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Encontraram o irmão gêmeo do nosso Sol!

quarta-feira, 28 de agosto de 2013.
Uma equipe de astrônomos liderados por instituições de pesquisa brasileiras encontraram o irmão gêmeo mais velho do nosso Sol. 

O anúncio foi feito nesta quarta-feira (28/08), pelos pesquisadores da USP quando descobriram dois gêmeos solares, um potencialmente mais jovem (18 Sco) e outro mais velho (HIP 102152). 

O estudo, que usou os telescópios instalados no Chile (ESO - Observatório Europeu do Sul), não apenas confirmou a hipótese, mas descobriu que a segunda estrela não só é mais velha que o Sol, mas é o gêmeo mais velho até então conhecido. 

A imagem comenta e acompanha a vida de uma estrela como o nosso Sol, desde o seu nascimento no lado esquerdo do quadro, até sua evolução chegará a ser uma estrela gigante vermelha à direita.

O gêmeo solar HIP 102152 é uma estrela situada a 250 anos-luz de distância da Terra na constelação do Capricórnio. Ela é mais parecida com o Sol do que qualquer outra gêmea solar, tirando o fato de ser quase 4 bilhões de anos mais velha, o que nos dá a oportunidade sem precedentes de estudar como o Sol será quando envelhecer.



Crédito da Imagem : ESO/M. Kornmesser
Crédito do vídeo/animação: ESO
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Uma Viagem ao Espaço!

terça-feira, 27 de agosto de 2013.

Uma viagem ao espaço que duraria milhões de anos em apenas 10 minutos!

Belíssimo vídeo realizado pela Snake Force Pictures onde podemos "contemplar" uma simulação da nossa galáxia a Via Láctea, o Cinturão de Kuiper, o nosso Sistema Solar, os planetas, o Cinturão de Asteróides e muito mais !



O Cinturão de Asteroides é uma região do nosso Sistema Solar que está localizada entre as órbitas de Marte e Júpiter. Já o Cinturão de Kuiper está localizado além da órbita de Netuno. Veja ilustração do nosso Sistema Solar:


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Reflexões Fantasmagóricas nas Plêiades


Esta imagem mostra uma nuvem interestelar escura devastada pela passagem de Mérope, uma das estrelas mais brilhantes do aglomerado estelar das Plêiades (M45)

A medida que a nebulosa se aproxima de Mérope, a luz forte proveniente das estrelas ilumina e desacelera as partículas de poeira. A nebulosa está à deriva através do aglomerado a uma velocidade relativa de cerca de 11 quilômetros por segundo.

O telescópio espacial Hubble captou os misteriosos "tentáculos" soltos na nuvem interestelar escura sendo destruídos pela passagem de uma das estrelas mais brilhantes do aglomerado estelar das Plêiades. Como um feixe de luz brilhante fora da parede de uma caverna, a estrela está refletindo luz na superfície das nuvens negras. Estas são chamadas de nebulosas de reflexão.

Crédito:NASA / ESA e do Hubble Heritage equipe STScI / AURA ), George Herbig e Theodore Simon (Universidade do Havaí).

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A Nebulosa da Lagoa

quinta-feira, 22 de agosto de 2013.
Esta linda nuvem cósmica é uma parada obrigatória em excursões telescópicas de observação do céu da constelação de Sagitário. 

Prova disto foi a "festa" que Charles Messier, astrônomo francês, fez ao observar a constelação de Sagitário no século XVIII, já que catalogou mais objetos deste tipo nesta constelação do que em qualquer outra. E ao observar esta nebulosa a incluiu em seu famoso catálogo astronômico com o nome M8 (Messier 8).

M8, a Nebulosa da Lagoa, é uma das mais brilhantes das nebulosas de Messier. Está localizada a aproximadamente quatro a cinco mil anos-luz de distância, na constelação de Sagitário (O Arqueiro), na direção do centro da nossa galáxia Via Láctea. 

