeta, torna-se o planeta mais antigo até então conhecido. Intrigante, não é?

1 Milissegundo (ms) é uma unidade de medida de tempo. Corresponde a 10-3 segundos, ou seja, um milésimo de segundo. (1ms=0,001 seg.)

Crédito da Imagem: T2KA, KPNO 0.9-m Telescope, NOAO, AURA, NSF

Projeção e Efeitos: Stellarium / As Maravilhas do Céu Estrelado
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O Fantasma de Mirach!

quinta-feira, 21 de novembro de 2013.
PIA11393_NGC_404
O Fantasma de Mirach (NGC 404), "Ghost of Mirach" , é uma galáxia que tem este nome devido ao fato de estar tão próxima da estrela Mirach, que se perde em seu brilho, aparentando ser um fantasma. 

Mirach é uma estrela gigante vermelha considerada a mais brilhante da constelação de Andrômeda, juntamente com a estrela “Alpheratz” (alpha And.), já que ambas possuem magnitudes visuais de 2,06.

O nome popular da estrela “Mirach”, provém do árabe “Mizar”, e significa “o quadril”. Além disto, pode também ser chamada de “Beta And.” e de “Beta Andromedae”. 

Mirach está localizada muito próximo da galáxia, a apenas 200 anos-luz de distância. E sua localização fica facilitada pois é visível a olho nu.

Entretanto, o campo de visão do “fantasma” se estende por 55 mil anos-luz de diâmetro, possui magnitude visual de 11, e está localizado a 11 milhões de anos-luz da Terra.

Mas quando a galáxia “fantasma” é vista em luz ultravioleta, é possível detectar um anel nunca antes visto. 

Este anel, visto em azul na imagem acima, contém novas estrelas, o que é uma surpresa, considerando que a galáxia foi previamente pensada, como sendo, essencialmente, morta.

Crédito de imagem: NASA / JPL-Caltech / DSS

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Veja como Marte era há bilhões de anos atrás!

terça-feira, 19 de novembro de 2013.
Marte
Há bilhões de anos atrás, quando o planeta vermelho era jovem, ele parece ter tido uma atmosfera densa, que estava quente o suficiente para suportar oceanos de água líquida, um ingrediente essencial para a vida. 

A animação mostra como a superfície de Marte poderia ter sido durante este período antigo, começando com um lago marciano.

Animação sobre a Evolução do Planeta Marte


O conceito do artista é baseado em evidências de que Marte já foi muito diferente. 

Nuvens em movimento rápido sugerem a passagem do tempo, e a mudança a partir de um clima quente e úmido, para um clima frio e seco. 

Os lagos secam, enquanto a atmosfera, gradualmente, faz a transição de céu azul semelhante à Terra, para os tons de rosa empoeirados, visto em Marte hoje.

Crédito: NASA
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