Astrônomos modernos reconhecem a Nebulosa da Lagoa como sendo um berçário estelar ativo que se estende por cem anos-luz. Nuvens de gás hidrogênio estão lentamente entrando em colapso para formar novas estrelas. Por ser de quinta magnitude pode ser vislumbrada a olho nu.

A cor atraente de M8 na imagem foi capturada com um telescópio e uma câmera digital no momento em que M8 estava no alto e escuro céu rural da Argentina. A distância estimada da nebulosa capturada na imagem chega a ser de mais de 60 anos-luz. 

Crédito & direitos da imagem de M8 acima dados a: Ignacio Diaz Bobillo
Data da imagem: 17 de agosto de 2013) 


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Nuvens Noctilucentes e a Aurora!


Nuvens noctilucentes é um fenômeno meteorológico muito bonito e intrigante. As nuvens noctilucentes são as mais altas nuvens formadas na atmosfera terrestre, a uma altura entre 75 e 85 quilômetros. Essa região está no limite superior da camada atmosférica chamada mesosfera, que se inicia a 50 quilômetros acima da superfície e vai até os 85 quilômetros de altura.. 

Ao contrário da maioria dos outros tipos de nuvens, que são principalmente constituídos por vapor de água, as  CLN (do inglês - noctilucent cloud) são compostas de cristais de gelo extremamente pequenos. Elas são normalmente muito difíceis de serem vistas, e são visíveis apenas quando iluminadas pela luz do Sol abaixo do horizonte, enquanto as camadas mais baixas da atmosfera estão na sombra da Terra. Elas podem ser observados nos meses de verão em latitudes entre 50 ° e 70 °, norte e sul do equador.

Avistar nuvens noctilucentes e a aurora durante uma noite são momentos de raríssimo esplendor!

Enjoy the video!




Nuvens noctilucentes e a Aurora, Escócia, 19 de Agosto de 2013;

Crédito do Vídeo: Maciej Winiarczyk;
Música: Jolanta Galka-Kurkowska
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Uma "Nova" estrela no Céu!

quarta-feira, 21 de agosto de 2013.

Na última quarta-feira (14/08/2013), uma estrela-anã branca explodiu na constelação do Golfinho (Delphinus), produzindo a Nova mais brilhante vista da Terra pelo menos nos últimos cinco anos (desde 2007), alcançando o ranking das 30 Novas mais brilhantes já registradas. 

Denominada como Nova Delphinus 2013 após sua explosão, a "nova" estrela caracterizada como do tipo Nova (do latim Novae), foi descoberta por Koichi Itagaki de Yamagata, no Japão, em uma imagem tirada em 14 de agosto. Ele notou uma mancha brilhante que não estava presente em uma foto da mesma região do céu do dia anterior. 

Atualmente brilhando com magnitude 4,9, a Nova é visível a olho nu em locais escuros longe da poluição luminosa das cidades, e pode permanecer assim durante as próximas semanas que virão.

A estrela tinha, aparentemente, 17 de magnitude antes da explosão, e chegou ao pico de 4,5 magnitudes em 16 de agosto. Em seguida, a Nova diminuiu ligeiramente após isso, mas tem se mantido notavelmente estável , com magnitude de 4,9 durante os últimos três dias.

Gráfico das magnitudes da Nova Delphinus 2013
Novae (Novas) são primas distantes das supernovas do tipo Ia. Em situação de Novae, a superfície da anã branca produz uma forte explosão, mas a própria anã branca sobrevive. Já, em supernovas do Tipo Ia, a anã branca acumula massa de seu parceiro binário apenas o suficiente para empurrar acima do limite de Chandrasekhar de cerca de 1,4 massas solares. Isso desencadeia uma enorme explosão termonuclear que "sopra" toda a anã branca em pedacinhos.

Mapa com a localização da Nova Delphinus 2013

Créditos da Imagens:
Primeira Imagem: Justin NG - 18 de Agosto de 2013
Última Imagem: G. Masi, P. Schmeer and F. Nocentini


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O Diagrama de Hubble: um importante passo para desvendar a evolução das galáxias!

Quando se fala de Evolução das Galáxias não podemos deixar de citar o astrônomo americano Edwin Hubble, já que foi graças a ele que a humanidade foi capaz de dar um dos primeiros passos em direção a teoria a respeito da evolução das galáxias.

Hubble se tornou famoso ao desenvolver, em 1926, um sistema de classificação de galáxias - espirais, espirais barradas, elípticas, irregulares e suas subclasses - que foi resumido em um esquema em forma de diapasão popularmente conhecido por Diagrama de Hubble.

O diagrama é dividido em duas partes: galáxias elípticas e galáxias espirais. 

As galáxias elípticas são classificadas pelo grau de arredondamento ou alongamento que possuem, e ordenadas em uma escala de zero a sete, que caracterizam a elipticidade da galáxia. As elípticas "E0" são quase redondas, enquanto as "E7" são muito elípticas (muito alongadas). Para termos uma idéia, as galáxias gigantes M84 e a M86 são elípticas.

Já para as espirais são atribuídas letras de "a" a "c", que as caracterizam pelo tamanho de seus bojos centrais e pelo grau correlacionado de enrolamento de seus braços espirais. 

As espirais "Sa", por exemplo, possuem braços firmemente enrolados e bojos nucleares bem salientes, já as Sb, têm braços espirais moderadamente enrolados e bojos nucleares moderados, enquanto as espirais "Sc" são mais “frouxas”, têm braços espirais mais livres, poucos definidos e bojos nucleares pequenos. Para termos uma idéia, a galáxia espiral mais próxima da Via Láctea é a Galáxia de Andrômeda (M31) localizada na Constelação de mesmo nome. O nome “Sa” provém do inglês “Spiral type a”.

Mas, existe ainda uma peculiaridade, as galáxias espirais são sub-divididas em dois grupos: espirais normais (sem barra) e espirais barradas. A diferença mais importante entre esses dois grupos é a barra de estrelas que atravessa o bojo central nas espirais barradas. Os braços em espiral nas galáxias barradas geralmente começam na extremidade da barra, em vez de partir do bojo. 

A espirais barradas têm um "B" em sua classificação. Uma "SBa" é, portanto, uma galáxia com os braços espirais mais fortemente enrolados e com maiores bojos nucleares; já uma SBb, têm espirais moderadamente apertados e bojos nucleares de tamanho mediano; enquanto uma SBc, têm os braços espirais minimamente enrolados e os menores bojos nucleares. Para termos uma idéia, a nossa galáxia a Via Láctea é uma galáxia espiral barrada, e é classificada como SBab, ou seja, tem propriedades das SBa e das SBb.

De acordo com o Diagrama de Hubble, as galáxias S0 ou SB0, chamadas lenticulares (em forma de lentes), são um tipo intermediário entre as elípticas e as duas espécies de espirais (espirais barradas e elípticas). Embora frequentemente pareçam com elípticas, as galáxias lenticulares possuem um bojo nuclear e um disco, semelhante às galáxias espirais, mas são desprovidas de braços espirais.

Entretanto, Hubble descobriu que ainda existiam algumas galáxias que eram difíceis de colocar no contexto de seu diagrama de diapasão, entre elas estavam: galáxias irregulares que têm formas estranhas, galáxias anãs que são muito pequenas e as galáxias elípticas gigantes, que são tão grandes que residem nos centros de alguns aglomerados de galáxias.

Por um bom tempo o diapasão de Hubble foi aceito como sendo uma seqüência evolutiva das galáxias, e que as galáxias podiam evoluir a partir de um tipo para outro, progredindo consequentemente da esquerda para a direita no diagrama em diapasão. 

A nomenclatura de Hubble ainda continua sendo usada, mas esta idéia de que um tipo de galáxia pode mudar para outro tem sido aceita e negada pelos astrônomos durante décadas, embora seu conceito inicial fosse mais tarde considerado uma simplificação excessiva. 

Hoje, já se sabe que a evolução galáctica é um processo muito mais complexo do que Hubble imaginava, envolvendo as condições de colapso inicial da galáxia, as colisões com outras galáxias, e o fluxo e refluxo do nascimento interno de outras estrelas.


Crédito: NASA e ESA
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O pinguim e seu ovo cósmico

O Telescópio Espacial Hubble da NASA/ESA produziu esta imagem vívida de um par de galáxias em interação conhecidas como Arp 142. 

Este tipo de interação se dá quando duas galáxias "andam" muito próximas uma da outra, e passam a interagir entre si, causando mudanças espetaculares em ambos os objetos. Em alguns casos, as duas chegam a se fundir, mas em outros, chegam a ser dilaceradas. 

Logo abaixo do centro da imagem podemos ver uma forma azul torcida que é a galáxia NGC 2936, uma das duas galáxias que está interagindo e que formam a Arp 142, na constelação da Hidra. Hoje, apelidada de "o pinguim" ou "toninha" por astrônomos amadores.

A NGC 2936 costumava ser uma galáxia espiral padrão antes de ser destruída pela gravidade de sua companheira cósmica. Os restos de sua estrutura espiral ainda podem ser vistos - o "ex-bojo" galáctico agora forma o "olho" do pinguim, em torno do qual ainda é possível ver onde estiveram os braços da galáxia. 

Estes braços interrompidos agora moldam o "corpo" do pássaro cósmico como faixas brilhantes de azul e vermelho através da imagem. Esses arcos direcionados para baixo perto da companheira de NGC 2936, a galáxia elíptica NGC 2937, visível aqui com uma forma "oval" branca e brilhante, nos dando a impressão de serem semelhantes a um pinguim que salvaguarda seu ovo. 

Os efeitos da interação gravitacional entre as galáxias podem ser devastadores. O par Arp 142 estão perto o suficiente para interagir violentamente, trocando matéria entre si e causando estragos. 

Na parte superior da imagem existem duas estrelas brilhantes, as quais se encontram no primeiro plano do par Arp 142. Uma delas é cercada por uma trilha de material azul cintilante, que na verdade é uma outra galáxia. Esta galáxia está muito longe para ter o poder de desempenhar um papel na interação - o mesmo acontece com as galáxias salpicadas ao redor do corpo da NGC 2936. 

No fundo podemos ver as formas alongadas de cores azul e vermelho de muitas outras galáxias, que se encontram a enormes distâncias de nós - mas que podem ser vistas pelo olho clínico do Hubble. 

Este par de galáxias foi batizado pelo astrônomo norte-americano Halton Arp, o criador do Atlas de Galáxias Peculiares , um catálogo de galáxias que tem formas "estranhas" e que foi originalmente publicado em 1966. 

Arp compilou o catálogo em uma tentativa de entender como as galáxias evoluem e mudam sua forma ao longo do tempo. Ele escolheu os alvos que tinnham as mais peculiares aparições. Mas os astrônomos mais tarde perceberam que muitos dos objetos do catálogo de Arp eram de fato galáxias em interação e fusão. 

Esta imagem é uma combinação de luz visível e infravermelha, criado a partir de dados recolhidos da Wide Field Planetary Camera 3 (WFC3) do telescópio espacial Hubble da NASA / ESA. 

Crédito da imagem: NASA, ESA, e Hubble Heritage Team (STScI / AURA)
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Touro

terça-feira, 13 de agosto de 2013.
Touro é uma constelação boreal e zodiacal pois está localizada no hemisfério norte celeste bem no caminho que o Sol descreve no céu conhecido como Eclíptica. Pode também ser considerada uma constelação equatorial pois o eixo do equador celeste atravessa a constelação de um extremo a outro.

A região de Touro é belíssima de se observar pois há uma fartura de cúmulos estelares. Isto se dá ao fato de que o eixo do equador galáctico, que é o eixo da nossa galáxia Via Láctea, cruza a constelação em uma de suas extremidades. 

Panorâmica do Espaço Profundo de Touro
Lá, temos diversas galáxias, aglomerados de galáxias, chuva de meteoros, nebulosas de reflexão, nebulosas escuras, nebulosas planetárias, nebulosas difusas e aglomerados abertos. 

Podemos dar especial ênfase às nebulosas difusas Mérope e Maia que circundam suas estrelas de mesmo nome, e que estão contidas no lindíssimo aglomerado de estrelas M45, popularmente conhecido como Pleiades ou “Seven sisters” que significa “as Sete Irmãs” e que são formadas pelas estrelas Merope, Alcyone, Electra, Celaeno, Maia, Taygeta e Sterope; ao asterismo Hyades, o “V” do touro, que é um grupo de estrelas que quando interligadas entre si formam a cabeça e os chifres do touro; a M1, que são os restos de uma estrela que explodiu como uma supernova em 1054 que também é conhecida como “Nebulosa do Caranguejo” (Crab Nebula); além da brilhante Aldebaran, a estrela alpha tauri, que é a estrela mais brilhante da constelação e a 14ª estrela mais brilhante de todo o firmamento.
O Asterismo Hyades e as "Sete Irmãs" (Plêiades)
Touro nunca pode ser visto no céu para observadores localizados entre as latitudes 88º Norte e 90º Norte, pois está escondida abaixo do horizonte. 

Em outras latitudes, pode ser sempre visualizada no céu, só que totalmente entre as latitudes 88º Norte e 58º Sul, e parcialmente entre as latitudes 58º Sul e 90º Sul.

Localizar Touro é muito fácil porque está entre as constelações Órion e Áries, mas o ideal é observá-la de áreas que não possuam iluminação pública, ou poluição luminosa.

Se quiser saber mais, acesse: Touro - Mitologia e História


Vídeo e Efeitos Especiais: As Maravilhas do Céu Estrelado;
Imagens do Post: Créditos à Software Starry Night.
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A Dança das Galáxias

Na direção da constelação do Cão Maior (Canis Major), duas galáxias espirais passam uma pela outra como se fossem majestosas naves desfilando pela noite. 

A galáxia maior e a mais maciça é catalogada como NGC 2207 (à esquerda na imagem do Hubble Heritage), e a menor à direita é a IC 2163. Estas duas galáxias estão cada uma orbitando e distorcendo, por meio da força de maré gravitacional, a outra, arremessando para fora estrelas e gás em longas serpentinas que se estendem por cem mil anos-luz na direção da borda direita da imagem.

O encontro entre as duas se deu há aproximadamente 40 milhões de anos, quando uma estava perpendicular a outra.

Crédito: Telescópio Espacial Hubble da NASA
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O Céu Noturno de Agosto de 2013

quarta-feira, 7 de agosto de 2013.

Vídeo muito interessante no aprendizado do reconhecimento do céu, além de ser útil para também podermos contemplar o céu noturno como é visto do hemisfério norte.


Vídeo: Céu Noturno - Hemisfério Norte - Mês: Agosto/13
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A galáxia dos anéis! Linda,misteriosa e incomum...

quarta-feira, 17 de julho de 2013.
Um anel quase perfeito de estrelas quentes, estrelas azuis em torno de um núcleo amarelo... são as descrições de uma galáxia muito incomum conhecida como Objeto de Hoag.

A galáxia inteira tem cerca de 120 mil anos-luz de largura, e é ligeiramente maior do que a nossa galáxia a Via Láctea. O anel azul, que é dominado por grupos de jovens estrelas massivas, contrasta fortemente com o núcleo amarelo que é composto na sua grande maioria de estrelas mais velhas. 

Galáxias em forma de anel podem formar-se de várias maneiras diferentes. Um cenário possível é através de uma colisão com outra galáxia. Às vezes, a segunda galáxia acelera através da primeira, deixando um "splash" de formação de estrelas.

Mas, no Objeto de Hoag não há nenhum sinal da segunda galáxia, o que leva à suspeita de que o anel azul de estrelas pode ser os restos fragmentados de uma galáxia que passava nas proximidades. Alguns astrônomos estimam que o encontro ocorreu aproximadamente 2 a 3 bilhões de anos atrás.

Esta incomum galáxia foi descoberta em 1950 pelo astrônomo Art Hoag. Hoag inicialmente pensou que o anel, que mais parecia com um anel de fumaça, dava ao objeto uma grande semelhança a uma nebulosa planetária, os restos brilhantes de uma estrela semelhante ao Sol. Mas ele rapidamente descartou esta possibilidade, sugerindo que o misterioso objeto provavelmente se assemelhava a uma galáxia. Observações realizadas na década de 1970 confirmaram esta previsão, embora muitos dos detalhes de galáxia de Hoag ainda permanecem um grande mistério.

A galáxia está localizada a 600 milhões de anos-luz de distância na constelação da Serpente.

Esta imagem do Telescópio Espacial Hubble da NASA capturou uma vista completa de cima (implantação) do anel de estrelas da galáxia, revelando mais detalhes do que qualquer outra foto existente deste objeto, tornando esta imagem de extremo valor pois pode ajudar os astrônomos a desvendar pistas de como estes objetos peculiares se formam.

Nome do objeto: Objeto de Hoag

Data da Imagem: 09 de Julho de 2001

Crédito da imagem: NASA e The Hubble Heritage Team ( STScI / AURA )

Agradecimento: Ray A. Lucas ( STScI / AURA )
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O Telescópio Espacial Hubble descobriu uma nova lua orbitando Netuno!

terça-feira, 16 de julho de 2013.

O Telescópio Espacial Hubble da NASA descobriu uma nova lua orbitando o distante planeta Netuno, um dos quatro planetas gigantes externos do nosso Sistema Solar. E com esta descoberta, Netuno passa a ter 14 satélites (luas) conhecidos que orbitam o planeta.

Estima-se que a nova lua tenha aproximadamente 12 quilômetros de diâmetro, tornando-se com isto a menor lua conhecida do sistema de Netuno. É tão pequena que “escapou” da detecção realizada pela espaçonave não tripulada Voyager 2 (*), da NASA, que passou por Netuno, em 1989 e observou o sistema de luas e anéis do planeta.

Mark Showalter, do Instituto SETI em Mountain View, na Califórnia, descobriu a lua em 01 de julho de 2013, enquanto estudava a região de Netuno. "As luas e os anéis orbitam muito rapidamente, por isso tivemos que encontrar uma maneira de acompanhar o seu movimento, a fim de extrair os detalhes do sistema", disse ele. 

Notavelmente, Showalter estendeu sua análise para além das regiões do sistema de anéis, e notou um ponto branco extra situado a cerca de 105.000 km de Netuno, entre as órbitas das luas Larissa e Proteus.

Depois, Showalter analisou mais de 150 fotografias de Netuno que estavam no arquivo que haviam sido capturadas pelo Hubble entre 2004 e 2009, e surpreendentemente, o mesmo ponto branco apareceu repetidamente. Ele, então, traçou uma órbita circular para a Lua, que completa uma volta em torno de Netuno a cada 23 horas.

A nova lua foi batizada como S/2004 N 1 e é tão pequena e fraca, que é cerca de cem milhões de vezes mais fraca do que a estrela de brilho mais fraco que pode ser vista a olho nu.



*- A Voyager 2 chegou a este planeta quase 150 anos depois da descoberta de Netuno e completou uma das mais ambiciosas missões espaciais da NASA.
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O Céu Noturno de Julho de 2013

quarta-feira, 10 de julho de 2013.

Vídeo muito interessante no aprendizado do reconhecimento do céu, além de ser útil para também podermos contemplar o céu como é visto do Hemisfério Norte!



Vídeo: Céu Noturno - Hemisfério Norte - Mês: julho/13


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O Swift da NASA produziu o melhor mapa ultravioleta de ambas as Nuvens de Magalhães!

segunda-feira, 3 de junho de 2013.
Grande Nuvem de Magalhães
Astrônomos da NASA e da Universidade do Estado da Pensilvânia utilizaram-se do satélite Swift para criar a mais detalhada imagem ultravioleta já realizada da Pequena e da Grande Nuvem de Magalhães, as duas maiores galáxias mais próximas de nós!

Pequena Nuvem de Magalhães


Assista ao vídeo! 
(em inglës)


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